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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

MENINO DE SETE ANOS MORRE ATROPELADO EM ARCOVERDE.

Um menino de sete anos morreu após se atropelado na tarde de quarta-feira (29/11) no município de Arcoverde. O acidente aconteceu na estrada que dá acesso ao Sítio Malhadas, na zona rural. A criança voltava da escola e desceu de um ônibus com outros estudantes.

De acordo com a PRF, ao tentar atravessar a pista, o menino foi atropelado por um carro. Ele foi levado para o Hospital Regional de Arcoverde, mas não resistiu aos ferimento e faleceu. O pai do menino estava próximo ao local, onde sempre ia encontrar o filho para acompanhá-lo até a casa.

O motorista do carro sofreu uma pancada na cabeça e também foi levado para o hospital. A esposa dele, que estava no banco do passageiro, sofreu escoriações leves. O teste do bafômetro foi realizado, onde ficou constatado que o condutor não havia consumido bebidas alcoólicas.

O condutor do veículo disse à PRF que não conseguiu desviar da criança, perdeu o controle do veículo e capotou. Ele deve prestar depoimento à Polícia Civil.
Fonte/NE10. 

EX-PRESIDIÁRIO É ASSASSINADO NA ZONA RURAL DE CARUARU.

O crime aconteceu no final da noite desta quarta-feira (29/11) no Sítio Cipó Zona Rural de Caruaru.

A vítima o ex-presidiário José Cícero da Silva de 31 anos, ele era natural de Cupira. 

Ele foi assassinado por dois elementos não identificados, um deles encapuzados.

Segundo as informações a vitima tinha chegado de São Paulo faziam três meses.

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA DO SENADO APROVA MEDIDA QUE AUTORIZA A POSSE DE ARMA DE FOGO PARA MORADORES DE ZONA RURAL.

Moradores da zona rural poderão ser autorizados a adquirir uma arma de fogo para utilizar na segurança de sua família e propriedade. Essa permissão está no PLS 224/2017, do senador Wilder Morais (PP-GO), aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), nesta quarta-feira (29/11).

A proposta modifica o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003), e o relatório é do senador Sergio Petecão (PSD-AC), que recebeu 11 votos a favor e cinco contrários. Houve uma abstenção. Se não for apresentado recursos para votação pleo Plenário do Senado, o PLS 224/2017 será enviado, diretamente à Câmara dos Deputados.

A proposição impõe algumas condições para os residentes na zona rural conquistarem o direito. Além de serem maiores de 21 anos, os interessados precisarão apresentar documento de identificação pessoal, comprovante de moradia e atestado de bons antecedentes. 

Essas três exigências já são feitas para quem mora na zona rural e atua como caçador para prover a subsistência de sua família. Mas, nesse caso, o Estatuto do Desarmamento estipula a idade mínima de 25 anos para o caçador de subsistência ter o porte de arma concedido pela Polícia Federal. 

“Propomos este projeto visando a assegurar aos residentes em áreas rurais o direito de adquirir uma arma de fogo de uso permitido para utilização em suas propriedades, as quais, não raro, encontram-se a centenas de quilômetros de um posto policial, o que coloca inúmeras famílias à mercê do ataque de criminosos ou, até mesmo, de animais silvestres, não assistindo a elas quaisquer meios de defesa de sua vida e de sua propriedade”, explicou Wilder na justificação do projeto.

 Apesar de o PLS 224/2017 fixar uma idade menor que a exigida do caçador de subsistência para o morador da zona rural obter a posse da arma, Petecão avaliou que essa distinção deve ser mantida. 

“Como não se trata do porte da arma de fogo, mas de mera possibilidade de aquisição, entendemos que o requisito de idade mínima pode ser reduzido para as pessoas com mais de 21 anos”, argumentou o relator. 

Por meio de sua emenda, Petecão tratou apenas de ajustar o texto do Estatuto do Desarmamento para permitir que os residentes em áreas rurais possam conseguir o direito à posse de arma de fogo com menos idade. 

O parecer foi aprovado após longo debate. Os defensores da iniciativa alegaram que moradores rurais não dispõem de qualquer meio de defesa diante de ataques de criminosos. Além disso, o projeto autoriza apenas a posse e não o porte da arma. 

— Sou contra a arma e trabalhei pelo Estatuto do Desarmamento, mas o Brasil chegou a nível de violência que não dá para calcular. É algo surreal — alegou Magno Malta (PR-ES). 

Os parlamentares contrários à iniciativa temem pelo aumento da violência no campo. Além disso, alegam que colocar mais armas nas mãos do povo não vai reduzir a criminalidade.

 — Vocês não estão pensando nos efeitos colaterais dessa medida e estão desestruturando uma política correta, prevista no Estatuto do Desarmamento — protestou Lindbergh Farias (PT-RJ).