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segunda-feira, 30 de março de 2020

'COMO CIDADÃO, QUERO FICAR EM CASA', DIZ PAULO GUEDES.

Ministro da Economia disse que, 'como economista', gostaria de ver a produção ativa. Ele lembrou que a recomendação da área da Saúde, diante da crise do coronavírus, é manter o isolamento social.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse neste domingo (29/3), durante uma videoconferência com representantes da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que, "como cidadão" quer "ficar em casa e fazer o isolamento" diante da pandemia do coronavírus. 

Ele ressaltou que, como economista, gostaria de ver a atividade econômica se mantendo ativa no país. Guedes lembrou que a recomendação das autoridades de Saúde, do governo e da sociedade civil, é seguir com o isolamento social para retardar o alastramento do vírus

"Eu mesmo, como economista, gostaria que pudéssemos manter a produção, voltar o mais rápido possível. Eu, como cidadão, seguindo o conhecimento do pessoal da Saúde, ao contrário, quero ficar em casa e fazer o isolamento”, afirmou o ministro. 

Guedes repetiu a preocupação do governo com os efeitos econômicos das medidas de isolamento, adotadas por governadores em todo o país. O presidente Jair Bolsonaro tem afirmado que as medidas são "excessivas" e, neste domingo, caminhou pelo comércio em Brasília, gerando pequenas aglomerações e contrariando determinações do Ministério da Saúde

"Para a saúde, aparentemente, você precisa desses dois ou três meses. Então, nós estamos aí esticados, espremidos, porque mais de dois, três meses a economia não aguenta. Mas menos de dois, três meses, parece que a saúde também se precipita", disse Guedes. 

"Nós temos que estar atentos. Temos que ter respeito pela opinião dos dois lados. Vamos conversar sobre isso de uma forma construtiva", completou o ministro.
Fonte: G1

domingo, 29 de março de 2020

CASOS DE CORONAVÍRUS NO BRASIL EM 29 DE MARÇO.

Secretarias estaduais de saúde contabilizam 4060 infectados em todos os estados e 117 mortos.
As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até 12 horas de domingo (29/3), 4.060 casos confirmados do novo coronavírus no Brasil com 117 mortos, 84 deles em São Paulo, de acordo com a secretaria de Saúde do estado.

Em São Paulo, outras duas mortes foram confirmadas: uma por um hospital e outro por uma universidade, somando 119. Os casos ainda não forma contabilizados pela secretaria.

Piauí: Registrou a primeira morte no estado, a vítima foi o prefeito da cidade de São José do Divino. Antônio Nonato Lima Gomes de 57 anos. O estado registrou mais dois casos.

Bahia: foi confirmada na manhã deste domingo (29/3) a primeira morte por coronavírus no estado. O número de casos no estado está em 147.

Distrito Federal: Informou hoje o registro da primeira morte. O número de casos está está em 288.

Minas Gerais: Até agora nenhuma morte foi confirmada, 20 ÓBITOS suspeitos estão em investigação. O estado tem 231 casos registrados.

Rio Grande do Sul: Está com 226 casos confirmados, nenhuma morte.

Rio Grande do Norte: Tem 68 casos confirmados e uma morte.

Maranhão: tem 22 casos confirmados, nenhuma morte.

Pernambuco: 5 morte e 68  casos.

Paraná: Registrou duas mortes na cidade de Maringá.

Amazonas: 111 casos.

Mato Grosso do Sul: 31 casos

Goiás: 56 casos.

O ministério da saúde informou que o avanço da doença está acelerado, foram 25 dias desde o primeiro contágio confirmado até os primeiros 1.000 casos (de 26 de fevereiro a 21 de março). No entanto, os outros 2.000 casos foram confirmados em apenas seis dias (de 21 a 27 de março).
Fonte: G1.

sexta-feira, 27 de março de 2020

MUNDO: ITÁLIA TEM QUASE MIL MORTES CAUSADAS PELO CORONAVÍRUS EM UM DIA.

As autoridades italianas afirmaram que o número diário de mortes na quinta-feira (26/3) foi de 919, e o total no país chegou a 9.134.
O número de mortes na Itália por causa do Covid-19, a doença causada pelo coronavírus aumentou em 919, disse a agência de proteção civil nesta sexta-feira (27/3). Até agora, 9.143 pessoas morreram por conta da epidemia no país. 

É o recorde para um único dia. Antes, havia sido o 21 de março, quando 793 pessoas haviam morrido. No entanto, 50 delas são referentes à mortes de quinta-feira, na região do Piemonte, que foram contabilizadas nesta sexta-feira. 

Nos últimos dias, os números foram os seguintes:
23 de março - 602 mortes
24 de março - 743 mortes
25 de março - 683 mortes
26 de março - 712 mortes
27 de março - 919 mortes

A região mais atingida é a da Lombardia, onde fica a cidade de Milão. Lá, houve 5.402 mortes. 

No dia 22 de março, durante uma entrevista à TV RAI, o prefeito de Milão, Giuseppe Sala, afirmou que errou ao divulgar, no fim de fevereiro, um vídeo que dizia que a cidade não pode parar. 

“Muitos se referem àquele vídeo que circulava com o título ’Milão não Para’. Era 27 de fevereiro, o vídeo estava explodindo nas redes, e todos o divulgaram, inclusive eu. Certo ou errado? Provavelmente, errado”, ele afirmou à RAI no domingo (22).

AINDA NÃO CHEGOU O PICO
As infecções de coronavírus na Itália não atingiram seu pico, disse Silvio Brusaferro, chefe do Instituto Superior de Saúde do país nesta sexta-feira (27/3). 

“Não atingimos o pico e não passamos dele”, disse Brussaferro. 

Ele disso que há, no entanto, sinais de uma desaceleração no número de pessoas que estão ficando infectadas, o que sugere que o pico não está longe. Depois disso, os novos casos vão entrar em tendência visível de queda. 

“O nosso comportamento vai influenciar em quão íngreme vai ser a queda, quando ela começar”, afirmou ele, em uma referência à aderência dos italianos às restrições ao movimento impostas pelo governo.
Fonte: G1