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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

AÇÃO POPULAR PEDE QUE DECRETO DE BOLSONARO SOBRE POSSE DE ARMAS DE FOGO SEJA SUSPENSO.

O decreto do presidente Jair Bolsonaro que flexibilizou a posse de armas de fogo no Brasil é questionado por uma ação popular que tramita na Justiça Federal de São Paulo. Assinada pelo advogado Carlos Alexandre Klomfahs, a peça aponta de obras científicas que relacionam crimes violentos à disponibilidade de armas. Ainda sustenta que as mudanças só poderiam ter sido feitas com a participação do Congresso Nacional.

O presidente Bolsonaro assinou no dia 15 de janeiro decreto que altera regras para facilitar a posse de armas de fogo, ou seja, a possibilidade de o cidadão guardar o equipamento em sua residência ou estabelecimento comercial.

Entre as mudanças foi ampliado o prazo de validade do registro de armas de 5 para 10 anos, tanto para civis como para militares também não será mais preciso comprovar a "necessidade efetiva" para a obtenção da posse: o interessado precisará apenas argumentar que mora em cidade violenta, em área rural ou que é agente de segurança.

Em ação popular, o advogado Carlos Alexandre Klomfhs cita dez autores que tratam sobre a relação entre a disponibilidade de armas e violência.

Para o advogado, "houve assim clarividente desconsideração de trabalhos científicos nas áreas de psicologia, criminologia, medicina e traumatologia, antropologia, economia e ciência política, e mais de 13 variáveis não consideradas, muito menos discutidas, resultando daí seu interesse notadamente público e sua proteção por meio desta ação popular.

O advogado diz ainda que "o decreto anterior (Decreto n° 5.123/2004) regulamenta uma Lei (Lei n° 10.826/2003) decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pela Presidência da República. Portanto, somente o Poder Legislativo poderia alterar, ampliando ou restringindo o conteúdo de uma lei por ele debatida, votada e aprovada interna corporis, modificando legitimamente as relações jurídicas no seio da sociedade".
Fonte: NE10.

ATOR CAIO JUNQUEIRA MORRE UMA SEMANA APÓS SOFRE ACIDENTE DE CARRO.

Artista ficou conhecido por interpretar o policial Neto em 'Tropa de Elite'.
O ator Caio Junqueira morreu aos 42 anos nesta quarta-feira (23), uma semana após ser vítima de um acidente de carro no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio. O ator estava internado no Hospital Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos. A morte foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Rio. 

Caio dirigia sozinho pelo Aterro do Flamengo, em direção ao Centro da capital, quando perdeu o controle do carro. O veículo capotou após subir o meio-fio e bater em uma árvore. 

O ator ganhou destaque por interpretar o policial Neto, o aspirante 06, no filme "Tropa de Elite". Um dos últimos trabalhos de Caio foi a série "O Mecanismo", da Netflix. 

CAIO DE LIMA TORRES JUNQUEIRA nasceu em 20 de novembro de 1976. Era filho do ator Fábio Junqueira e irmão do ator Jonas Torres. Após diversas participações em telenovelas da Rede Globo, ganhou destaque nacional em 2004 no remake de A Escrava Isaura, onde interpretou o abolicionista Geraldo. Em 2010 interpretou seu primeiro protagonista na telenovela Ribeirão do Tempo.

CARREIRA
Em 1985, aos nove anos de idade, Caio estreava na Tv Manchete ao lado de grandes nomes como Diogo Vilela, Guilherme Osty e Zezé Polessa no programa humorístico Tamanho Família. Logo foi para a Rede Globo, para participar, ao lado do meio-irmão Jonas Torres, da série Armação Ilimitada. Desde então, formou um extenso currículo na TV, nos palcos e, sobretudo, no cinema. Também na Globo, fez Desejo, Barriga de Aluguel, A viagem, Engraçadinha... Seus Amores e Seus Pecados, Malhação, Hilda Furacão, Chiquinha Gonzaga, Aquarela do Brasil, Um Anjo Caiu do Céu. O Quintodos Infernos, O Clone, e Um Só Coração. Participou também de episódios em seriados como A Vida Como Ela é, Brava Gente Brasileira e Sexo Frágil. Em 2004 ganhou destaque ao integrar o remake da novela A Escrava Isaura, onde interpretou o abolicionista Geraldo, melhor amigo do protagonista e que tentava salvar das visões racistas a mimada Malvina. 

Caio Junqueira participou em cerca de dez curtas-metragens e 15 longas, que incluem, entre outros, Zuzu AngelAbril DespedaçadoQuase NadaFor All - O Trampolim da Vitória; e os indicados ao Oscar Central do Brasil (1998) e O Que É Isso, Companheiro? (1997). Recebeu o prêmio de ator revelação no Festival de Gramado de 1997, pelo filme Buena Sorte (1996). Um de seus trabalhos de maior expressão e projeção aconteceu com sua participação no filme Tropa de Elite, lançado em 2007, no qual interpretou o aspirante Neto Gouveia - um dos personagens centrais do filme. O filme, que criou grande polêmica e frequentou a mídia mesmo antes de sua estreia, trouxe Caio de volta à TV. Em 2007, o ator fez uma participação especial na novela Paraíso Tropical e o personagem principal do programa Linha Direta Justiça, interpretando o Cabo Anselmo, ambos na Globo. Em seguida foi escalado para a novela Desejo Proibido, onde viveu o engenheiro Gaspar. 

Em 2008, Caio Junqueira subiu aos palcos, ao lado de Wagner Moura e grande elenco, vivendo Horácio em uma nova montagem da peça Hamlet, de William Shakespeare. Também em 2008, o ator iniciou as gravações da série de TV A Lei e o Crime, que foi ao ar no primeiro semestre de 2009. Em 2010 interpretou o atrapalhado Joca, protagonista de Ribeirão do Tempo. Em 2018 Caio participou da série O Mecanismo no papel de Ricky, esposo de Shayenne.

RECIFE: MENINO DE 12 ANOS FOI APREENDIDO SUSPEITO DE COMETER DOIS HOMICÍDIOS.

O garoto já havia sido apreendido outras vezes por assalto e tráfico de drogas, ele voltou para casa porque não tem idade para ser levado para à FUNASE.
Uma criança de apenas 12 anos foi apreendida por policiais militares na comunidade do Bode, bairro do Pina, Zona Sul do Recife capital pernambucana.
O caso alterou a rotina do Departamento de Homicídios e proteção a pessoa (DHPP), no bairro do Cordeiro, na noite de terça-feira (22/1).

Isso porque, de acordo com a polícia, o menino, que já foi apreendido diversas vezes por assalto e tráfico de drogas, é suspeito de praticas dois homicídios próximo a casa onde mora com os pais.

A primeira vítima tinha 44 anos. Em dezembro do ano passado, José Ricardo da Silva que possuía deficiência física e usava cadeira de rodas, foi baleado por várias vezes pelo garoto.

A outra vítima foi um idoso de 68 anos. O assassinato aconteceu por um motivo banal. Paulo Roberto Gonçalves da Silva teria reclamado que o menino mexeu no carro dele. O garoto foi em casa, pegou uma arma e atirou na vítima, que ainda foi socorrida para o Hospital da Restauração, no bairro do Derby, mas não resistiu aos ferimentos.

A idade do menino e as várias passagens pela polícia chamaram a atenção do delegado Alaumo Lima, responsável pelo caso. Como não pode ser encaminhado à fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), por ainda não ter completado 13 anos, o menino foi entregue aos pais e voltou para casa.
Fonte: Rádio Jornal.