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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

BRASIL: UM BALÃO PODE TER SIDO A CAUSA DO INCÊNDIO DO MUSEU NACIONAL NO RIO DE JANEIRO.

Informação foi dada pelo chefe da pasta de cultura, Sérgio Sá Leitão.
Suspeitas levantadas na manhã desta segunda-feira (3/9) apontam que a queda de um balão pode ter sido a causa do incêndio que destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro, neste domingo (3/9). A informação foi dada pelo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. 

Leitão teria recebido a informação de um diretor do museu. O balão poderia ter atingido o teto do edifício, reforçando a tese de vigilantes que viram as chamas começando de cima para baixo. Um curto-circuito em um laboratório audiovisual do museu é outra hipótese levantada sobre as causas do incêndio. 

"É preciso apurar se há de fato uma conexão entre o incêndio e a fragilidade e a deficiência do museu", disse o ministro.

O INCÊNDIO
Um incêndio de grandes proporções atingiu o Museu Nacional, na noite deste domingo (2/9). O fogo começou por volta das 19h30 e uma equipe com cerca de 80 bombeiros e 21 viaturas trabalharam no local para conter as chamas. Subordinada à UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), a instituição está instalada em um palacete imperial que completou 200 anos em junho. Mais antigo do país e com acervo com mais de 20 milhões de peças, o museu passava por dificuldades financeiras geradas pelo corte em seu orçamento.

PESQUISA: SEM LULA, BOLSONARO E CIRO FARIAM SEGUNDO TURNO.

Levantamento ouviu 2 mil pessoas, em 26 estados e no Distrito Federal, entre os dias 1 e 2 de setembro,
Pesquisa do instituto FSB, encomendada pelo banco BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira (3/9), traz novo cenário sobre a intenção de voto dos brasileiros para o cargo de presidente da República. 

De acordo com o levantamento, que ouviu 2 mil pessoas, em 26 estados e no Distrito Federal, entre os dias 1 e 2 de setembro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue liderando a preferência do eleitorado. 

No cenário em que Lula é citado, mesmo após a decisão do Supremo, ele aparece com 37% dos votos, seguido de Jair Bolsonaro, com 22%; Ciro Gomes (PDT), com 7%; Geraldo Alckmin (PSDB), com 6%; Marina Silva (Rede), com 5%; João Amoêdo (Novo), 4%; Alvaro Dias (Podemos), com 3%; Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Cabo Daciolo (Patriota) com 1%. 

Um total de 9% disse que não votaria em nenhum candidato, brancos e nulos somaram 2%, e não sabem 2%. 

SEM LULA 
Já no quadro sem Lula, Bolsonaro assume a dianteira, com 26%, seguido por Ciro Gomes, com 12%. Logo atrás aparecem Marina Silva (Rede), com 11%; Geraldo Alckmin (PSDB), 8%; Fernando Haddad (PT), com 6%; João Amoêdo (Novo), 4%; Alvaro Dias (Podemos), 3%; Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Boulos (PSOL) e Cabo Daciolo (Patriota) com 1%. 

Um total de 18% disse que não votaria em nenhum candidato, brancos e nulos somaram 4%, não sabem 5%, e não respondeu 1%. 

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento tem intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01057/2018. 



sábado, 1 de setembro de 2018

TSE BARRA CANDIDATURA DE LULA: PT TEM 10 DIAS PARA INDICAR SUBSTITUTO.

Ministros também proibiram o petista de fazer campanha como candidato.
Em sessão extraordinária que durou mais de nove horas, cinco ministros, que já representam a maioria do Tribunal Superior Eleitoral, votaram por barrar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com base na Lei da Ficha Limpa. 

Nos termos do voto do relator, Luís Roberto Barroso, que foi acompanhado pela maioria, a decisão do plenário do TSE é a palavra final sobre a candidatura e passa a valer imediatamente, mesmo que a defesa de Lula recorra ao próprio tribunal e depois ao Supremo Tribunal Federal. 

Os ministros decidiram, seguindo o voto do relator, que o PT tem dez dias corridos para substituir Lula na cabeça da chapa. 

Votaram por negar o registro de candidatura o relator do processo, Barroso, além de Jorge Mussi, Og Fernandes, Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira.

Já Edson Fachin reconheceu a inelegibilidade de Lula, mas votou por liberar sua candidatura devido a uma decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU obtida pela defesa. Até a conclusão desta edição, o placar estava em 5 a 1 e a presidente do TSE, Rosa Weber, lia seu voto. 

A procuradora-geral, Raquel Dodge, e o relator do processo, Barroso, afirmaram que era preciso resolver a situação de Lula antes do início do horário eleitoral, que é neste sábado (1°) para candidatos à Presidência.

O QUE ACONTECE A PARTIR DE AGORA.
- Nos termos do voto do relator, acompanhado pela maioria da corte, a decisão já estará valendo, independentemente de eventual recurso da defesa. 

- Pela decisão, o PT tem dez dias corridos para substituir Lula. 

- O PT ainda pode, em tese, recorrer ao STF, caso decida insistir na candidatura de Lula. Mas o cenário é pouco provável

- O candidato a vice, Fernando Haddad, deve assumir a cabeça da chapa.
Fonte/Notícias ao Minuto.