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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

CAMPEÃO MUNDIAL PELA FRANÇA, PAVARD ACERTA COM O BAYERN.

O defensor Benjamin Pavard foi anunciado nesta quarta-feira como reforço do Bayern de Munique para a próxima temporada europeia.
Titular da campanha vitoriosa da seleção francesa na Copa do Mundo da Rússia, o defensor Benjamin Pavard foi anunciado nesta quarta-feira (9/1) como reforço do Bayern de Munique para a próxima temporada europeia. O jogador de 22 anos vai se apresentar ao novo clube somente em julho. Assim, ele seguirá defendendo o Stuttgart, seu atual time, até o fim da atual temporada, em junho.

"Eu posso anunciar que contratamos os serviços de Benjamin Pavard a partir do dia 1º de julho. Ele assinou contrato de cinco anos", afirmou Hasan Salihamidzic, diretor esportivo do Bayern. "Ele pode jogar em várias posições. É um jovem jogador, um campeão mundial. E estamos felizes por ter feita esta contratação."

Pavard, que pode jogar como zagueiro ou lateral, disputou seis das sete partidas da seleção francesa na Copa da Rússia, incluindo a final, contra a Croácia. O defensor ficou marcado por um lindo gol marcado no duelo das oitavas de final, contra a Argentina, de fora da área. 

No Stuttgart, ele vinha se destacando nas últimas temporadas. Em 2017, ajudou a equipe a voltar à primeira divisão do futebol alemão. No clube desde 2016, vindo do Lille, clube que o revelou para o futebol mundial, Pavard soma 69 partidas. Mas perdeu os últimos jogos, por conta de uma lesão muscular. 

Ainda nesta quarta, o dirigente do Bayern confirmou que o clube está interessado no jovem atacante Callum Hudson-Odoi, do Chelsea. O jogador tem apenas 18 anos. Ele poderia ser um reforço para o setor ofensivo do Bayern para a próxima temporada, em razão da possível saída de Arjen Robben e Franck Ribéry.
Fonte: Noticias ao Minuto.

GOVERNO BOLSONARO ORDENA PARALISAR A REFORMA AGRÁRIA NO PAÍS.

Medida atinge também os cerca de 1,7 mil processos para identificação de territórios quilombolas.
O INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) determinou aos seu servidores a paralisação sem prazo, de todos os processos de aquisição, desapropriação ou outra forma de obtenção de terra para o programa nacional de reforma agrária no país. A medida atinge também os cerca de 1,7 mil processos para identificação e delimitação de territórios quilombolas. 

Para o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), a medida vai agravar a tensão no campo, gera prejuízos aos cofres públicos, pois em vários processos de identificação das terras o governo já gastou recursos com trabalho de campo, e "até pode ser considerado um ato inconstitucional".

"Nos últimos quatro anos, desde o governo Dilma, a reforma agrária já vinha em um sistema de paralisia, e agora é um agravamento. Temos 120 mil famílias acampadas e elas não vão desistir da luta pela terra, sempre pela paz no campo, repudiamos a violência", disse Alexandre Conceição, da coordenação nacional do MST, em Brasília. 

Ele estimou em 365 o número de processos no Incra que deverão ser atingidos pela paralisação. "É um acirramento do conflito agrário no país, disse conceição.

Por medida provisória e decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro o Incra saiu da Casa Civil da Presidência, onde estava desde 2016, para o Ministério da Agricultura, comandado pela líder da bancada ruralista no Congresso Tereza Cristina (DEM-MS), onde funcionará uma Secretaria de Política Agrária comandada pelo pecuarista e líder ruralista Nabhan Garcia, um adversário do MST desde os anos 80.

O motivo para suspensão é a vinculação do Incra ao Ministério da Agricultura, definida em decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro no primeiro dia do ano, e "as diretrizes adotadas pleo novo governo, em especial no que se refere aos processo de regularização fundiária na Amazônia legal", tarefa repassada ao Incra.

Desde a criação, em 1970, o Incra contabiliza 1,34 milhão de famílias assentadas no programa de reforma agrária em 9,4 mil assentamentos criados e reconhecidos em 88 milhões de hectares. O número total de famílias hoje vivendo em assentamentos e áreas reformadas, segundo o Incra, é de 972 mil. 

A paralisação ou mesmo o fim do programa de reforma agrária ere um temor frequente de entidades que atuam com famílias de trabalhadores rurais sem terra, em especial depois de ameaças feitas pelo então candidato Jair Bolsonaro. Ele ameaçou criminalizar ações do MST, a quem chamou de terroristas.

Em 2017, um de seus filhos, o deputado federal Eduaro Bolsonaro (PSL-RJ), disse em vídeo divulgado em redes sociais que a distribuição de terras a integrantes do MST "em nada contribui para o crescimento do país" e acusou o MST de ser "um movimento de cunho político.
Fonte: Portal T5.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

MINISTÉRIO DA SAÚDE BUSCA CUBANOS PARA COMPLETAR O MAIS MÉDICO NO BRASIL.

Mayra Pinheiro, secretária responsável pela área no órgão, enviou mensagem na qual pede aos que não quiseram voltar a Cuba que preencham um formulário.
Mayra Pinheiro, secretária responsável pelo Mais Médicos no Ministério da Saúde, enviou mensagem na qual pede aos que não quiseram voltar a Cuba que preencham um formulário, segundo informações da coluna Painel, do jornal "Folha de S. Paulo"

O mapeamento precederia a criação de cursos preparatórios, apoiados pela Associação Médica Brasileira e o Conselho Federal de Medicina, para submeter os médicos cubanos a um “novo Revalida”. 

Na mensagem de voz, Mayra diz que o governo tem tido dificuldade de localizar todos os cubanos que burlaram a ordem de retorno ao seu país após o fim do Mais Médicos

Segundo o jornal, ela ainda disse que o governo Bolsonaro analisa editar uma medida provisória que possa garantir a permanência dos cubanos no programa que substituirá o Mais Médicos, e que deve se chamar Mais Saúde. 

Mayra Pinheiro ficou conhecida por protestar contra o exercício da medicina no Brasil pelos cubanos.
Fonte: Notícias ao Minuto.