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quarta-feira, 4 de março de 2020

WHATSAPP IRÁ ADICIONAR UMA NOVA MEDIDA DE SEGURANÇA.

A encriptação do App estende-se às conversas guardadas no Drive da Google.
Parece que o WhastApp tem intenções de dar aos usuários do seu App de mensagens a capacidade de guardarem as suas conversas com uma camada com maior segurança. 

O WABetaInfo apontou para uma nova funcionalidade de nome “Protected Backupds” presente na versão 2.20.66 do WhatsApp para Android. A funcionalidade em questão ainda não está ativada mas, de acordo com a publicação permitirá guardar conversas encriptadas no Google Drive. 

Não é claro quando é que a funcionalidade estará na versão final do WhatsApp uma vez que ainda tem de seguir para teste na versão beta do app.
Fonte: Notícias ao Minuto.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

FALTA DE PRODUTOS DA CHINA, JÁ AFETA O SETOR DE TI NO BRASIL.

Sondagem da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) verificou que 57% do setor eletroeletrônico já lida com a falta de peças importadas da China que são necessárias para a montagem de produtos. O que tem provocado o desabastecimento, segundo a associação, é a paralisação da produção dos artigos, em razão do surto do coronavírus, considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional. 

Segundo a Abinee, quem mais tem tido dificuldades para encontrar materiais, insumos e componentes são os fabricantes de celulares, computadores e demais produtos de tecnologia da informação. 

A Abinee ouviu cerca de 50 industriais, que apontaram o problema com mais ênfase do que no levantamento anterior, elaborado duas semanas antes, com o índice de 52% subindo cinco pontos percentuais. 

A entidade esclarece que quase metade dos itens, 42%, é conseguida com fornecedores da China. Somente em 2019, o volume exportado do país asiático para o Brasil totalizou US$ 7,5 bilhões. 

Outros países do continente respondem por 38,3% desse tipo de provimento. O fornecimento da Ásia garante 80,5% das peças utilizadas pelo setor. 

A sondagem da Abinee também possibilitou um diagnóstico sobre como a escassez de peças tem afetado as decisões dos industriais do segmento. A conclusão foi de que somente 4% deles já têm suspendido parcialmente suas atividades. 

Além disso, outra parcela, de 15%, declarou que pretende pausar a produção nos próximos dias, com preferência pela interrupção parcial. A maioria (54%) sinalizou que ainda não planeja parar as esteiras, mas disse que a decisão dependerá de quanto tempo levará para o problema de abastecimento ser resolvido.
Fonte: Agência Brasil.

DESEMPREGO RECUA PARA 11,2% EM JANEIRO E ATINGE 11,9 MILHÕES DE BRASILEIROS

A taxa de desocupação caiu para 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, uma queda de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (de agosto a outubro de 2019), quando ficou em 11,6%. Em relação ao trimestre encerrado em janeiro de 2019, quando a taxa foi de 12,0% houve queda de 0,8 ponto percentual.

Os dados são da PNAD Contínua, divulgada nesta sexta-feira (28/2) pelo IBGE. Segundo a pesquisa, são 11,9 milhões de pessoas desocupadas no Brasil.

O contingente de pessoas ocupadas (94,2 milhões) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior. Porém, comparado ao mesmo período de um ano atrás, houve crescimento da ocupação, um adicional de 1.860 mil pessoas.

"O nível da ocupação, que mede o percentual de pessoas ocupadas em idade de trabalhar, manteve-se estável (54,8%) em relação ao trimestre antecedente, mas subiu em relação ao mesmo período do ano anterior, quando era estimado em 54,2%", comenta a analista da PNAD Contínua, Adriana Beringuy. 

A taxa de informalidade recuou de 41,2% no trimestre de agosto a outubro de 2019 para 40,7% no trimestre encerrado em janeiro de 2020. "Esse recuo está associado à redução de aproximadamente 479 mil trabalhadores informais em relação ao trimestre móvel anterior", aponta Beringuy.

Por outro lado, o contingente de empregados com carteira assinada cresceu 1,5% frente ao trimestre anterior, um acréscimo de 540 mil pessoas, e 2,6% frente ao mesmo período do ano anterior, acréscimo de 845 mil pessoas. "Houve manutenção do aumento do emprego com carteira assinada no setor privado, influenciado ainda pelos resultados econômicos do final de 2019", destaca a analista.

O contingente de pessoas desalentadas se manteve estável em 4,2% próximo do nível máximo da série histórica, atingindo em 2019 (4,4%). No grupo dos empregados sem carteira assinada também houve estabilidade em relação ao trimestre anterior, mas crescimento de 3,7% em relação ao ano anterior (mais 419 mil pessoas). 
Fonte: NE10/Blog do Jamildo.