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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

PARABÉNS


Felicitamos hoje o vereador MANOELSON PATRÍCIO (MANO) pela passagem do seu Aniversário.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

IBIRAJUBA SE MANTEM EM PRIMEIRO LUGAR NO RANKING DE PACIFICAÇÃO DOS MUNICIPIOS.

O Projeto Cidade Pacífica, do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), divulgou, o segundo ranking de pacificação dos municípios que se engajaram no combate à violência dentro de suas fronteiras e avaliar os resultados do Projeto. O objetivo é informar o quanto cada município avançou após a adoção de medidas concretas, por parte dos gestores públicos, para reduzir os índices de criminalidade e aumentar a sensação de seguranças nos moradores. O primeiro ranking foi divulgado em 31 de agosto deste ano. 

Com o ranking, que tem como base os dados de criminalidade divulgados pela Secretaria de Defesa Social do Governo de Pernambuco, é possível comparar o desempenho dos municípios logo após eles assinarem Termo de Cooperação Técnica para adesão ao Cidade Pacífica, projeto institucional do MPPE. Assim, se pode avaliar o quanto houve de mudança de um período a outro e o quanto cada município se esforçou para mudar seu cenário de insegurança. 

“O MPPE cumpre seu compromisso de respaldar os gestores públicos sobre a eficiência de suas atitudes quanto ao Cidade Pacífica. Eles monitoram seu desempenho e se estimulam a melhorar para conseguir atingir uma boa posição no ranking”, afirmou o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Criminal (Caop Criminal), promotor de Justiça Luís Sávio Loureiro. 

Nesta segunda classificação, o município de Ibirajuba se manteve no primeiro lugar em relação à primeira, seguido de Lagoa Grande, que também preservou a posição. Já Orocó caiu do terceiro para o quarto lugar e foi substituído por Cabrobó. Cachoeirinha alcançou o quinto lugar e, assim, Petrolina desceu para a sexta colocação. Altinho e Caruaru trocaram de lugar, com a Capital do Forró descendo de oitavo para nono (ver a tabela completa do ranking abaixo). 

Nesta segunda classificação, o município de Ibirajuba se manteve no primeiro lugar em relação à primeira, seguido de Lagoa Grande, que também preservou a posição. Já Orocó caiu do terceiro para o quarto lugar e foi substituído por Cabrobó. Cachoeirinha alcançou o quinto lugar e, assim, Petrolina desceu para a sexta colocação. Altinho e Caruaru trocaram de lugar, com a Capital do Forró descendo de oitavo para nono (ver a tabela completa do ranking abaixo). 

O município adere ao Cidade Pacífica através de convênio firmado com o MPPE, por intermédio da promotoria local, devendo implementar no mínimo sete desses eixos, de acordo com a sua realidade. “São medidas simples que aumentam a sensação se segurança da população, como, por exemplo, melhorar a iluminação das ruas. As pessoas se sentem mais confortáveis em sair de casa, trazendo mais trânsito para os espaços públicos, e os criminosos se sentem mais inibidos em cometer alguma violência”, comentou Luís Sávio Loureiro. 

Com o ingresso no projeto, as Prefeituras podem apresentar medidas distribuídas em nove eixos temáticos propostos pelo MPPE. Os eixos são: Guarda municipal pacificadora; Segurança nos estabelecimentos comerciais/bancários; Esporte pacificador/Cultura/Lazer; Mesa municipal de segurança; Proteção integrada pacificando escolas; Empresas solidárias; Transporte pacificador; Iluminação pacificadora; e Pacificando Bares e similares (operação Bar Seguro). 

“É um projeto que está se espalhando por Pernambuco. Nós do MPPE defendemos que a sociedade pode contribuir para a sua própria pacificação. Não há como resolver o problema da violência sem contar com a participação popular. O Cidade Pacífica busca soluções de acordo também com as particularidades locais apontadas pelos moradores”, comentou o procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros. 

Metodologia do ranking- O Índice de Pacificação é representado numa escala de 0 a 5, onde 0 indica um município menos pacificado. Quanto mais próximo de 5, maior o nível de pacificação do município. O indicador é calculado a partir de uma média ponderada entre o CVLI (Crimes violentos letais e intencionais) e o CVP (Crimes violentos contra o patrimônio), a qual foram atribuídos os pesos de 80% e 20%, respectivamente. 

O índice possibilita gerar o ranking dos municípios com maior nível de pacificação. Também é possível comparar o desempenho dos municípios entre períodos diferentes e avaliar o quanto mudou de um período para o outro. Esse percentual de variação do índice de pacificação possibilita destacar o esforço de cada município em mudar o cenário da criminalidade.

Fonte/MPPE



segunda-feira, 12 de novembro de 2018

TRIO DE CANIBAIS SERÃO JULGADOS NO RECIFE.

Foto/Divulgação Agreste Violento.
Quem lembra do trio de criminosos que forma presos na cidade de Garanhuns acusados de comerem carne humana?

Eles irão a julgamento acusado de assassinados em série e canibalismo no município de Garanhuns-PE. Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva, que ficaram conhecidos mundialmente como os "Canibais de Garanhuns", serão julgados pelas mortes de duas mulheres. Os crimes aconteceram entre fevereiro e março de 2012.

O júri popular estava inicialmente previsto para 26 de abril deste ano, mas foi adiado porque a defesa dos réus solicitou o desaforamento. Os advogados alegaram que os moradores de Garanhuns estavam muito comovidos com o caso, e que isso poderia influenciar a decisão dos sete jurados. O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) deferiu o pedido da defesa e transferiu o julgamento para a capital pernambucana.

Desta vez o júri foi marcado para o próximo dia 23 de novembro, no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, na área central do Recife. A expectativa é de que a sentença seja anunciada no mesmo dia.

De acordo com a denúncia, Alexandra Falcão da Silva, 20 anos, e Giselly Helena da Silva, 31 anos foram atraídas para a casa dos acusados com a promessa de que iriam trabalhar como babás. Os crimes aconteceram em meses diferentes. Elas foram assassinadas, esquartejadas a partes das carnes das coxas, pernas, braços, nádegas e fígado foram retiradas e consumidas. Os restos mortais foram enterradas no quintal. 

Na decisão levar o trio a júri popular, a juíza de Garanhuns, Pollyanna Maria Barbosa Cotrim, destacou que os acusados confessaram que “parte (da carne humana) foi utilizada na confecção de empadas e coxinhas que foram vendidas em diversas partes desta cidade, inclusive neste Fórum (de Garanhuns-PE)”. 

Jorge, Isabel e Bruna respondem por duplo homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, emprego de meio cruel e emboscada), ocultação e vilipêndio de cadáver. O trio permanece preso. 

Essa é a segunda vez em que os canibais vão a júri popular. Em 2014, Jorge, Bruna e Isabel foram condenados pela primeira vez pelo homicídio quadruplamente qualificado da Jéssica Camila da Silva Pereira, de 17 anos, em Olinda. Essa teria sido a primeira vítima do trio. Jorge pegou a maior pena: 23 anos de reclusão. Isabel e Bruna pegaram 20 anos de prisão cada uma. 

Antes do primeiro julgamento, os acusados passaram por exames de sanidade mental. Os laudos apontaram que todos tinham consciência dos crimes e não apresentavam nenhum distúrbio psiquiátrico.