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quarta-feira, 13 de maio de 2020

MUNDO: APROVAÇÃO DE TRUMP CAI COM ESCALADA DE MORTOS PELO CORONAVÍRUS.

O presidente por vezes contradisse especialistas em doenças de seu governo, promoveu tratamentos potenciais que não foram considerados eficientes.
Mais norte-americanos se tornaram críticos ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em abril, conforme aumenta o número de mortos na pandemia de coronavírus. Assim, o desafiante democrata Joe Biden lidera com vantagem de 8 pontos entre eleitores registrados, de acordo com uma pesquisa Reuters/Ipsos publicada nesta terça-feira (12/5). 

A pesquisa - conduzida entre segunda e terça-feira - mostrou que 41% dos adultos norte-americanos aprovam o desempenho de Trump no cargo, queda de 4 pontos em relação a um levantamento semelhante feito em meados de abril. A reprovação ao presidente cresceu 5 pontos para 56% no mesmo período. 

O levantamento mostrou, também, que 46% dos eleitores  disseram que apoiariam Biden nas eleições do próximo dia 3 de novembro, enquanto 38% votariam em Trump. A vantagem de Biden era de 2 pontos em uma pesquisa Reuters/Ipsos da semana passada.

EFEITO CORONAVÍRUS
Os norte-americanos também parecem estar cada vez mais críticos à maneira pela qual Trump conduz a crise da saúde. De acordo com o levantamento, aqueles que desaprovam Trump no comando da resposta à pandemia superam os que aprovam por 13 pontos percentuais - o maior saldo de desaprovação desde que a pesquisa passou a incluir essa questão no início de março.

Inicialmente, Trump minimizou a ameaça do vírus que já matou mais de 80 mil pessoas nos Estados Unidos, o maior número de mortos de qualquer país. 

O presidente por vezes contradisse especialistas em doenças de seu governo, promoveu tratamentos potenciais que não foram considerados eficientes e já acusou governadores democratas de reabrirem seus estados vagarosamente para prejudicar suas chances de reeleição. 

O presidente republicano já defendeu a condução de seu governo na crise e acusou a China de fracassar em alertar o mundo sobre a gravidade e o alcance da pandemia, que atingiu em cheio a economia. 
Fonte: Diário de Pernambuco.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

MUNDO: EUROPA DEVE ESTAR PREPARADA PARA 2ª ONDA DE CORONAVÍRUS, DIZ AGÊNCIA DE CONTROLE DE DOENÇAS.

Os países europeus devem reforçar seus sistemas de alerta para reagir rapidamente a uma segunda onda do novo coronavírus, alertou a agência europeia de controle de doenças (ECDC, na sigla em inglês). 

"Em suas avaliações de risco, a agência afirmou que os governos devem informar claramente à população que a possibilidade de uma segunda onda existe, mesmo que a pandemia tenha sido vencida agora", disse nesta segunda (11/5) Stefan de Keersmaecker, porta-voz da Comissão Europeia para saúde pública. 

A preocupação acompanha um movimento de retomada das atividades na maioria dos países que adotaram quarentena. Em alguns deles, como a Dinamarca e a Alemanha, o aumento dos encontros entre pessoas provocou um crescimento na taxa de contágio, levando os institutos a intensificarem o monitoramento dos casos. 

Preparativos para uma segunda onda também estão na pauta da Otan (organização de defesa que reúne países europeus e os EUA), disse à reportagem um oficial da aliança militar (por orientação da Otan, ele não se identifica). 

Segundo ele, ministros da Defesa dos membros da Otan consideraram que é preciso planejar melhor as respostas a pandemias, melhorar o planejamento de continuidade dos negócios e proteger setores críticos. 

Na reação à primeira onda do novo coronavírus, houve preocupação com o bloqueio do tráfego aéreo e a ruptura no fornecimento de matérias-primas e componentes para a indústria. 

A Otan foi acionada para manter o transporte aéreo de equipamentos médicos a longas distâncias e para a implantação de hospitais de campanha em regime de emergência. 

Embora os cientistas ainda não tenham todas as respostas sobre o novo coronavírus (Sars-Cov-2), segundas ondas de infecções são comuns em doenças infecciosas, como a de influenza de 1918, conhecida como Gripe Espanhola, e a de H1N1, em 2009. 

Casos como o de Singapura, por exemplo, em que um novo surto de Covid-19 apareceu em um dormitório apesar da política intensiva de rastreamento de contatos, indicam que também no caso do Sars-Cov-2 há risco de ressurgência. 

Os segundos picos podem ser evitados ou amenizados por vacinas, ainda inexistentes para o novo coronavírus, ou medidas de distanciamento e higiene e de rastreamento e isolamento de novos casos. 

A chamada imunidade de rebanho, quando ao menos 60% da população já desenvolveu defesas contra um patógeno (o que reduz a chance de contágio) também evita segundas ondas, mas estudos feitos até agora mostram que a porcentagem de infectados em diferentes países ainda não chega a 20%.
Fonte: Diário de Pernambuco.

MUNDO: AFRICA DO SUL TEM MAIS DE 10.000 CASOS CONFIRMADOS DE CORONAVÍSRUS.

A África do Sul superou os 10.000 casos confirmados do novo coronavírus, que deixou 194 mortos no país, anunciou o Ministério da Saúde na noite deste domingo (10/5). 

"O número total de casos confirmados da covid-19 na África do Sul é 10.015", ou seja, 595 casos a mais do que no dia anterior, informou o ministro da Saúde, Zwelini Mkhize. 

O número de falecidos chegou a 194, oito a mais do que na última contagem, enquanto 4.173 pessoas foram curadas. 

O ministro observou "com preocupação" que 84% dos casos confirmados da covid-19 estão localizados em duas das nove províncias do país, o Cabo Oriental (sudeste) e o Cabo Ocidental (sul), onde está localizada a Cidade do Cabo. 

A África do Sul, onde, de acordo com o Ministério da Saúde, foram realizados 350.000 testes, é o país mais afetado pela pandemia na África Subsaariana. Desde 1º de maio, o governo vem gradualmente diminuindo as medidas de contenção impostas no final de março.
Fonte: Diário de Pernambuco.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

MUNDO: RELATÓRIO FINAL DE IMPEACHMENT VÊ ABUSO DE DONALD TRUMP.

O presidente estadunidense é acusado de cometer abuso de poder tentativa de abstrusão de justiça. 
A Comissão de Inteligência da Câmara dos Deputados dos EUA divulgou ontem o relatório final sobre o processo de impeachment do presidente Donald Trump. O documento compila, em 300 páginas, depoimentos e informações coletados durante a investigação e acusa Trump de abusar do poder presidencial para solicitar interferência estrangeiras nas eleições de 2020. O texto também afirma que o presidente cometeu tentativa de obstrução de Justiça.

Deputados do Partido Democrata, de oposição a Trump, lideram a Comissão de Inteligência e, desde que o processo de julgamento político foi aberto, no final de setembro, a legenda vem reunindo informações de que o presidente pressionou o governo da Ucrânia a conduzir um investigação que prejudicasse Joe Biden, vice-presidente dos EUA no governo Barack Obama. Biden é hoje um dos principais adversários políticos de Trump na campanha eleitoral do ano que vem.

No relatório divulgado nessa terça-feira (3/12), a Comissão de Inteligência indica que Trump "colocou os próprios interesses pessoais e políticos acima dos interesses nacionais dos EUA e desgastou a segurança nacional". "As provas da má conduta do presidente são esmagadoras, assim como as evidências de sua obstrução ao Congresso", diz o relatório.

Os depoimentos de diplomatas e funcionários do governo apontam que Trump condicionou a liberação de US$ 391 milhões em assistência militar à Ucrânia à abertura de uma nvestigação sobre o filho de Biden, Hunter, que trabalhou em uma empresa ucraniana.

A comissão de Inteligência delega o Congresso a definição sobre o afastamento ou não do presidente. O relatório será encaminhado para a Comissão de Justiça da Câmara, que hoje iniciará audiências para discutir se os atos do presidente constituem crime que justifiquem sua remoção do cargo. Trump rejeitou participar de depoimentos no Congresso.

O impeachment é votado em artigos, que definem os crimes que podem ter sido cometidos pelo agente público. A comissão ainda deve elaborar os artigos que serão votados. Para que o afastamento seja aprovado pela Câmara, é necessário uma maioria simples.

Depois disso, o tema passa a ser discutido no Senado, onde Trump tem maioria e a oposição vê com ceticismo a possibilidade de conseguir os dois terços de votos necessários para remover o presidente. Trump está em Londres, para cúpula da Otan, e acusou a oposição democrata de agir com motivação eleitoral.

Um tribunal federal de recursos em Nova York decidiu que dois bancos devem entregar registros financeiros de Trump a comitês de investigação de democratas na Câmara. O Deutsche Bank e o Capital One Foram intimados a entregar o imposto de renda de Trump e de sua família. A defesa do presidente entrou na Suprema Corte conta o pedido.
Fonte: NE10.