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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

JOVEM FOI ASSASSINADO PELO PAI EM RIACHO DAS ALMAS.

Foto: Divulgação/Blog do Adielson Galvão.
O crime aconteceu na noite desta quinta-feira (9/11), no bairro Cohab em Riacho das Almas. 

A vítima MACIEL SEVERINO DE BARROS, de 29 anos conhecido como "Dó" que morava no Sítio Pororoca, na zona rural da cidade.

Ele foi morto com um violento golpe de faca desferido pelo seu genitor (pai) um aposentado de 68 anos de idade.

Segundo as informações os dois estavam em o veículo que era guiado pela vítima, quando ia abastecer o carro se desentenderam, e o pai sacou a faca e a agrediu ao filho que ainda foi socorrido pelo SAMU, mas morreu minutos depois de dar entrada no hospital.

O agressor foi detido por populares, ele e a arma do crime foram entregues a policia que o conduziu até a delegacia onde ele confessou o crime e disse que matou o filho porque ele lhe deu alguns empurrões e sabendo que ele estava com uma faca o desafiou.

O corpo foi encaminhado para o IML de Caruaru. 

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

COMISSÃO APROVA PEC QUE IMPOSSIBILITA TODAS AS FORMAS DE ABORTO.

Deputada contrária ao projeto discursa: 'Aqui se aplaude a morte de muitas mulheres vítimas de violência.

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 8, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe em risco as formas de aborto previstas atualmente pelo Código Penal. Tão logo os votos necessários foram alcançados, a votação do texto principal foi interrompida e integrantes da comissão que atuam contra todas as formas de interrupção da gravidez comemoraram e cercaram a mesa de votação para uma sessão de fotos.

Enquanto isso, a deputada Erika Kokay (PT-DF), contrária ao projeto, discursava: "Aqui se aplaude a morte de muitas mulheres vítimas de violência", dizia. O desfecho ocorreu depois de tensa sessão, iniciada às 11h e interrompida no meio da tarde.

Originalmente, a PEC tratava da extensão da licença maternidade para a trabalhadora que tiver bebê prematuro. Pela proposta, a licença à gestante com duração de 120 dias pode ser estendida, sem prejuízo de emprego e salário, à quantidade de dias que o recém-nascido ficar internado, não podendo ultrapassar os 240 dias.

Sob influência da bancada evangélica, o relatório final do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP) incluiu uma mudança no artigo primeiro da Constituição - que versa sobre os princípios fundamentais - enfatizando no texto "a dignidade da pessoa humana desde a sua concepção". "Cabe-nos observar que, se protegemos, de forma justíssima, aquele que já vivia e prematuramente deixou a proteção materna, concedendo uma ampliação da licença maternidade à sua genitora, não podemos deixar de explicitar, ainda mais, a sua proteção no âmbito uterino, desde o seu início, isto é, desde a concepção", pregou o relator.

Depois da aprovação do texto principal, a sessão foi novamente interrompida. Agora, será preciso votar os destaques, dentre os quais um que retorna o texto original da proposta e suprime o trecho do aborto. O deputado Jorge Solla (PT-BA), embora favorável à aprovação da supressão, admite que dificilmente o texto voltará à proposta original. "Somente se houvesse uma mudança da relação de forças da comissão", disse. 
Fonte/Notícias ao Minuto.

BOLSONARO É CONDENADO A PAGAR R$ 150 MIL REAIS POR OFENSAS HOMOFÓBICAS.

Decisão foi proferida em segunda instância; parlamentar disse, em programa de TV, que nunca teria filho gay porque dava "boa educação".
O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) foi condenado, em segunda instância, a pagar R$ 150 mil por dano moral coletivo por ofensas feitas contra a população LGBT. 

Em 2015, o parlamentar já havia sido condenado na 6ª Câmara Cível, no Rio de Janeiro. A ação civil pública se refere a declarações feitas por Bolsonaro no programa CQC, da TV Bandeirantes, em março de 2011.

Na ocasião, o deputado afirmou que nunca passou pela sua cabeça ser pai de uma pessoa homossexual porque seus filhos tiveram uma “boa educação”. Bolsonaro também disse e não participaria de um desfile gay porque não promoveria “maus costumes” e porque “acredita em Deus e na preservação da família”.

A ação foi ajuizada pelas organizações Grupo Diversidade Niterói, Grupo Cabo Free de Conscientização Homossexual e Combate à Homofobia e Grupo Arco-Íris de Conscientização.
Fonte/Notícias ao Minuto.