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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

FUTURO DE RITHELY NO SPORT AINDA É INCERTO.

O volante que está emprestado ao Internacional, tem contrato com o Sport até 2022.

Em processo de montagem de elenco para 2020, o Sport tem focado em manter a base de um time e trazer alguns reforços, mas pode contar também com o retorno de atletas importantes que foram ídolos no clube. Desta vez, o assunto não é o meio-atacante Diego Souza. E sim o voltante Rithely, que está emprestado ao internacional desde o ano passado e tem contrato com o time rubro-negro até 2022. O detalhe é a questão financeira.

Na semana passada, o Leão acertou a extensão contratual do técnico Guto Ferreira, a renovação do atacante Yan e as contratações do goleiro Carlos Eduardo e do volante Betinho. Esta semana, com fim da série "A" do Campeonato Brasileiro ontem, o foco da diretoria do Sport deve se ampliar, não só para negociar reforços, mas também para discutir a possível volta de atletas como o Rithely.

"Por enquanto ainda não tem nada de conversa, nada de oficial sobre Rithely, de permanência no Internacional ou retorno ao Sport. Até porque ele ainda estava em competição. Todos os times da Série A ainda estavam muito compenetrados nessas rodadas finais. Então ainda não abrimos conversa oficialmente. É claro que Rithely é um atleta que tem contrato conosco até 2022. Até a nossa representação no dia 2 de janeiro vamos ter muito tempo para resolver essa questão dele", afirmou o executivo de futebol do Sport, Lucas Brubscky. 

De acordo com o dirigente, o salário de Righely é um fator que pode complicar o retorne dele. "Hoje o que ele recebe está acima do patamar do Sport. Um salário que não é compatível com o a gente imagina como teto para o próximo ano.
Então é um outro agravante da questão dele, essa faixa salarial dele. Isso tudo vai entrar no escopo do planejamento para 2020. Então vamos analisar se ele vai voltar pra cá, se ele será reemprestado ou se vai ter uma outra situação relacionada a ele", explicou Drubscky. 

Questionado sobre a folha salarial do Sport para 2020, já que Rithely atualmente não se encontra nesta realidade, o executivo optou pela discrição. "Em termos de teto já temos estipulado o que a gente tem e o que que de folha salarial. Mas por uma questão de mercado achamos melhor deixar interno, porque talvez abrindo atrapalhe alguma situações", despistou. 

Apesar de estar no Internacional desde o início do ano passado, Rithely só fez a sua primeira partida pelo clube gaúcho na atual temporada, devido a uma lesão no tornozelo. Ele atuou pouco, foram apenas 16 jogos, sendo sete pleo Gauchão, oito pelo Brasileirão e um pela Libertadores. O contrato de empréstimo do jogador se venceu em junho deste ano e foi prorrogado até o final desta temporada, com o Sport pagando parte dos seus vencimentos. O Internacional continua com a opção de compra ao término do contrato, mas não deve permanecer com o jogador.
Fonte: NE10.

BRASIL PERDE 23 POSIÇÕES NO IDH

O IDH brasileiro cai de 0,761 para 0,574, uma perda de 24,57% no valor.
O Brasil é o país que mais perde posições no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) quando o valor é ajustado à desigualdade, ou seja, quando se leva em consideração as distorções em saúde, educação e renda. O IDH brasileiro cai de 0,761 para 0,574, uma perda de 24,57% no valor, o que faz o Brasil cair 23 posições quando comparado ao restante do mundo. Se a desigualdade de um País é grande, a perda no índice também é. 

De acordo com o relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano (PNUD), a fatia dos 10% dos mais ricos do Brasil concentra 41,9% da renda nacional. O universo dos 1% mais ricos representa 28,3% da renda, a segunda maior concentração do mundo nesta parcela populacional - atrás apenas do Qatar (29%). 

"A desigualdade é um problema conhecido da sociedade brasileira e dos políticos. Certamente uma das mensagens do nosso relatório é de que as desigualdades são importantes para as populações porque elas não têm a ver com um ou dois governos, mas com questões históricas", disse ao Estado o diretor do relatório de desenvolvimento humano da ONU, Pedro Conceição. 

O relatório também analisa as desigualdades entre homens e mulheres no Brasil. Se o IDH do universo masculino é de 0,761, o das mulheres é de 0,757 - quatro milésimos a menos. Por aqui, 61% das mulheres adultas chegam ao menos ao ensino médio, em comparação com 57,7% dos homens. Mesmo apresentando melhor desempenho nos quesitos educação e longevidade, as mulheres ficam atrás dos homens no que diz respeito à renda (41,5% menor que a dos homens). No mercado de trabalho, a participação feminina é de 54%, ante 74,4% dos homens. 

Último colocado no ranking mundial do IDH, o Níger possui mais mulheres no Parlamento do que o Brasil - a representação feminina é de 17% no país africano, ante 15% aqui. Na vizinha Argentina, a porcentagem é mais do que o dobro - 39,5%. 

No Índice de Desigualdade de Gênero (IDG), que faz parte do relatório, o Brasil ocupa a 89.ª posição entre 162 países que tiveram esse dado analisado. Foram consideradas as desigualdades em saúde reprodutiva (mortalidade materna e taxas de natalidade na adolescência); empoderamento (participação no Parlamento e escolaridade); e participação no mercado de trabalho. 

Para a economista Betina Ferraz Barbosa, chefe da unidade de desenvolvimento humano do Pnud, o relatório aponta para uma situação de "emergência global". "Se a gente se debruçar sobre esse relatório, é muito preocupante os achados em nível global. Não é a percepção se o IDH subiu ou desceu, e sim uma análise sobre toda a transformação que a sociedade passa globalmente, com mudanças de paradigmas que vão enfraquecer a força de trabalho. É uma questão de agir agora." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Notícias ao Minuto.

domingo, 8 de dezembro de 2019

SAMPAOLI REVELA REUNIÃO COM PERES PARA DEFINIR FUTURO.

Depois da goleada sobre o Flamengo e o encerramento do Campeonato Brasileiro, o torcedor do Santos volta as atenções para a situação do técnico Jorge Sampaoli, que ainda não definiu se permanecerá no clube para 2020. Em entrevista coletiva após a partida, o comandante afirmou que resolverá seu futuro em reunião com o presidente José Carlos Peres, marcada para esta segunda-feira (9/12). 

"O que posso falar é que estou muito agradecido pelo carinho e por terem me abraçado no ano. O grupo de jogadores mostrou um espetáculo contra o campeão. Partida incrível. Agora sim vou começar a pensar no futuro. Até ontem não pude pensar em nada. Amanhã tenho reunião com presidente. Já falei previamente com ele, mas adiamos a reunião. Tudo que vivi nessa cidade tem que ser um ponto de partida. Este ano, os jogadores jogaram um futebol que produzimos como cultura. Foi um ano muito atrativo em uma competição muito difícil. Tentamos impor nossa forma de jogar até hoje. Agora vou pensar no futuro. Sou um profissional que sei até onde posso chegar com o que tenho. Tem processos de alegrias e de dores. Foi um dos lugares mais felizes que passei na minha carreira", declarou o treinador, que tem contrato com o Peixe até o final do próximo ano. 

Alvo do Palmeiras, Sampaoli também reforçou que ainda não recebeu propostas de outras equipes e desconversou sobre a possibilidade de trocar o Santos por um rival. "Não chegou nenhuma oferta concreta para mim. Vou avaliar meu futuro, mas minha prioridade é me reunir com o Peres e ver o que é melhor para o Santos", disse. 

"Os ídolos estão pintados na parede. Não tenho capacidade de estar pintado nas paredes do Santos. Trabalhei e lutei, mas tenho que pedir desculpas por ter perdido a linha em alguns jogos. Cada projeto oficial que chega até mim, tenho que analisar. Amanhã, o Santos determinará o projeto que teremos. Aí vou ver meu futuro. Ainda não analisei nenhuma possibilidade", acrescentou. 

Por fim, o argentino voltou a deixar claro que sua continuidade no comando do Alvinegro Praiano depende da formação de um elenco capaz de brigar por títulos. "Tenho que ser muito profissional. Não posso tomar uma decisão emocional, porque poderia me prejudicar. Tenho que ser honesto para saber se posso dar conta do que vem pela frente. Vamos esperar amanhã. Tenho muito claro o que tenho, o que preciso e o que esse grupo precisa de reforços para ser o que sempre foi: um clube muito respeitado na América do Sul", concluiu o treinador.
Fonte: Terra.