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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

NÁUTICO: ALAMBRADO DOS AFLITOS TERÁ MAIS DE 200 NOMES GRAVADOS.

Nesta semana o Náutico divulgou a lista dos torcedores que terão os nomes eternizados nos Aflitos. Até agora, 228 pessoas compraram um lugar nas placas de vidro do alambrado. Cada alvirrubro pagou um valor de R$ 600,00 por um espaço de 10x15 cm para ter o nome imortalizado no Eládio de Barros Carvalho. O valor arrecadado com a campanha denominada de Imortais dos Aflitos, será direcionada para finalizações de obras. 

São 407 placas de vidro instaladas no estádio e o torcedor que desejar ter o seu nome gravado, ou mesmo uma mensagem para homenagear o time no alambrado, pode encaminhar um e-mail para a ouvidoria do clube.
Fonte:NE10/blog do torcedor.

CNI VOLTA A SE MANIFESTAR CONTRA A EXTINÇÃO DO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifestou-se hoje (30/10) contra a possibilidade de extinção do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Nesta terça-feira (20/10), o coordenador de economia da campanha de Bolsonaro, Paulo Guedes, confirmou a fusão das pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio. Guedes é apontado como futuro ministro da Economia no próximo governo. 

O presidente da CNI, Robson de Andrade, reiterou o posicionamento da instituição contra a extinção da pasta da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. “Tendo em vista a importância do setor industrial para o Brasil, que é responsável por 21% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional e pelo recolhimento de 32% dos impostos federais, precisamos de um ministério com um papel específico, que não seja atrelado à Fazenda, mais preocupada em arrecadar impostos e administrar as contas públicas”, disse Andrade, em nota. 

Para ele, uma indústria forte é o caminho para levar o Brasil para a rota do desenvolvimento econômico e social. “Nenhuma grande economia do mundo abre mão de ter um ministério responsável pela indústria e pelo comércio exterior forte e atuante”. Andrade enfatizou que tirar um ministério específico para o setor é ir na contramão da tendência de países como Inglaterra e Estados Unidos que, segundo ele, têm reforçado sua política industrial. 

Antes mesmo do segundo turno das eleições, a criação de um “superministério” da Economia já era uma possibilidade prevista no programa de governo do PSL, partido do presidente eleito Jair Bolsonaro.Na ocasião, a CNI manifestou-se contra a ideia. “Os ministérios da Fazenda e do Planejamento desempenham papéis específicos. Quem vai defender as políticas industriais?”, questionou, então, a CNI.
Fonte/Notícias ao Minuto.

BOLSONARO CONFIRMA CRIAÇÃO DE SUPERMINISTÉRIO DA ECONOMIA.

Após a primeira reunião em que foi tratada a transição de governo, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), decidiu manter o superministério da Economia. 

A nova pasta será formada pela junção de Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio Exterior e será comandada por Paulo Guedes. 

Embora essa estrutura já estivesse no plano de governo apresentado à Justiça Eleitoral, em entrevista recente, Bolsonaro admitiu que poderia manter a pasta de Indústria e Comércio Exterior separada, após sofrer pressão por setores da indústria. 

A fusão dos ministérios foi confirmada por dois futuros ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Guedes, ao deixarem a reunião. Eles confirmaram também que Agricultura e Meio Ambiente serão um único ministério.  

A decisão reflete uma nova mudança de Bolsonaro sobre a estrutura de seu governo. Antes do início da campanha, ele prometeu reduzir de 29 para 15 o número de ministérios. Entre o primeiro e o segundo turno, admitiu que poderia ter uma estrutura maior, ao reconhecer que poderia rever essas duas fusões. 

Lorezoni, que será o coordenador do governo de transição, disse que serão entre 15 e 16 ministérios, mas que ainda há indefinição sobre uma das pastas. Ele não quis detalhar qual e disse que isso deve ser divulgado até o fim da semana. 

Inicialmente ele não quis confirmar a manutenção do superministério da Economia. Coube a Guedes confirmar a fusão a jornalistas. 

O futuro ministro da área econômica mostrou-se irritado ao ser questionado sobre a mudança de planos e sobre a pressão de setores da indústria para que Comércio Exterior fosse uma pasta independente. "Nós vamos salvar a indústria brasileira apesar dos industriais", respondeu Guedes. 

Segundo Lorenzoni, Bolsonaro já tem uma lista dos futuros ministros, mas os nomes serão divulgados ao longo do processo de transição. Ele acrescentou que a prioridade é definir a estrutura de ministérios. 

O encontro ocorreu no Rio de Janeiro e teve a participação também do senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ) e dos ex-dirigentes do PSL Gustavo Bebianno e Julian Lemos.
Fonte/Notícias ao Minuto.