Carregando...

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

DÉCIMO TERCEIRO DO BOLSA FAMÍLIA COMEÇA SER PAGO HOJE.

O governo desembolsará R$ 2,5 bilhões com o pagamento do benefício deste mês.
Segundo a Caixa Econômica Federal, que administra os pagamentos, 13,1 milhões de famílias estão sendo atendidas pelo Bolsa Família em dezembro. O governo desembolsará R$ 2,5 bilhões com o pagamento do benefício deste mês, mais R$ 2,5 bilhões com o décimo terceiro. 

O benefício extra será pago com o mesmo cartão, nas mesmas datas e por meio dos mesmos canais pelos quais os beneficiários recebem as parcelas regulares do Bolsa Família. Os beneficiários que recebem por meio de crédito em conta poupança ou na conta Caixa Fácil terão o valor do abono natalino creditado nas mesmas contas. 

O calendário de pagamentos seguirá o dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) do responsável familiar apresentado no cartão do programa. 

Beneficiários com o final 1 serão pagos nesta terça-feira. O cronograma segue com o pagamento aos beneficiários com final 2 na quarta (11); final 3, dia 12; final 4, dia 13; final 5, dia 16; final 6, dia 17; final 7, dia 18; final 8, dia 19; final 9, dia 20, e final 0, dia 23. 

CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DO BOLSA FAMÍLA DEZEMBRO
Final do N IS
Dia do Pag.
1
10/Dez
2
11/Dez
3
13/Dez
4
16/Dez
5
17/Dez
6
17/Dez
7
18/Dez
8
19/Dez
9
20/Dez
0
23/Dez
Você encontra o número do NIS no seu cartão do Beneficio do bolsa Família. Veja a figura abaixo.


segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

FUTURO DE RITHELY NO SPORT AINDA É INCERTO.

O volante que está emprestado ao Internacional, tem contrato com o Sport até 2022.

Em processo de montagem de elenco para 2020, o Sport tem focado em manter a base de um time e trazer alguns reforços, mas pode contar também com o retorno de atletas importantes que foram ídolos no clube. Desta vez, o assunto não é o meio-atacante Diego Souza. E sim o voltante Rithely, que está emprestado ao internacional desde o ano passado e tem contrato com o time rubro-negro até 2022. O detalhe é a questão financeira.

Na semana passada, o Leão acertou a extensão contratual do técnico Guto Ferreira, a renovação do atacante Yan e as contratações do goleiro Carlos Eduardo e do volante Betinho. Esta semana, com fim da série "A" do Campeonato Brasileiro ontem, o foco da diretoria do Sport deve se ampliar, não só para negociar reforços, mas também para discutir a possível volta de atletas como o Rithely.

"Por enquanto ainda não tem nada de conversa, nada de oficial sobre Rithely, de permanência no Internacional ou retorno ao Sport. Até porque ele ainda estava em competição. Todos os times da Série A ainda estavam muito compenetrados nessas rodadas finais. Então ainda não abrimos conversa oficialmente. É claro que Rithely é um atleta que tem contrato conosco até 2022. Até a nossa representação no dia 2 de janeiro vamos ter muito tempo para resolver essa questão dele", afirmou o executivo de futebol do Sport, Lucas Brubscky. 

De acordo com o dirigente, o salário de Righely é um fator que pode complicar o retorne dele. "Hoje o que ele recebe está acima do patamar do Sport. Um salário que não é compatível com o a gente imagina como teto para o próximo ano.
Então é um outro agravante da questão dele, essa faixa salarial dele. Isso tudo vai entrar no escopo do planejamento para 2020. Então vamos analisar se ele vai voltar pra cá, se ele será reemprestado ou se vai ter uma outra situação relacionada a ele", explicou Drubscky. 

Questionado sobre a folha salarial do Sport para 2020, já que Rithely atualmente não se encontra nesta realidade, o executivo optou pela discrição. "Em termos de teto já temos estipulado o que a gente tem e o que que de folha salarial. Mas por uma questão de mercado achamos melhor deixar interno, porque talvez abrindo atrapalhe alguma situações", despistou. 

Apesar de estar no Internacional desde o início do ano passado, Rithely só fez a sua primeira partida pelo clube gaúcho na atual temporada, devido a uma lesão no tornozelo. Ele atuou pouco, foram apenas 16 jogos, sendo sete pleo Gauchão, oito pelo Brasileirão e um pela Libertadores. O contrato de empréstimo do jogador se venceu em junho deste ano e foi prorrogado até o final desta temporada, com o Sport pagando parte dos seus vencimentos. O Internacional continua com a opção de compra ao término do contrato, mas não deve permanecer com o jogador.
Fonte: NE10.

BRASIL PERDE 23 POSIÇÕES NO IDH

O IDH brasileiro cai de 0,761 para 0,574, uma perda de 24,57% no valor.
O Brasil é o país que mais perde posições no ranking mundial do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) quando o valor é ajustado à desigualdade, ou seja, quando se leva em consideração as distorções em saúde, educação e renda. O IDH brasileiro cai de 0,761 para 0,574, uma perda de 24,57% no valor, o que faz o Brasil cair 23 posições quando comparado ao restante do mundo. Se a desigualdade de um País é grande, a perda no índice também é. 

De acordo com o relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Humano (PNUD), a fatia dos 10% dos mais ricos do Brasil concentra 41,9% da renda nacional. O universo dos 1% mais ricos representa 28,3% da renda, a segunda maior concentração do mundo nesta parcela populacional - atrás apenas do Qatar (29%). 

"A desigualdade é um problema conhecido da sociedade brasileira e dos políticos. Certamente uma das mensagens do nosso relatório é de que as desigualdades são importantes para as populações porque elas não têm a ver com um ou dois governos, mas com questões históricas", disse ao Estado o diretor do relatório de desenvolvimento humano da ONU, Pedro Conceição. 

O relatório também analisa as desigualdades entre homens e mulheres no Brasil. Se o IDH do universo masculino é de 0,761, o das mulheres é de 0,757 - quatro milésimos a menos. Por aqui, 61% das mulheres adultas chegam ao menos ao ensino médio, em comparação com 57,7% dos homens. Mesmo apresentando melhor desempenho nos quesitos educação e longevidade, as mulheres ficam atrás dos homens no que diz respeito à renda (41,5% menor que a dos homens). No mercado de trabalho, a participação feminina é de 54%, ante 74,4% dos homens. 

Último colocado no ranking mundial do IDH, o Níger possui mais mulheres no Parlamento do que o Brasil - a representação feminina é de 17% no país africano, ante 15% aqui. Na vizinha Argentina, a porcentagem é mais do que o dobro - 39,5%. 

No Índice de Desigualdade de Gênero (IDG), que faz parte do relatório, o Brasil ocupa a 89.ª posição entre 162 países que tiveram esse dado analisado. Foram consideradas as desigualdades em saúde reprodutiva (mortalidade materna e taxas de natalidade na adolescência); empoderamento (participação no Parlamento e escolaridade); e participação no mercado de trabalho. 

Para a economista Betina Ferraz Barbosa, chefe da unidade de desenvolvimento humano do Pnud, o relatório aponta para uma situação de "emergência global". "Se a gente se debruçar sobre esse relatório, é muito preocupante os achados em nível global. Não é a percepção se o IDH subiu ou desceu, e sim uma análise sobre toda a transformação que a sociedade passa globalmente, com mudanças de paradigmas que vão enfraquecer a força de trabalho. É uma questão de agir agora." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Notícias ao Minuto.