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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

CONSUMIDORES PAGARÃO R$ 17 BILHÕES NA CONTA DE LUZ PARA COBRIR SUBSÍDIOS.

A decisão foi tomada pela Aneel e o impacto médio na conda de luz será de 1,45%.
Os consumidores de energia elétrica terão que pagar R$ 17,187 bilhões para cobrir o custo dos subsídios do setor em 2019. O valor foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para que seja possível cobrir o orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), taxa embutida na conta de luz que banca programas sociais, descontos tarifários e empréstimos subsidiados para o setor. 

O orçamento da CDE neste ano deve somar R$ 20,208 bilhões, mas o fundo setorial contará com fontes de receita próprias de R$ 3,021 bilhões. O déficit da conta, portanto, é de R$ 17,187 bilhões, que serão repassados aos consumidores, por meio da conta de luz. 

No ano passado, o orçamento geral da CDE atingiu R$ 20,053 bilhões. Neste ano, portanto, as despesas aumentariam em R$ 155 milhões, ou 1%. 

Os subsídios na conta de luz beneficiam diversos grupos de interesse. Na prática, o consumidor residencial paga um valor adicional para permitir que outros possam ter descontos tarifários. Todos os grupos beneficiados têm seus descontos assegurados por lei ou decreto. 

Para pagar a CDE 2019, a Aneel prevê que as tarifas vão subir 1,45% em todo o País, em média. Para clientes do Norte e Nordeste, a alta seria de cerca de 0,82%. Para os das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o aumento seria de 1,74%. 

Por nível de tensão, segundo a Aneel, no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, os consumidores de alta tensão terão aumento de 2,37% nas tarifas; os de média tensão, 1,78%; e os de baixa tensão, 1,30%. No Norte e Nordeste, o impacto médio será de 1,25% na alta tensão; 0,72% na média tensão; e 0,54% na baixa tensão. 

Ainda segundo a Aneel, consumidores cativos, atendidos pelas distribuidoras de energia, sentirão impacto negativo de 0,2% na conta de luz, em média. 

A CDE é um fundo setorial que concede benefícios a diversos grupos, como a tarifa social da baixa renda e o programa Luz para Todos; descontos para diversos grupos, como agricultores, irrigantes e empresas de saneamento; subsídios para produtores e consumidores de energias renováveis; subsídios para a compra de carvão mineral; empréstimos subsidiados para as distribuidoras da Eletrobras; compra de combustível para usinas termelétricas em regiões isoladas, entre outros. 

O presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores (Abrace), Edvaldo Alves de Santana, disse estar decepcionado em relação ao patamar dos subsídios e cobrou uma postura mais ativa do órgão regulador sobre o tema, com fiscalização sobre os beneficiários. A Abrace calculou que a conta estava superestimada em R$ 8,5 bilhões. 

"Se uma organização pode moralizar a CDE, não tenho dúvida que é a Aneel, não o Tribunal de Contas da União (TCU), governo ou Congresso", disse Santana. "Pelo menos o orçamento de subsídios não cresceu tanto, mas o nosso questionamento não era quanto ao impacto na conta de luz, mas sim se esse orçamento não poderia reduzir mais." 

Para a indústria, o aumento será de cerca de 1,5%, segundo a Santana. Porém, os valores variam conforme as distribuidoras e os clientes e, em alguns casos, pode chegar a até 10% para os clientes de alta tensão no Sul, Sudeste e Centro-Oeste. 

O diretor-geral da Aneel, André Pepitone, disse que os subsídios da CDE são aprovados em lei e decretos e afirmou que o órgão regulador não tem "discricionariedade" para reduzir o valor. Ele disse que cabe ao Congresso Nacional discutir a necessidade de manutenção de subsídios que incentivam a compra de energia de fontes renováveis, como eólicas e solares, por exemplo. 

"Hoje as renováveis já são fontes maturadas, mas recebem um subsídio oneroso ao consumidor brasileiro, que já paga uma tarifa está muito elevada", disse. Ainda segundo ele, a recomendação do grupo de trabalho do governo sobre subsídios é extinguir, em até cinco anos, os subsídios para agricultores, irrigantes e empresas de saneamento e de água. A redução seria gradual, de 20% ao ano, mas teria que ser proposta e aprovada, por meio de projeto de lei, à Câmara e ao Senado.
Fonte/Notícias ao Minuto.

BELO JARDIM-PE: GRAVE ACIDENTE DEIXA UMA PESSOA MORTA E OUTRA GRAVEMENTE FERIDA.

VÍTIMA FATAL
Junior Santos
Foto: Divulgação Blog do Adielson Galvão
O grave acidente aconteceu no inicio da noite desta terça-feira (18/12) na PE-166 na zona rural de Belo Jardim.

A vítima fatal identificada por Junior Santos. E um outro homem identificado  como Chapa foi transferido para o Recife em Estado muito Grave. 








VÍTIMA QUE FICOU EM ESTADO GRAVE
Chapa
Foto: Divulgação Blog do Adielson Galvão.
Segundo as informações as vítima trafegavam pelo local em uma moto Honda Pop de placa PDI 2860, quando colidiram de frente com um caminhão que transportava água potável. Junior Santos morreu no local, e Chapa foi socorrido pelo SAMU, e segundo o que foi apurado, ele teria quebrado os braços, e as pernas e uma das costelas, seu estado é grave.

O corpo foi encaminhado para o IML de Caruaru. 

LAJEDO: AGRICULTOR FOI ASSASSINADO A GOLPES DE FACA.

VÍTIMA
Foto: divulgação Agreste Violento.
O crime aconteceu por volta das 20h00 desta terça-veira (18/12) na rua Das Caixas em Lajedo-PE.

A vítima João Bezerra de Oliveira de 58 anos, agricultor que residia na Rua João Bezerra de Oliveira também em Lajedo.

A esposa da vítima informou que a vítima teria saído para comprar cigarros, após alguns minutos voltou ferido com golpes de faca. A vítima ainda consciente pegou sua motocicleta e se deslocou para o hospital de Lajedo, mais não resistiu aos ferimentos e faleceu. A testemunha informou ainda que a vítima não tinha inimigos e que o crime ocorreu na rua da ex-esposa dele. 

A polícia foi acionada para tomar as medidas cabíveis ao caso.