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terça-feira, 6 de novembro de 2018

PANELAS-PE: MOTOTAXISTA FOI ASSASSINADO NA TARDE DESSA TERÇA-FERIRA (6/11).

VÍTIMA.
Foto: Divulgação Blog do Adielson Galvão
O assassinato aconteceu no final da tarde dessa terça-feira (6/11).

A vítima José Edmilson Torres dos Santos, de 23 anos, mototaxista conhecido como "Ju Mototaxi", ele residia na Rua Paulo Soares no bairro Santa Tereza. 

De acordo com as informações da Polícia Militar, a vítima estava ao lado de uma oficina de motos localizada na Rua João Tenório de Andrade, quando foi surpreendido por dois homens que estavam em uma motocicleta e efetuaram quatro disparos contra a vítima e em seguida fugiram em alta velocidade. Os socorristas do hospital da cidade foram até o local, prestaram os primeiros socorros a vítima, o levaram ao hospital local, mas infelizmente o rapaz não resistiu e faleceu.

O corpo foi encaminhado para IML de Caruaru.
Foto: Divulgação Blog do Adielson Galvão.

BOLSONARO ESTUDA FIM DO MINISTÉRIO DO TRABALHO.

A equipe de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro, estuda extinguir o Ministério do Trabalho. Há várias alternativas em avaliação para que a condução dos temas ligados à área do emprego e renda seja conduzida de forma mais eficiente do que concentrada numa única pasta. 

Uma delas é ligar a área a algum órgão ligado à Presidência da República. 

Entre outras alternativas em discussão está fatiar as diferentes áreas, transferindo, por exemplo, a gestão da concessão de benefícios para órgãos ligados à área social e a gestão da política de trabalho e renda para o novo Ministério da Economia ou para um órgão dedicado às questões de produtividade, um dos temas considerados prioritários na equipe do futuro ministro Paulo Guedes. 

Também está em discussão novos modelos para a condução de questões sindicais e de fiscalização. 

A possibilidade do status de ministério já teria entrado no radar de integrantes do atual governo que são contrários à medida. 

O Ministério do Trabalho soltou uma nota no final na manhã desta terça-feira (6/11) destacando que foi "criado com o espírito revolucionário de harmonizar as relações entre capital e trabalho em favor do progresso do Brasil", que completa 88 anos no 26 de novembro "e se mantém desde sempre como a casa materna dos maiores anseios da classe trabalhadora e do empresariado moderno, que, unidos, buscam o melhor para todos os brasileiros." 

O texto também destaca que "o futuro do trabalho e suas múltiplas e complexas relações precisam de um ambiente institucional adequado para a sua compatibilização produtiva, e o Ministério do Trabalho, que recebeu profundas melhorias nos últimos meses, é seguramente capaz de coordenar as forças produtivas no melhor caminho a ser trilhado pela Nação Brasileira, na efetivação do comando constitucional de buscar o pleno emprego e a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros".  
Fonte/NE10.

BOLSONARO DIZ QUE SE DEPENDER DELE NÃO VAI HAVER MAIS TERRAS PARA OS ÍNDIOS.

As declarações foram dadas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro em entrevista à TV Bandeirantes.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), voltou a dizer, em entrevista ao Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, que, se depender dele, não haverá mais demarcação de terras indígenas no país. 

"Eu tenho falado que, no depender de mim, não tem mais demarcação de terra indígena", disse Bolsonaro nesta segunda-feira (5/11) ao apresentador José Luiz Datena . "Afinal de contas, temos uma área mais que a região Sudeste demarcada como terra indígena. E qual a segurança para o campo? Um fazendeiro não pode acordar hoje e, de repente, tomar conhecimento, via portaria, que ele vai perder sua fazenda para uma nova terra indígena", disse. 

Segundo Bolsonaro, as reservas existentes foram "superdimensionadas" e "não tem como mexer", mas afirmou que o que vier a fazer é "com o aparato da lei". "Índio é um ser humano como nós. Ele quer empreender, quer luz elétrica, quer médico, quer dentista, quer um carro, quer viajar de avião", disse. 

Não é a primeira vez que Bolsonaro indica sua posição neste sentido. Em outra entrevista, antes da eleição, o capitão reformado criticou o que chamou de "indústria da demarcação de terras" e disse que os índios "não querem ser latifundiários". "Índio quer poder arrendar a terra, quer poder fazer negócio (...) Não quer ser usado para políticas", declarou, na época. 

Em 2017, em visita a Mato Grosso, Bolsonaro também se disse contra o reconhecimento de novas terras indígenas no país. "Não terá um centímetro quadrado demarcado", afirmou. 

Segundo a Funai (Fundação Nacional do Índio), cancelar novas demarcações de terra indígena acabaria com 129 processos que hoje estão em andamento, em diferentes etapas. Existem atualmente 11,3 milhões de hectares em estudo para demarcação, abrigando cerca de 120 mil indígenas.
Fonte/Notícias ao Minuto.