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sexta-feira, 20 de março de 2020

SEMANA TERMINA COM ALTA NO PREÇO DO MILHO E DO CAFÉ.

Já o açúcar cristal apresentou desvalorização de 0,63% no preço.
A saca de 60 quilos do café arábica termina a semana (20) com alta de 1,96% no preço e é vendida a R$ 569,41 na cidade de São Paulo. Já o café robusta apresentou queda de 0,06% no valor e a saca é comercializada a R$ 325,69 para retirada no Espírito Santo. 

O açúcar cristal apresentou desvalorização de 0,63% no preço e o produto é vendido a R$ 77,08 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, subiu 0,11% e a mercadoria é comercializada a R$ 75,79. 

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho registrou alta de 0,90% e é negociada a R$ 58,27. Em Campinas, em São Paulo, o produto também teve alta de 0,79% no valor e a saca é comercializada a R$ 57,65. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 50. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o milho é vendido a R$ 46. Em Barreiras, na Bahia, o preço à vista é R$ 45. Os valores são do Canal Rural e Cepea. 
Fonte: Agência Rádio.

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LULA FALA DE BOLSONARO E DIZ QUE É HORA DE SALVAR O POVO.

Para Lula, Bolsonaro está mais preocupado com a imagem, com panelaços, e em se "autodenominar o mito".

Uma semana após retornar da Europa e em quarentena recomendada pelos médicos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reapareceu nesta quinta-feira, (19/3), nas redes sociais. Disse que não gosta de fazer julgamentos, por já ter ocupado o principal cargo político do País, mas reservou boa parte do pronunciamento, em um vídeo de 15 minutos, para atacar a forma como o atual presidente tem lidado com o avanço do novo coronavírus. 

Lula pediu ao Tesouro que coloque dinheiro novo na economia, "quantos bilhões forem necessários", que não se preocupe com déficit fiscal e gaste quanto for necessário gastar em ações contra a doença. "Depois que a gente salvar o povo, a gente vai discutir como salvar a Economia, como fazer o País voltar a crescer". 

O ex-presidente iniciou os ataques ao atual mandatário ao comentar a entrevista coletiva realizada na quarta-feira, (18/3), por Bolsonaro e equipe para divulgar ações do governo em relação à covid-19. "Não imaginei que um presidente da República e seu staff, seu ministério, fossem fazer uma entrevista para desorientar o povo brasileiro de como melhor se comportar e como o governo iria fazer para minimizar o possível sofrimento da sociedade brasileira", afirmou. "O que vi foi o governo fazer um show de narcisismo, de quem não estava preocupado em orientar, mas em se desfazer da imagem negativa que se permitiu criar, de tanta bobagem que fez." 

Para Lula, Bolsonaro está mais preocupado com a imagem, com panelaços, e em se "autodenominar o mito. Ele gosta tanto dele que se acha mais importante do que qualquer ser humano do planeta". Sobrou até para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, algoz e responsável pela prisão do ex-presidente na Operação Lava Jato. Ao comentar o fechamento de fronteiras do Brasil, iniciado pela Venezuela, afirmou que "Se o Moro quisesse fechar alguma coisa, deveria fechar a boca." 

Lula, no entanto, poupou a imprensa de críticas. Pelo contrário, em raros elogios, admitiu que "se tem alguma coisa que tem funcionado perfeitamente bem do ponto de vista da qualidade da informação é a imprensa brasileira. Sou crítico, mas tenho que reconhecer que uma instituição que prestou informação, foi a imprensa". 

O ex-presidente lembrou que tem 74 anos e que seguirá isolado em quarentena para se cuidar e evitar que seja transmissor ou receptor do coronavírus. Deu conselhos e concluiu pedindo solidariedade, uma palavra rara atualmente, segundo Lula. "É hora de ser solidário e cuidar dos outros, de ser humano cuidando do outro".
Fonte: Notícias ao Minuto.

FORMA GRAVE DA DENGUE PODE SER FATAL; DESCUBRA OS GRUPOS QUE CORREM MAIS RISCOS.

Neste ano, já forma notificados mais de 94 mil casos prováveis de dengue em todo o país. Destes, 682 foram confirmados como dengue grave ou dengue com sinais de alerta, que podem matar.
Neste ano, já foram notificados mais de 181 mil casos prováveis de dengue em todo o país. Destes, 1.472 foram confirmados como dengue grave ou dengue com sinais de alerta, que podem matar. No ano passado, a doença transmitida pelo Aedes aegypti matou 728 brasileiros. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a OMS, a dengue grave pode ser fatal por causar acúmulo de líquidos, dificuldade respiratória, insuficiência de órgãos e até hemorragias. Os sinais de alerta ocorrem de três a sete dias após os primeiros sintomas e incluem intensa dor abdominal, tontura, sede intensa, vômito constante, respiração ofegante, sangramento na gengiva e fadiga. 

O médico sanitarista e pesquisador da Fiocruz, Cláudio Maierovitch, ressalta a importância de se hidratar, logo ao perceber os sinais de alerta, e procurar assistência médica o quanto antes para evitar o agravamento da doença: 

“Dengue grave é uma evolução desta situação em que aparecem os sinais de alarme. Às vezes, aparecem os sinais de alarme e a pessoa se recupera completamente. Mas, às vezes, a pessoa pode ter sangramentos ‘importantes’ e pode ter uma queda da pressão, a ponto de que seja uma doença fatal. Então, qualquer caso com a pessoa suspeitando que tem dengue – seja dengue comum, com sinais de alerta ou até com sinal de agravamento maior – ela tem que se hidratar muito, beber muita água até que consiga acesso à assistência médica.” 

Ainda segundo Maierovitch, o primeiro fator que aumenta as chances da dengue evoluir para um quadro grave é a pessoa já ter contraído outro sorotipo da doença anteriormente. A dengue também oferece mais riscos a quem tem alguma deficiência nos mecanismos de defesa, como pessoas que tomam medicamentos corticoides ou que fazem tratamento para câncer. O especialista explica, ainda, que determinadas faixas etárias, como crianças e idosos, também correm mais riscos de que a doença evolua para o quadro grave: 

“Crianças muito pequenas, que ainda não têm seu sistema imunológico bem desenvolvido, ou os idosos, que, além de terem, muitas vezes, problemas imunológicos, com muita frequência já têm outras doenças – como doenças cardíacas, pulmonares, renais - então essas pessoas são mais frágeis caso elas tenham uma infecção por dengue, portanto têm mais chances de que a doença se complique.”  

Maierovitch ressalta ainda que pessoas idosas ou com problemas cardíacos e renais devem ter atenção redobrada, uma vez que o tratamento para a dengue é baseado em hidratação intensa. Esses grupos podem apresentar dificuldade ao ingerir muito líquido, então é necessário tomar cuidado para não sobrecarregar o coração, os pulmões e os rins. 
Fonte: Agência Rádio Mais.

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