sexta-feira, 6 de junho de 2025

DIREITA TEM VÁRIOS CANDIDATOS CONTRA LULA, MOSTRA PESQUISA.


A pesquisa Genial Quaest divulgada nesta quinta-feira (5/6) avaliou as intenções de voto para a presidência da República nas eleições de 2026 e apontou que o presidente Lula (PT) empataria numérica ou tecnicamente com cinco candidatos da direita.

No último levantamento, divulgado em março, o petista vencia todos os opositores e só empatava com Jair Bolsonaro (PL), dentro da margem de erro. Agora, além do ex-presidente, ele também foi alcançado pelo governador de São Paulo, Tarcício de Freitas (Republicanos), pela ex-primeira dama Michele Bolsonaro (PL) e pelo governadores do Paraná e do Rio Grende do Sul, Ratinho Jr, (PSD) e Eduardo Leite (PSD).

Contra Bolsonaro (PL), Lula aparece numericamente empatado num hipotético segundo turno entre eles. Cada um obteve 41% das intenções de voto. Mas vale lembrar que o ex-presidente está inelegível, embora ainda mantenha o discurso de que será condidato.

Na Sequência, aparece Tarcísio de Freitas, que frequentemente figura na liderança entre os nomes da direita contra Lula. O governador de São Paulo ficou com 40% das intenções de voto, contra 41% do presidente da República.

Em comparação com a pesquisa anterior, onde a distância entre Lula e Tarcísio era de seis pontos, o resultado foi significativo positivo para o governador de São Paulo, que reduziu uma gordura de cinco pontos que os dividia. Considerando os nomes elegíveis, essa foi a menor distância entre Lula e um opositor, representando o maior perigo para o petista, pela menos neste levantamento.

Michelle Bolsonaro ficou com 39% das intenções de voto, contra 43% de Lula. A diferença entre eles foi de quatro pontos percentuais, dando uma leve folga para o presidente, embora ainda estejam empatados no limite da margem de erro.

Já contra Ratinho Jr. a distância diminui para dois pontos percentuais - o governador do Paraná teve 38% contra 40% do presidente. Assim como aconteceu com Tarcísio de Freitas, a distância entre Ratinho e Lula, que era de sete pontos em março, diminuiu cinco pontos no levantamento atual.

Contra Eduardo Leite, que Obteve 36%, Lula ficou com 40%, mantendo os dois empatados tecnicamente no limite da margem de erro. Já o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) aparece mais distante do petista marcando 34% contra 44% do presidente - são 10 pontos de diferença.

Assim como em outras pesquisas, os governadores de Minas Gerais e de Goiás, Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União Brasil), aparecem mais distantes, com 33% cada um.

Os números da pesquisa podem mostrar um cenário preocupante para a esquerda, que, diferentemente da direita, não consegue levantar um nome como segunda opção ao atual presidente, que deve buscar a reeleição sob rejeição, conforme mostrou a pesquisa.

A Quaest desta quinta-feira apontou que 66% dos entrevistados acreditam que o presidente não deveria se candidatar à reeleição, enquanto 32% defenderam mais um mandato do petista.

A pesquisa também mostrou que 57% dos entrevistados disseram que não votariam em Lula em 2026. Este número subiu oito pontos percentuais em relação a janeiro deste ano.

Em entrevista ao Jornal do Commercio, o deputado federal Carlos Veras (PT) afirmou que o bolsonarismo fez com que o debate ideológico se sobrepusesse às entregas do governo.

"Mesmo que as pessoas estejam com a qualidade de vida melhorando, mesmo com todos os investimentos, com todas as ações que estão sendo feitas, isso não repercute na decisão da pessoa em escolher seu candidato. A questão ideológica fala mais alto que o próprio debate econômico", declarou. 

Em relação ao alto número de opções contra Lula, Veras afirmou que pesquisas eleitorais são um recorte temporal do momento, e que ainda há muito tempo para reverter o cenário até a eleição de 2026, quando um único candidato deverá ser escolhido pela direita.

"Em pesquisas, todos os nomes têm potencial, mas a gente sabe que quando o processo eleitoral for caminhando, ele tem uma tendência a afunilar", apontou, completando que a eleição deverá ser polarizada entre o presidente e um bolsonarista.

"O candidato que conseguir absorver essa identidade mais forte com o bolsonarismo e tudo que eles defendem, vai ser o candidato que vai polarizar com o presidente Lula.

Será uma eleição novamente acirrada e decidida em dois turno", reconheceu o parlamentar.

Mesmo inelegível, Jair Bolsonaro foi considerado pela Quaeste e também teve rejeição apontada entre os eleitores. 65% dos participantes afirmaram que o ex-presidente deveria abrir mão da candidatura e apoiar um outro nome para o pleito de 2026. O preferido, com 17%, foi Tarcísio.

45% dos entrevistados também afirmaram que têm mais medo do retorno de Bolsonaro do que a continuação de Lula no poder. Ainda, 55% disseram que não votariam em Jari Bolsonaro para a presidência.

Para o deputado estadual Alberto Feitosa (PL) o entorno de Lula deseja que Bolsonaro seja o candidato, pois isso favorecia o petista. "Para lula, o melhor candidato é Bolsonaro. A pesquisa mostra essa história de que o brasileiro tem medo que Bolsonaro volte, então Lula só tem uma chance, e eles vão trabalhar para deixar Bolsonaro candidato", Disse.

O parlamentar avalia que ter muitos nomes à disposição, como mostrou a pesquisa, é positivo para o campo da direita. "É bom porque vai para o segundo turno. Ratinho Jr não vai apoiar Lula. Tarcísio não vai se candidato, porque ele teria que se afastar em abri, e ele não vai se afaste tendo uma reeleição certa como governador. E Michele só vai se candidata se Bolsonaro não for. Mas Bolsonaro só vai desistir se ele estiver morto", declarou. 

Segundo ele, o mau desempenho de Lual apontado no Quaest se dá por falta de entregas. "O governo Lula 3 é o pior que o Dilma 2, não acerta em nenhuma das áreas. Todo mundo está vendo que o Brasil calapsou, não está conseguindo cumprir os programas. A gente não sabe quem será o próximo presidente do Brasil, mas a gente tem certeza de quem não vai ser: Lula" disparou Feitosa.
Fonte: Jornal do Commercio 

terça-feira, 3 de junho de 2025

PETROBRAS CORTA PREÇO DA GASOLINA EM 5,6 % PARA DISTRIBUÍDORAS.


A Petrobras anunciou uma redução de 5,6% no preço médio da gasolina "A" para as distribuidoras, com vigência a partir desta segunda-feira (3). Com a mudança, o litro passará a custar R$ 2,85, o que representa uma queda de R$ 0,17 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A, a parcela da Petrobras no preço final ao consumidor será de aproximadamente R$ 2,08 por litro — uma redução de R$ 0,12 nas bombas.

Apesar da diminuição, especialistas alertam que o repasse ao consumidor final pode variar, já que o valor nos postos depende de outros fatores, como políticas de preço das distribuidoras, margem de lucro dos revendedores, custos logísticos e tributos.

Desde dezembro de 2022, a Petrobras acumula uma redução de R$ 0,22 por litro nas vendas às distribuidoras, o que corresponde a uma queda de 7,3%. Corrigido pela inflação do período, o recuo real chega a R$ 0,60, ou 17%.

A medida acompanha a queda nas cotações do petróleo no mercado internacional e reflete um cenário global mais favorável. No entanto, o impacto total da redução poderá ser atenuado ao longo da cadeia de comercialização.

A medida acompanha a queda nas cotações do petróleo no mercado internacional e reflete um cenário global mais favorável. No entanto, o impacto total da redução poderá ser atenuado ao longo da cadeia de comercialização.

quinta-feira, 29 de maio de 2025

ACONTECEU:

HÁ 106 ANOS:
A SELEÇÃO BRASILEIRA CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO INTERNACIONAL.

O dia 29 de maio marca uma data história para a Seleção Brasileira: Neste dia, em 1919, o Brasil conquistou o Campeonato Sul-Americano de Futebol, competição que viria a se tornar a Copa América. A conquista se deu em solo brasileiro, no Estádio de Laranjeiras, com vitória do Brasil sobre o Uruguai por 1 a 0. O gol do título foi de Arthur Friedenreich, consagrado também como artilheiro da competição, com quatro gols, ao lado de Neco.

Inicialmente agendado para acontecer em 1918, o Campeonato Sul-Americano precisou ser adiado em razão da gripe espanhola - o que deu ao Brasil tempo para se preparar bem para sediar o evento, garantindo uma infra-estrutura grandiosa para o que seria a primeira grande competição esportiva em solo nacional. O palco das partidas, o Estádio de Laranjeiras, foi uma das praças que pode ser finalizada pelo adiamento.

A campanha brasileira começou em 11 de maio, com uma goleada de 6 a 0 sobre o Chile com três gols de "El Tigre" Friedenreich, dois de Neco e um de Haroldo. A seleção voltou a campo uma semana depois, no dia 18, para vencer a Argentina por 3 a 1, com gols de Heitor, Amílcar e Millon; Izaguirre descontou para os argentinos.

Na última rodada, o Brasil enfrentou o Uruguai, que vencera a Argentina por 3 a 2 na estreia, e o Chile por 2 a 0 na segunda rodada. A partida aconteceu no dia 26 de maio e terminou empatando em 2 a 2, com grande atuação de Neco, que marcou duas vezes para igualar o placar após os visitantes terem aberto 2 a 0.

A grande final foi marcada para o dia 29 de maio, com direito ao governo brasileiro decretar ponto facultativo. Em jogo tenso, digno da crescente rivalidade entre os times, Brasil e Uruguai ficaram no 0 a 0, placar que persistiu mesmo após a prorrogação. Como na época não existiam disputas de pânaltis para definir o vencedor, os dois capitães concordaram em disputar uma segunda prorrogação de 30 minutos, o que torna esta final o jogo de futebol mais longo já disputado na história do futebol.

Mas a fatura não demorou a ser liquidada. Com cinco minutos da prorrogação extra, Friedenreich marcou e deu números finais à partida, assegurando à Seleção Brasileira seu primeiro título e dando início à história vencedora da Seleção mais campeã do futebol mundial. 
Há 106 anos.

EMBATE ENTRE GOVERNO E OPOSIÇÃO SE INTENSIFICA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA.


O embate entre governistas e oposição na Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe) segue marcando as sessões plenárias da Casa. Ontem, o legislativo adiou pela terceira vez a votação do nome do médico-veterinário Moshe Dayan à presidência da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernabuco (Adagro), porque a bancada do governo não garantiu o quórum de 25 parlamentares para apreciar a matéria.

Além disso, líderes antagonistas trocaram farpas. Enquanto a disputa perdura, propostas como a aquisição de empréstimo de R$ 1,5 bilhão e a indicação do administrado-geral de Fernando de Noronha não têm previsão para serem votadas.

Líderes governistas adotaram a estratégia de não formar quórum para a indicação de Moshe Dayan no plenário da Casa. Eles reivindicam que a Mesa Diretora de Assembleia siga a ordem de votação das pautas de autoria do governo do estado e não priorize apenas a nomeação para a Adagro.

Sem votação da pauta, governistas e opositores voltaram a se enfrentar. A líder do governo na Alepe, Socorro Pimentel, criticou a iniciativa dos deputados Alberto Feitosa (PL), Antonio Coelho (União) e Waldemar Borges (PSB), respectivamente presidente das comissões de Justiça, Finanças e Administração Pública, de ingressar com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) contra o governo de Pernambuco em função de um suposto desvio de finalidade na aplicação de parte dos recursos de um empréstimo de R$ 1,7 bilhão retirado junto à Caixa Econômica Federal.

Socorro Pimentel acusou os legisladores de quererem antecipar a disputa eleitoral de 2026. Ela enfatizou que a narrativa apresentada é fruto da manipulação de dados. Além disso, a parlamentar garantiu a inexistência de irregularidades no manejo dos recursos.

O deputado Antonio Coelho discordou da líder e ressaltou o papel da oposição de fiscalizar os atos do governo. O parlamentar questionou, entre outros pontos, o ritmo de execução dos recursos pela gestão estadual. Outros deputados como Romero Albuquerque (UB), Edson Vieira (UB) e Feitosa enfatizaram as críticas de Coelho. Já a deputada Débora Almeida (PSDB) saiu em defesas do governo e endossou as críticas de Socorro Pimentel. 

CAMPEONATO ARENA AURÉLIO ALVES.

Hoje mais uma rodada da Campeonato Arena Aurélio Alves.
19:00 Hs - Mortadela City X União Cajaense
20:30 Hs- Fluminense X Alto Laser

O campeonato Arena Aurélio Alves, é disputado por 8 equipes: BORUSSIA IBIRAJUBA; MORTADELA CITY; UNIÃO CAJAENSE; MENINOS DO MEIA; SERRA DOS VAQUEIROS; MUTIRÃO; ALTO LAZER; FLUMINENSE.

CLASSIFICAÇÃO ATÉ O MOMENTO

GRUPO A
1º Borussia - 3 Pontos
2º Mortadela City - 3 Pontos
3º União Cajaense* - 0 Pontos
4º Meninos do Meia - o Pontos

GRUPO B
1º Serra dos Vaqueiros - 4 pontos
2º Mutirão - 1 Ponto
3º Alto Lazer* - 0 Ponto
4º Fluminense - 0 Ponto

* União Cajaense do Grupo A, e Alto Laser do grupo B, ainda não jogaram no campeonato.

Artilheiro do campeonato
Neném de Raminho do Mutirão e Carlos Daniel do Serra dos Vaqueiros Ambos com 2 gols marcados.