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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

ELEIÇÕES: EM PESQUISA DA BTG/FSB, ALCKMIN ULTRAPASSA CIRO E AMOÊDO ULTRAPASSA MARINA.

O levantamento entrevistou, 2 mil eleitores nas 27 unidades da Federação nos dias 29 e 30 de setembro de 2018.
A menos de uma semana das eleições, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) subiu três pontos percentuais e ultrapassou pela primeira vez o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) na terceira posição, segundo pesquisa da FSB encomendada pela BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira (1/10). 

Já o empresário João Amoêdo (NOVO) superou pela primeira vez também em um levantamento a ex-senadora Marina Silva (REDE). 

No topo do levantamento, nenhuma novidade. O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) oscilaram dentro da margem de erro.

Geraldo Alckmin chegou a 11% contra 9% de Ciro Gomes, que oscilou um ponto para baixo. Os dois continuam, portanto, empatados tecnicamente dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para maus ou para menos. João Amoêdo saiu de 3% para 5%, ultrapassando Marina Silva, que caiu de 5% para 4%. Os dois estão empatados tecnicamente com o ex-ministro Henrique Meirelles (MDB) e o senador Alvaro Dias que marcaram 2% cada um.

Líder das pesquisas de intenção de votos, Jair Bolsonaro (PSL) oscilou dois ponto para baico e marcou 31%. Na segunda posição, Fernando Haddad (PT) oscilou um para cima e chegou a 24%. Brancos e nulos somaram 2%. 4% Não souberam ou não responderam.

Resumo do Primeiro Turno.
1° Jair Bolsonaro - 31%
2° Fernando Haddad - 24%
3° Geraldo Alckmin - 11%
4° Ciro Gomes - 9%
5° João Amoêdo - 5%
6° Marina Silva - 4%
7° Henrique Meirelles - 2%
     Álvaro Dias - 2% 
Outros candidatos não foram citados.
Brancos e Nulos - 2%
Não souberam ou não responderam 4%

2° Turno
Diferentemente de outros levantamento, Bolsonaro empata tecnicamente com Haddad, Alckmin e Ciro. Em um confronto com Marina, Bolsonaro supera a ex-senadora acima da margem de erro. Contra Haddad, Bolsonaro marcou 41% contra 45% do ex-ministro. Nesse cenário, brancos e nulos somaram 12%. 2% Não souberam ou não responderam.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-05879/2018. O intervalo de confiança é de 95%.
Fonte/NE10/Blog do Jamildo.

ELEIÇÕES: DEPUTADOS SÃO ELEITOS PELO SISTEMA PROPORCIONAL; VEJA COMO FUNCIONA

Os candidatos a prefeito, governador, senador e presidente da República são eleitos pelo voto majoritário. Ou seja, vence quem tem mais votos. Mas a eleição para vereador, deputado estadual e deputado federal é diferente. Eles são eleitos pelo sistema proporcional. Basicamente, os votos que "sobram" dos candidatos mais votados ajudam a eleger outros do mesmo partido ou coligação.

O cálculo de votos para a eleição de deputados federais funciona da seguinte forma:
Divide-se o número de votos válidos (em candidatos e em partidos) pelo número de vagas em disputa. O número que resulta dessa conta é o quociente eleitoral:

Em seguida, é feito a cálculo do quociente partidário, dividindo-se o número de votos que o partido obteve pelo quociente eleitoral.

O número inteiro da divisão, desprezando os algarismos após a vírgula, é o total de cadeiras que o partido ganha nesta primeira fase. Por exemplo, se um partido recebeu 25 mil votos, e o quociente for 10 mil, o resultado da conta dá 2,5. O partido teria direito a duas vagas.

Como a divisão geralmente produz números quebrados, sobral algumas vagas que são divididas por meio de outra conta, que inclui apenas os partidos que obtiveram cadeira na primeira fase.

No cálculo das sobras, divide-se o número de votos do partido ou coligação pelo número de vagas conquistadas na primeira fase, mais o número 1. Ganha a vaga o partido que obtiver a maior média na divisão. A divisão das sobras é feita várias vezes até que todas as cadeiras sejam preenchidas.

Após os dois cálculos, chega-se ao número de cadeiras por partido. São considerados eleitos os primeiros candidatos de cada partido ou coligação.

Cláusula de desempenho.
A cláusula de desempenho dos candidatos, estabelecida pela lei 13.165/15, prevê um número mínimos de votos para um deputado federal, estadual ou distrital se eleger. A intenção é inibir os casos em que um candidato com poucos votos seja eleito com a ajuda dos chamados "puxadores de votos" do partido ou coligação.

Pela nova regra, um candidato precisa ter pele menos 10% do quociente eleitoral para se eleger.
Fonte/NE10.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

PETROBRAS VAI PAGAR R$ 3,4 BILHÕES PARA ENCERRAR INVESTIGAÇÕES SOBRE CORRUPÇÃO,

A Petrobras vai pagar multa de US$ 853 milhões (R$ 3,4 bilhões ao câmbio atual) para encerrar investigações do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre os crimes de corrupção descobertos pela Operação Lava Jato, segundo acordo anunciado nesta quinta-feira (27/9) pela estatal. 

A companhia foi multada também em US$ 933 milhões (R$ 3,8 bilhões) pela SEC, o xerife do mercado de ações americano, mas o valor foi descontado de acordo feito com investidores no início do ano, quando a empresa desembolsou US$ 2,9 bilhões (cerca de R$ 10 bilhões) para encerrar ação coletiva movida por detentores de ações na bolsa de Nova York. 

"Os acordos atendem aos melhores interesses da Petrobras e seus acionistas e põem fim a incertezas, ônus e custos associados a potenciais litígios nos Estados Unidos", afirmou a companhia, em comunicado a investidores divulgado nesta quinta. 

Com o acerto, a estatal encerra disputas relacionadas ao esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato nos Estados Unidos. A empresa enfrenta ainda um processo de arbitragem movido por investidores no Brasil e uma ação coletiva na Holanda. 

O acordo com o Departamento de Justiça prevê o pagamento de 10% do valor total a cada autoridade norte-americana. Os 80% restantes vão compor um fundo para programas sociais e educacionais voltados à promoção da transparência, cidadania e conformidade no setor público, monitorado pelo Ministério Público Federal. 

A Petrobras vinha sendo investigada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos desde 2014, quando veio à tona o esquema de corrupção. Segundo a estatal, o acordo reconhece que a empresa foi vítima do esquema e afasta a possibilidade de ações criminais na Justiça daquele país. "Pelo acordo, o DoJ [Departamento de Justiça] também reconhece a situação de vítima da Petrobras deste esquema de corrupção e a SEC reconhece a atuação da companhia como assistente de acusação em mais de 50 ações penais no Brasil), disse a empresa.

Até agora, a Petrobras recuperou R$ 2,5 bilhões como ressarcimento por perdas causadas pela corrupção. 

Com o acordo, encerram-se os processos nos Estados Unidos envolvendo os crimes da Lava Jato.No início do ano, a companhia anunciou o pagamento de US$ 2,9 bilhões (R$ 10 bilhões, na cotação da época) para por fim a ação coletiva movida por investidores que compraram papeis da companhia na bolsa de Nova York. 

A Petrobras vai reconhecer provisão de R$ 3,6 bilhões em seu balanço do terceiro trimestre para pagar a multa e tributos relacionados. Os desembolsos, porém, serão feitos ao longo de um ano. 

A Odebrecht e a Braskem também já foram multadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos em acordos para evitar processos relacionados à Lava Jato. A Odebrecht, que reconheceu ter pago propinas em troca de contratos, teve multa de US$ 2,6 bilhões (R$ 10,5 bilhões pela cotação atual). A Braskem pagou US$ 632 milhões (R$ 2,5 bilhões).
Fonte/Notícias ao Minuto.