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sexta-feira, 20 de março de 2020

CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS MUNICÍPIOS APRESENTA REIVINDICAÇÕES PARA AÇÕES EMERGENCIAIS DE COMBATE AO NOVO CORNAVÍRUS.

Entre os pedidos feitos pela CNM aos órgãos, está a liberação de incremento financeiro emergencial à atenção primária de saúde.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) entregou à presidência da República, ao Supremo Tribunal Federal (STF), à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal um ofício com 17 reivindicações para viabilizar ações emergenciais de enfrentamento do novo coronavírus (Covid-19). 

No documento, a entidade avalia que a pandemia impõe uma ampliação de gastos dos municípios com a prevenção da doença, ao mesmo tempo em que a arrecadação dos governos locais é reduzida por conta da queda da atividade econômica

Entre os pedidos feitos pela CNM aos órgãos está a liberação de incremento financeiro emergencial à atenção primária de saúde. Nesse caso, a reivindicação trata-se da distribuição entre os municípios, pelo critério populacional, de 50% dos recursos destinados pela MP 924/2020 ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) e de 50% dos recursos do DPVAT destinados ao SUS. 

Há, ainda, a solicitação de liberação imediata por meio de Medida Provisória dos recursos parados em contas antigas vinculadas à área da Saúde. A CNM leva em conta a informação do Fundo Nacional de Saúde (FNS), que diz que “cerca de R$ 4 bilhões estão parados em contas antigas – vinculadas a inúmeros programas federais e custeio da saúde”. 

Assim, a confederação entende que a execução das contas é “extremamente lenta em razão da recente alteração na sistemática dos fundos e das complexas regras que envolvem o processo. 

O presidente da CNM, Glademir Aroldi, afirmou que, neste momento, é preciso unir forças para conter os problemas estruturais causados pelo novo coronavírus. Assim, ele considera que o Executivo Federal, o Congresso Nacional e os órgãos de justiça do país precisam trabalhar juntos. 
Fonte: Agência do Rádio Mais.

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quinta-feira, 19 de março de 2020

SENADOR NELSINHO TRAD ESTÁ INTERNADO EM BRASÍLIA COM CORONAVÍRUS.

O quadro dele é estável e o parlamento não está em UTI.
O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), de 58 anos e diagnosticado com o novo coronavírus, está internado no Hospital Sírio Libanês em Brasília. O quadro dele é estável e o parlamentar não está em UTI. As informações foram divulgadas pela assessoria do senador na madrugada desta quinta-feira, (19/3). 

"Durante consulta de rotina esta tarde (na quarta-feira), foi solicitado pelo infectologista que o atendeu, que o senador permanecesse no hospital por conta da febre, que não estava cedendo. O senador não está entubado e respira normalmente", diz a assessoria do senador no comunicado. 

O diagnóstico para a covid-19 de Nelsinho Trad foi confirmado na última sexta-feira, (13/3). O parlamentar era um dos integrantes da comitiva do presidente Jair Bolsonaro que viajou para os Estados Unidos neste mês. 

Além de Nelsinho Trad, outras 16 pessoas do grupo que viajou com o presidente pegaram o vírus. Dentre elas, dois ministros de Estado, o do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e o de Minas e Energia, Bento Albuquerque, além do chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten

Trad foi o primeiro caso de coronavírus no Congresso Nacional. 

Na quarta-feira, o chefe do Poder Legislativo, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), também foi confirmado para a doença. No Congresso, ainda foram diagnosticado com a infecção os deputados Daniel Freitas (PSL-SC) e Cezinha da Madureira (PSD-SP). 
Fonte: Notícias ao Minuto.

TRABALHO DOMICILIAR GANHA FORÇA EM TODO PAÍS.

Modelo conhecido como home office é novidade para muitos brasileiro; segredo é saber separar vida profissional e pessoal, afirma especialistas em recrutamento.
O temor com a transmissão do novo coronavírus tem feito muitas empresas repensarem a forma de trabalho. A partir da recomendação das autoridades de saúde para que as pessoas evitem aglomerações, as companhias incentivam, aos poucos, os colaboradores a trabalharem de casa, prática conhecida como home office. 

Para Celson Hupfer, CEO e fundador da Connect, plataforma de recrutamento digital, trabalhar de casa requer algumas adaptações, principalmente na hora de o trabalhador separar vida profissional e pessoal. 

“Com o home office, você tem dois riscos: o primeiro é de que você perca o foco, e o segundo é de que o trabalho envolva tanto a sua vida que você esquece da sua própria vida pessoal”, alerta. 

Além disso, Hupfer diz que é importante o profissional ter ou criar um espaço exclusivo para os afazeres profissionais dentro de casa. O ideal é ter um ambiente sem barulhos ou interrupções para que a produtividade seja igual ou melhor do que seria no escritório. 

“Não dá para ficar fazendo home office sem sair da cama, fazer em um espaço com muito barulho que não seja relativamente apropriado. Crie um lugar para você. Não pode ficar em um espaço em que você é constantemente interrompido por questões da vida doméstica”, recomenda. 

Embora o home office exija disciplina e responsabilidade, as pessoas se beneficiam ao trabalharem de casa. É o caso da redatora Andreza de Paula dos Santos, de 24 anos. A empresa de marketing em que ela trabalha, em São Paulo, liberou todos os funcionários para trabalharem remotamente por conta do temor com a disseminação do coronavírus. 

Andreza conta que a mudança trouxe qualidade de vida, pois, segundo ela, ganhou cerca de três horas no dia que costumava gastar para ir e voltar ao trabalho. A redatora conta que, mesmo de casa, a carga horária e a rotina de trabalho seguem iguais. 

“A nossa principal linha de comunicação têm sido Whatsapp e e-mails. Até agora está funcionando bem. Começo às nove, termino às dezoito, faço uma hora de almoço. O que mudou é que estou acordando um pouco mais tarde, porque não preciso mais pegar o metrô”, conta.  
Fonte: Agência do Rádio.