Carregando...

sábado, 8 de junho de 2019

JUÍZA MANDA MEC SUSPENDER CORTES NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS.

Caso o MEC não cumpra a determinação judicial no prazo de 24 horas, haverá multa diária de R$ 100 mil.
A Justiça Federal da Bahia mandou o Ministério da Educação (MEC) suspender os cortes em universidades federais. A Universidade Federal da Bahia (Ufba) foi uma das três primeiras do Brasil - ao lado da Universidade de Brasília (Unb) e da Universidade Federal Fluminense (UFF) - a ter verbas bloqueadas pelo MEC.

Caso a decisão não seja cumprida no prazo de 24 horas, haverá uma multa diária de R$ 100 mil.

A decisão é da juíza Renata Almeida de Moura Isa, da 7ª Vara Federal, na Bahia, acolhendo pedido da Aliança pela Liberdade, chapa que comanda o Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília (UnB):

"Acolho o pedido de tutela de urgência para determinar a suspensão dos bloqueios realizados pelo MEC sobre as verbas discricionárias do orçamento das universidades federais", escreveu. A juíza cita "diversas ações populares e ações civis públicas" que tiveram a mesma solicitação.

A magistrada ressaltou que, a não se quando é "verificada ilegalidade ou exigência que se afaste das normas constitucionais", não cabe ao Judiciário interferir em bloqueios determinados pelo Executivo.

Ela também criticou ataques do ministro da Educação, Abraham Weintraub, às universidades federais - que acusou instituições de estarem promovendo 'balbúrdia'.

"Não há necessidade de maiores digressões para concluir que as justificativas apresentadas não se afiguram legítimas para fins de bloqueio das verbas originariamente destinadas à UNB, UFF e Ufba, três das maiores e melhores Universidades do país, notoriamente bem conceituadas, não apenas no ensino de graduação, mas também na extensão e na produção de pesquisas cientificas. As instituições de ensino em questão sempre foram reconhecidas pelo trabalho de excelência acadêmica e científico ali produzido, jamais pela promoção de "bagunça" em suas dependências", seguiu.
Fonte: NE10.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

CARUARU-PE: HOMEM FOI EXECUTADO DENTRO DA RESIDÊNCIA COM MAIS DE DEZ TIROS.

VÍTIMA
Foto: Divulgação Blog do Adielson Galvão
.
O crime aconteceu na noites desta quinta-feira (6/7) na Rua José Emídio José de Barros, no residencial Xique-Xique na cidade de Caruaru-PE.

A vítima Eronildo Barros de Lima, de 46 anos. Mototaxista (ultimamente ele vendia pasteis e churrasquinho em uma barraca na frente de casa).

Segunda as informações ele estava na sua barraca quando foi surpreendido com a chegada de um veículo de características não anotadas, um dos ocupantes abriu o vidro traseiro do carro e começou atirar contra a vítima que saiu correndo, ele foi perseguido pelo assassino e foi morto dentro da sala de sua casa. Ele foi atingido 11 ou 12 vezes por disparos de pistola de calibre não informado. 

O corpo foi encaminhado para o IML da cidade.

BRASIL E ARGENTINA PODERÁ TER A MESMA MOEDA.

Bolsonaro e Guedes discutem criação de moeda comum com a Argentina. Nova moeda se chamaria 'peso real' e teria sido idealizada pelo ministro da Economia de Macri.
Em encontro com empresários na fim da tarde desta quinta-feira (6/6) em Buenos Aires, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes falaram sobre um plano ainda incipiente de criar uma moeda única para Brasil e Argentina. 

O tema já teria sido discutido com o ministro da Economia de Mauricio Macri e idealizador do plano, Nicolás Dujavne.

Desde a criação do Mercosul, os países do bloco mencionaram a possibilidade da criação de uma moeda comum, mas nenhuma iniciativa nesse sentido foi concretizada por conta das diferenças de políticas cambiais dos membros.

Segundo a imprensa argentina, a moeda se chamaria "Peso Real".

Neste momento, porém, os únicos que estariam negociando a nova moeda seriam Brasil e Argentina, deixando de fora, por enquanto, os outros membros do Mercosul (Uruguai e Paraguai).

Dujovne teria exposto aos brasileiros a necessidade de uma "unidade monetária" para de fato relançar o bloco com uma nova dinâmica, como Bolsonaro e Macri afirmaram desejar durante a visita do brasileiro à Argentina.

Segundo fonte do governo argentino, o Brasil teria acolhido bem a ideia, mas manifestado que, antes, seria necessário avançar com relação à reforma da Previdência.

O Banco Central brasileiro negou haver planos para uma moeda comum. Em nota, a instituição afirmou que "não tem projetos ou estudos em andamento para uma união monetária com a Argentina.