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sexta-feira, 24 de maio de 2019

IBIRAJUBA-PE: PRESIDENTE DA CÂMARA PERDE O MANDATO.

O presidente da Câmara de Vereadores de Ibirajuba Jonas Batistas Freitas, vereador que estava no 6° mandato consecutivo perdeu o mandato nesta quinta-feira (23/5). Ele foi condenado em 2° instância pelo Crime de corrupção ativa.

Ele tinha sido eleito para presidência da casa para o Biênio 2019/2020.

Segundo consta nos autos, o vereador solicitou no final do ano de 2010, ao então presidente da câmara, Senhor Alberes Raniere, vantagem indevida para votar em Projetos legislativos.
Na época Jonas teve o mandato cassado pelos seu pares, recorreu da decisão e voltou ao mandato, saíndo candidato nas eleições seguintes (2016) se elegeu para o seu 6° mandato consecutivo.

Deste a vez a condenação transitou em julgado no dia 28 de março deste ano.

A denúncia foi realizada pelo Ministério Público Estatual após ser-lhe dada ciência pela Câmara de Vereadores, a qual recebeu na quinta-feira (24/5) a intimação da decisão para que declare a perda do Mandato, sob pena de desobediência.

Quem irá assumir interinamente a presidência da câmara é a vereadora Cícera Ferreira Alves (Marleide), que irá tomar todas as providências e convocar o Suplente Ailson Alves da Silva para assumir o cargo vacante. 

TAQUARITINGA DO NORTE-PE: MULHER GRÁVIDA FOI ENCONTRADA MORTA DENTRO DE UM CARRO ABANDONADO.

VÍTIMA
Foto: Divulgação Blog do Adielson Galvão.
A vítima Eliane Ferreira da Silva de 25 anos, que residia na Vila do Socorro, Zona Rural de Taquaritinga do Norte-PE.

Ela foi encontrada nesta quinta-feira (23/5) dentro de um carro que foi encontrado no Sítio Mateus Vieira zona rural da cidade.

Segundo as informações, a mulher que estava grávida, estava desaparecida desde quarta-feira (22/5). Ainda segundo informações, ela tinha saído no veículo e seguido pela estrada, quando foi interceptada por elementos. A vítima acabou perdendo o controle do veículo e caindo com o carro na ribanceira. 

Até o momento não se sabe quantos elementos praticaram a ação, e qual a intenção deles. 
Foto: Divulgação Blog do Adielson Galvão.

terça-feira, 21 de maio de 2019

14 GOVERNADORES ASSINAM CARTA CONTRA DECRETO DE BOLSONARO SOBRE ARMAS.

Catorze dos 27 governadores do país assinaram uma carta em que pedem a revogação do decreto de armas do presidente Bolsonaro. No texto divulgado hoje (terça-feira 21/5), eles pedem que os "poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União atuem tanto para sua imediata revogação como para o avanço de uma efetiva política responsável de armas e munição no país".

O decreto, assinado por Bolsonaro no início do mês, amplia a quantidade de categorias e pessoas que têm direito a porte de armas no Brasil.

O manifesto é assinado pelos governadores dos nove estados do Nordeste e pelos administradores do Distrito Federal, do Amapá, do Tocantins, do Pará e do Espírito Santo. A casta será enviada ao Planalto, segundo assessorias de alguns do governadores.

- Ibanes Rocha - DF;
- Flávio Dino - MA;
- Wellington Dias - PI;
- Paulo Câmara - PE;
- Camilo Santana - CE;
- João Azevedo - PB;
- Renato Casagrande - ES;
- Rui Costa - BA;
- Fátima Bezerra - RN;
- Renan Filho - AL;
- Belivaldo Chagas - SE;
- Waldez Góes - AP;
- Mauro Carlesse - TO;
- Helder Barbalho - PA.

Para eles, as medidas apresentadas no decreto não irão contribuir com a diminuição da violência em seus estados. "Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência --aumentando por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos -- e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédias". 

O grupo pede que o governo federal desenvolva ações que melhorem o rastreamento de armas e munições, além de intensificar os meio de controle e fiscalização "para coibir os desvios, enfrentar o tráfico ilícito e evitar que as armas que nascem na legalidade caiam na ilegalidade e sejam utilizados no crime". 

Os políticos dizem saber que "a violência e a insegurança afetam grande parte da população de nossos estados" e que isso afeta o desenvolvimento do país. "Nesse contexto, a grande disponibilidade de armas de fogo e munições que são usadas de maneira ilícita representa um enorme desafio para a segurança pública do país e é preciso enfrentá-lo.

Por ocasião do decreto, Bolsonaro disse que ele foi "ao limite da lei". "Não inventamos nada nem passamos por cima da lei. O que a lei abriu oportunidade para nós, nós fomos lá no limite, lá nos 'finalmente'."

Partidos políticos, já entraram com ações no STF contra o decreto de Bolsonaro.

LEIA A ÍNTEGRA DA CARTA:

Carta dos Governadores sobre o Decreto Presidencial n° 9.785 (07 de maio de 2019) e a Regulação Responsável de Armas e Munições no País.