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terça-feira, 14 de agosto de 2018

SÃO JOAQUIM DO MONTE: MISSA MARCA 10 ANOS DA CONSTRUÇÃO DO MONUMENTO DO FREI DAMIÃO.

Uma celebração eucarística realizada nesta quarta-feira (15/8) irá marcar o aniversário da construção da estátua do Frei Damião, localizada no Alto do Cruzeiro em São Joaquim do Monte-PE.

A missa será celebrada pelo pároco da cidade Isael Torres, na capela de São Sebastião localizada no Cruzeiro do Frei Damião, às 19h. A imagem do frade capuchinho tem dez metros de altura e a assinatura da artista plástico José Caxiado, cuja execução e finalização durou quatro meses.
Fonte/NE10.

TABIRA-PE: DOIS HOMENS SÃO QUEIMADOS APÓS MARCAR ENCONTRO COM CONHECIDO.

O fato aconteceu na noite desta segunda feira (13/8) na cidade de Tabira.

As vítimas Iago Estevão da Silva de 18 anos e José Carlos da Silva Santos de 44 anos.

Eles deram entrada no Hospital da Restauração em estado Grave, apresentando queimaduras em mais de 60% do corpo.

Segundo as informações da Polícia de Tabira, Iago teria recebido uma ligação de um conhecido, marcando encontro em uma localidade conhecida como Jureminha (não foi divulgado o motivo do encontro). Ele teria ido junto com José Carlos. Ao chegarem no local marcado, eles forma surpreendidos por dois homens numa moto, que jogaram gasolina e atearam fogo nos dois.

O estado de saúde das vítimas é grave. Até agora, ninguém sabe quem poderia ter cometido o crime, e o motivo.
Fonte/NE10.

EM ARTIGO NO NEW YORK TIMES, LULA DIZ QUE 'O TEMPO CORRE CONTRA A DEMOCRACIA'.

Em artigo publicado nesta terça-feira (14/8) no New York Times, o ex-presidente Lula volta a fazer a defesa de sua candidatura, destacando ter fé que a justiça prevalecerá. Contudo, admite que o tempo está correndo contra a democracia. "Eu não peço para estar acima da lei, mas um julgamento deve ser justo e imparcial. Essas forças de direita me condenaram, me prenderam, ignoraram a esmagadora evidência de minha inocência e me negaram habeas corpus apenas para tentar me impedir de concorrer à Presidência. Eu peço respeito pela democracia. Se eles querem me derrotar de verdade, façam nas eleições. Segundo a Constituição brasileira, o poder vem do povo, que elege seus representantes. Então deixe o povo brasileiro decidir", diz o texto, escrito da prisão pelo petista. 

O artigo é publicado um dia antes do encerramento do prazo previsto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o registro das candidaturas que irão disputar essas eleições gerais no País. Por ter sido condenado em segunda instância por um órgão colegiado da Justiça, o TRF4, Lula está impedido de concorrer pela Lei da Ficha Limpa. Contudo, seu partido insiste em manter o seu nome na disputa, tendo como plano B o do ex-prefeito Fernando Haddad e o da ex-presidenciável do PCdoB, Manuela D'Ávila. Na segunda-feira, em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", o ex-governador da Bahia Jaques Wagner alertou sua sigla da necessidade de se colocar logo em campo a estratégia de substituição de Lula, pois o PT não pode esperar "a vida inteira" para expor o ex-prefeito Fernando Haddad. 

No artigo que escreveu ao New York Times, sob o título "Eu quero democracia, não impunidade", o ex-presidente Lula reitera a sua tese de que "há um golpe de direita em andamento no Brasil, mas a justiça prevalecerá". Ele lembra que foi o primeiro líder trabalhista a ser eleito presidente do Brasil e que, na ocasião, o mercado financeiro se abalou, mas destaca que o crescimento econômico que se seguiu tranquilizou o mercado. E reitera que o programa que implantou de desenvolvimento do País e de inserção das classes mais pobres foi interrompido pelo impeachment de Dilma Rousseff e pela sua prisão. "Meu encarceramento foi a última fase de um golpe em câmera lenta destinado a marginalizar permanentemente as forças progressistas no Brasil", diz Lula no texto. 

Lula tece ainda críticas à gestão Temer e ao juiz Sérgio Moro, condutor da Lava Jato na primeira instância, dizendo que o magistrado tem sido celebrado pela mídia de direita no Brasil e se tornou intocável. E reitera que embora esteja na cadeia, "por razões políticas", está concorrendo à Presidência da República. E finaliza o artigo dizendo que não pede para estar acima da lei, mas que deseja um julgamento justo e imparcial. E apesar de dizer que é candidato, reconhece que "o tempo está correndo contra a democracia".