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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

MORO FALA DE CORRUPÇÃO, MAS NÃO FALA DO CASO DE FLÁVIO BOLSONARO.

Na manhã desta terça-feira (22/1), o ministro debateu por 1 hora a corrupção e o uso da tecnologia.
O ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) defendeu o combate à corrupção como forma de aumentar a credibilidade dos governos em um painel sobre restabelecimento da confiança e da integridade. 

No painel do Fórum Econômico Mundial, acompanhado por cerca de 30 pessoas na manhã desta terça-feira (22/1) em Davos, Moro debateu por 1 hora a corrupção e o uso da tecnologia com o secretário de política industrial da índia, Ramesh Abhishek; a presidente da Transparência Internacional, Delia Ferreira Rubio, e o chefe do Facebook para ameaças perturbadoras (o departamento encarregado do combate a fake news), David Agranovich. 

O ministro, no entanto, não abordou esse último tema. Moro tampouco falou das investigações sobre movimentações atípicas nas contas do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e de assessores do filho do presidente Jair Bolsonaro registradas em relatórios do Coaf. Indagado por repórteres, ele tem evitado a questão. 

Questionado sobre a eventual cooperação do Ministério da Justiça brasileiro com seus pares na Colômbia e nos EUA para investigar crimes financeiros do entorno do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, como forma de apertar o cerco ao regime, Moro disse preferir esperar a situação se colocar antes de responder a respeito dela. 

O ministro está em Davos com o presidente Bolsonaro para participar da 49ª edição do Fórum. 

Na quinta-feira (24/1), ele participará de um painel sobre Crimes Globais que tratará de medidas legais e sanções. Além disso, ele estará em um almoço de trabalho com investidores sobre o Brasil, nesta quarta-feira (23/1).
Fonte: Notícia ao Minuto.

PANELAS-PE: EX-PRESIDIÁRIO FOI EXECUTADO A TIROS NA FRENTE DE CASA.

VÍTIMA
Foto: Blog do Adielson Galvão.
O crime aconteceu na noite desta segunda-feira (21/1) na Rua Irmão Gregório no centro da cidade de Panelas-PE.

A vítima Waleff Jhon dos Santos Araújo, de 24 anos.

A vítima  estava em frente a sua casa, quando foi baleado. Ele ainda tentou escapar, mais cerca de 400 metros depois foi alcançado pelos assassinos.

Waleff tinha sido preso há três anos, no Sítio Patrimônio, na zona rural da cidade. Na época ele, mais dois elementos teriam tentado tomar uma moto de assalto. Os dois elementos foram assassinado pouco tempo depois.

Quando estava agonizando no chão, após ter sido baleado, o jovem disse que quem mandou lhe matar foi um tal de Danilo, que está cumprindo pena na Penitenciária Juiz Plácido de Souza em Caruaru e que o seu cunhado foi cúmplice e foi quem deu o cavalo ao executor. De posse dessas informações as polícias Civil e Militar prenderam Aparecido da Silva, vulgo "Tirica" Andreilson da Silva, Antônio Severino da Silva, vulgo "Tonhão" as armas foram apreendida e segundo a P.C. eles vinham cometendo vários crimes na região. A Polícia Civil informou que o crime foi encomendado pelo Danilo de dentro do presídio.

Os assassinos foram autuados em flagrante pelo homicídio e serão apresentados na audiência de custódio.  O corpo foi encaminhado para o IML de Caruaru.


  

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

MOURÃO DIZ QUE NÃO VER POSSE DE ARMA COMO MEDIDA DE COMBATE A VIOLÊNCIA.

O vice-presidente Hamilto Mourão afirmou na manhã desta segunda-feira (21/1), que o decreto que flexibiliza a posse de armas, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro na semana passada, não é uma medida de combate à violência.

"Esta questão de flexibilização da posse de armas, eu não vejo como uma medida de combate à violência. Eu vejo apenas, única e exclusivamente como o cumprimento de promessa de campanha e que vai ao encontro aos anseios, em grande parte, de parte do eleitorado dele", afirmou Mourão, que assumiu a Presidência interinamente enquanto Bolsonaro participa de compromissos cfo Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).

De acordo com Mourão, para diminuir a violência, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, tem "medidas para segurança pública", a serem anunciadas. O General disse ainda que, a despeito de críticas tando de apoiadores de armas quanto de defensores do desarmamento, o decreto está adequado. "A virtude está no meio -  e ele (Bolsonaro) foi meio". disse.

Mourão disse ainda que não vê neste momento "possibilidade concreta e real" de o Congresso Nacional aprovar a flexibilidade do porte de armas. "Porque nós não conhecemos ainda o posicionamento deste Congresso que vai se iniciar", afirmou. 

O vice-presidente afirmou também que sempre advoga "que a pessoa para portar arma tem de ter condições psicológicas e condições técnicas". "Se a pessoa passar nestes testes, eu acho que ela estaria adequada a portar arma", defendeu.
Fonte: Notícias ao Minuto.