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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

MAIS MÉDICOS: BRASILEIROS DEVEM SE APRESENTAR A PARTIR DESTA SEGUNDA-FEIRA.

Profissionais que decidirem não comparecer mais às atividades devem informar ao município onde trabalhariam.
Profissionais com registro no Brasil inscritos na segunda chamada do Programa Mais Médicos devem se apresentar a partir de hoje (7/1) aos municípios. De acordo com o Ministério da Saúde, o prazo vai até a próxima quinta-feira (10/1). 

Médicos que decidirem não comparecer mais às atividades devem informar ao município onde trabalharia, que fica encarregado de comunicar a desistência ao governo federal. 

Segundo o Ministério da Saúde, candidatos que desistirem dos postos terão as vagas colocadas de volta ao edital do Mais Médicos. O sistema será atualizado com as vagas disponíveis para os profissionais formados no exterior. 

A previsão é que a lista de médicos brasileiros homologados que deram início às atividades seja publicada no próximo dia 14.

O ministério lançou, desde novembro, editais para a substituição de 8.517 cubanos que atuavam em 2.824 municípios e 34 distritos sanitários especiais indígenas (DSEI). Inicialmente, concorreram apenas médicos brasileiros com registro no país. Um novo edital, em andamento, seleciona também profissionais formados no exterior. 

Ao assumir o comando da pasta, o médico Luiz Henrique Mandetta disse, na última quarta-feira (2/1), que pretende revisar o Mais Médicos e rebateu a afirmação de que faltam profissionais no Brasil. Segundo ele, o país conta com aproximadamente 320 faculdades de medicina e 26 mil médicos graduados em 2018, com previsão de aumento desse contingente em 10% ao ano até chegar a 35 mil profissionais formados. 

“Quem forma essa quantidade toda de profissionais? Muitos deles endividados pelo Fies [Fundo de Financiamento Estudantil] e muitos formados em escola pública. Não temos uma proposta ou política de indução para que eles venham para o sistema público de saúde.” 
Fonte: Notícias ao Minuto.

BOLSONARO SANCIONA MEDIDA PROVISÓRIA CRIADA NO GOVERNO TEMER.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou na sexta-feira (4/1) a lei que regulamenta a criação de fundos patrimoniais, mecanismo que possibilita maior sustentabilidade financeira para organizações sem fins lucrativos. A aprovação foi publicada nesta segunda-feira (7/1). 

Após Michel Temer, autor da Medida Provisória que originou a lei, deixar o cargo sem avalia a regulamentação, o texto foi aprovado no limite do prazo. 

A demanda para que uma legislação fornecesse segurança jurídica aos chamados endowments já vinha sendo feita há algum tempo pelo terceiro setor. O incêndio do Museu Nacional em setembro de 2018, que evidenciou a falta de financiamento, foi o estopim para a publicação da MP. 

No mecanismo, um investimento inicial é feito a partir de doações e novos repasses alimentam esse montante. Os rendimentos gerados a partir dele podem ser usados para que organizações tenham fonte regular de recursos.
Fonte: Notícias ao Minuto.

FIFA PODE MUDAR O FUTURO DO FUTEBOL MUNDIAL EM 2019.

O ano de 2019 pode entrar para a história como o que mudou para sempre o futebol mundial. A partir das próximas semanas, a FIFA, clubes, patrocinadores e federações, um batalhão de lobistas, advogados e investidores multibilionários tomarão decisões que determinarão o futuro da modalidade e, para observadores, a organização do futebol como se conhece hoje pode desaparecer para sempre. Para o atual presidente da Fifa, Gianni Infantino, há algo mais em jogo que a estrutura do futebol mundial: sua própria reeleição.

No centro do debate está a proposta de vender a Copa do Mundo para investidores privados, liderados por um consórcio obscuro que propôs um retorno para os dirigentes de US$ 25 bilhões (aproximadamente R$ 93 bilhões), cinco vez a receita atual do mundial. O plano prevê abrir o monopólio hoje mantido pela Fifa para abrir a copa para fundos de investimentos, com 50% das ações nas mãos de bancos e outras entidades. A suspeita é de que o projeto conte, acima de tudo, com recursos do fundo soberana saudita. Apenas em 2018, Infantino se reuniu três vezes com a realeza do país árabe. 

Diante da resistência de dirigentes europeus à possibilidade de um controle saudita no futebol, Infantino foi obrigado a dar garantias de que o dinheiro não viria do fundo de Riad e adiou o debate sobre sua aprovação.

Ainda assim, cartolas mantêm a suspeita de que as várias camadas de investidores apresentados estejam servindo para camuflar a verdadeira origem dos recursos sauditas. A decisão ocorre em um momento em que o príncipe heerdeiro saudita, Mohamed Bin Salman, tem sua imagem no exterior duramente afetada por conta da morte de um jornalista crítico do regime.

Além da copa do mundo, o pacote marcado pela pouca transparência incluiria a criação de um Mundial de Clube a cada quatro anos, substituindo ao atual modelo falido do torneio no fila de cada ano e substituindo a Copa das Confederações.

Fontes na Uefa confirmaram ao Estado que existe uma coincidência de interesses: clubes se recusam a aceitar o projeto de um mundial a cada quatro anos, sem uma clara garantia financeira. Já a Uefa vê a aliança com os clubes como uma manobra para derrubar projetos de Infantino e, assim, o enfraquecer.
Fonte: NE10/Blog do Adielson Galvão.