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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

COM 20 EXPULSÕES, FELIPE MELO JOGADOR DO PALMEIRAS CORRE O RISCO DE GANCHO PESADO.

Expulso na noite desta terça, no jogo em que o Palmeiras venceu o Grêmio por 1 a 0, em Porto Alegre, pelas quartas de final da Libertadores, Felipe Melo alcançou um número que não é cobiçado por ninguém. Somou 20 cartões vermelhos ao longo de sua carreira. A maioria por faltas violentas. 

Antes do desfecho da sua participação no clássico do Rio Grande do Sul, Felipe Melo havia sido expulso contra o Bahia, no dia 11 de agosto, pelo Brasileiro. Por este cartão vermelho, ele será julgado nessa sexta (23/8) e corre o risco de sobre uma punição mais pesada: suspensão de quatro a 12 partidas.

A 5ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) é que esta´com o caso.

A eventual punição só seria aplicada às partidas do Brasileiro. Felipe Melo, portanto, pode ser desfalque em vários compromissos do Palmeiras pelo campeonato. Ele foi denunciado no Art. 254-A* do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de agressão física durante uma partida - de uma cotovelada em Lucca, do Bahia. 

Isso nada tem haver com sua nova expulsão, no confronto com o Grêmio. Quem vai cuidar dessa sentença é o tribunal da Confederação Sum-Americana de Futebol (Conmebol), com base no código disciplinar que rege a entidade.
Fonte: Portal Terra.

* Art. 254-A. Praticar agressão física durante a partida, prova ou equivalente. (Incluído pela Resolução CNE n° 29 de 2009).
PENA: suspensão de quatro a doze partidas, provas ou equivalentes, se praticada por atleta, mesmo se suplente, treinador, médico ou membro da comissão técnica, e suspensão pelo prazo de trinta a cento e oitenta dias, se praticada por qualquer outra pessoal natural submetida a este Código (Incluído pela Resolução CNE n° 29 de 2009). § 1° Constituem exemplos da infração prevista neste artigo, sem prejuízos de outros: 

terça-feira, 20 de agosto de 2019

BNDES DIVULGA LISTA DE 134 COMPRADORES DE JATINHOS DA AMBRAER.

Luciano Huck e Michael Klein, das Casas Bahia, aparecem na lista.
Com a justificativa de que pretende ser mais transparente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou na noite desta segunda-feira (19/8), uma lista de 134 compradores de jatinhos da Embraer que contrataram financiamento no período de 2009 a 2014, durante o governo petista. Entre eles está o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que, por meio da Doria Administrações de Bens, financiou uma aeronave de R$ 44 milhões em 2010.

A lista inclui também R$ 17 milhões liberados pra empresa do apresentador de TV Luciano Huck, a Brisair, em 2010, e mais R$ 39,7 milhões, em 2019, para a JBS, denunciada na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. O maior valor, de R$ 77 milhões, foi contratado em 2013 pela CB Air Taxi Aéreo, do empresário Michael Klein, das Casas Bahia. Em seguida aparece o Brasil Warrant Administradora de Bens, que em 2013 financiou R$ 75,5 milhões. Essa empresa, uma das sócias da Alpargatas e atuante no segmento agropecuário, pertence à família Moreira Salles, sócia do bando Itaú Unibanco.

Com a divulgação da lista, o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, cumpre promessa feita pelo presidente Jair Bolsonaro na quinta-feira (15/8), em transmissão ao vivo nas redes sociais. O presidente disse que revelaria quem comprou jatinhos com recursos do banco estatal, ao "abrir a caixa-preta" da instituição. "O anúncio vai expor gente que está dizendo que estamos no último capítulo do fracasso", disse o presidente, numa referência a Huck, que, um dia antes, durante um debate em Vila Velha (ES) usou essas palavras para criticar o governo federal.

Em nota divulgada em seu site, o BNDES destacou que a linha de crédito para a compra de jatinhos da Embraer foi criada em 2009, como parta do Programa de Sustentação do Investimento (PSI). Nessa linha eram cobrados juros inferiores à taxa básica de juros, a Selic - de 2,5% a 8,7% ao ano.

"O custo estimado para o tesouro Nacional com o subsídio dessas operações foi de R$ 693 milhões em valores corrigidos", diz a nota do BNDES. O banco informou ainda que as operações foram do tipo indiretas automáticas, uma modalidade de financiamento em que os recursos do BNDES são repassados aos clientes finais por meio de bancos intermediários, que, por sua vez, são os responsáveis pela análise de risco e contratação da operação de crédito.

Em resposta, a secretaria de Comunicação do governo de São Paulo informou em nota que não há irregularidades na financiamento obtido por João Doria. "A Embraer vendeu dezenas de jatos executivos e comerciais para empresas brasileiras e estrangeiras com financiamento do BNDES, gerando empregos e impostos para o Brasil. Nada errado nisto", diz a nota.

Procuradas por meio de suas assessorias de imprensa, a JBS, a família Moreira Salles, o apresentador Luciano Huck e o empresário Michael Klein não retornaram.
Fonte: NE10.

PARABÉNS





Felicitamos hoje o Vereador Tiaguinho, pela passagem do seu Aniversário.