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terça-feira, 14 de abril de 2020

MINISTRO DA SAÚDE PEDE QUE SECRETÁRIOS DE SAÚDE AJUDEM NAS BUSCAS POR EPIS

A pasta distribuiu 40 milhões de Equipamentos de Proteção Individual para serem usados por profissionais de saúde que realizam o atendimento a pacientes infectados pela Covid-19 em todo Brasil.
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O Ministério da Saúde distribuiu 40 milhões de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para serem usados por profissionais de saúde que realizam o atendimento a pacientes infectados pela Covid-19 em todo o Brasil. 

Foram quase 69 mil frascos de álcool de 500 ml, 100 mil frascos de álcool de 100 ml, 60 mil óculos de proteção, 24 milhões de luvas para procedimentos não cirúrgicos, 100 mil sapatilhas, 14 milhões e 200 mil máscaras cirúrgicas, 742 mil aventais e 209 mil toucas hospitalares. 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reitera que a melhor forma de evitar o contágio é fazer o isolamento social e seguir as normas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), só sair em caso extrema de necessidade. 

“Se nós sairmos, nos aglomerarmos, fizermos movimentos bruscos e relaxarmos nesse grau de contágio, podemos ter falta de Equipamentos de Proteção Individual porque não estamos conseguindo adquirir para estocar. Hoje, estamos muito preocupados com a regularização do nosso estoque de equipamentos.” 

E a preocupação ainda é maior se pensar no colapso do sistema de saúde, com falta de equipamentos como citado pelo ministro, a falta de leitos, UTIs, ambulâncias e isso pode não demorar se não houver cooperação de todos. 

Os chamados EPIs, já começam a faltar. Existe uma corrida em todo o mundo por esses insumos como luvas, máscaras, gorros, entre outros. Todos os países buscavam estes materiais na China, mas agora o país não consegue dar conta da demanda.  O ministro reforçou que todos os estados foram abastecidos por esses equipamentos. 

“Darei uma orientação direta aos secretários Estaduais e Municipais de Saúde: façam vocês também. Os recursos que a gente repassa podem ser usados para a compra desses equipamentos.” 

O Ministério da Saúde está adquirindo milhões de equipamentos de proteção comprados no exterior e devem chegar ao Brasil em até 30 dias.
Fonte: Agência Rádio Mais.

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BRASIL E ESTADOS UNIDOS ESTUDAM PARCERIA NA ÁREA DE SAÚDE PARA ENFRENTAR O CORONAVÍRUS.

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na companhia de outros ministros, se reuniu no início de abril, com o embaixador norte-americano, Todd Chapman, para unir esforços nas áreas de tecnologia, assistência e produção de insumos e equipamentos. 

Um dos pontos tratados no encontro foi a capacidade brasileira de produzir máscaras N95, utilizada por profissionais da linha de frente de combate a Covid-19. 

Segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o Brasil tem capacidade de fabricar o produto, mas depende da matéria-prima de outros países para a produção. 

“A gente trabalha alguma coisa conjunta para ver se consegue a ampliação da produção pelas nossas fábricas, trazendo matéria prima. Como é o caso das máscaras N95, que eles têm muita carência lá e nós temos muita carência aqui. Então, a gente deve trabalhar essas coisas.” 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, também sinalizou que pode haver parceria na área de vacinas.

“Temos algumas vacinas, algumas teses de vacina que são, também, do interesse deles e outras deles que são de interesse nosso. Vou conversar com o presidente Rodrigo Maia (Câmara dos Deputados) e o presidente Davi Alcolumbre (Senado) para que a gente possa também fazer aqui no nosso país os testes de vacina, dentro, logicamente, da ética, do que é correto.”  

O Ministério da Saúde anunciou, como parte das medidas de transparência do Governo durante a crise do coronavírus, a criação de um portal onde é possível acompanhar todas as ações e esforços da pasta. Estão disponíveis informações como a quantidade de leitos e insumos distribuídos para cada estado.
Fonte: Agência Rádio Mais.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

BANCO MUNDIAL PREVÊ RETRAÇÃO DE 5% NO PIB BRASILEIRO NESTE ANO.

A previsão para o PIB do país em 2021 é de 1,5% e de 2,3% em 2022.
Reportagem: Paulo Henrique.
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O Banco Mundial divulgou neste domingo (12) um levantamento que estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil sofra uma retração de 5% neste ano. A previsão para o PIB do país em 2021 e 2022 é de 1,5% e 2,3%, respectivamente. Os dados fazem parte do relatório “A economia nos tempos de covid-19”.

De acordo com a publicação, o PIB da região da América Latina e Caribe deve ter queda de 4,6% neste ano. O cálculo não inclui a Venezuela. A previsão é de crescimento de 2,6% tanto em 2021 quanto em 2022, na região. 

O relatório aponta que a pandemia do novo coronavírus exige "respostas de políticas em diversas frentes para apoiar os mais vulneráveis, evitar uma crise financeira e proteger os empregos” e “os programas atuais de proteção e assistência social devem ser rapidamente ampliados”.

O Banco Mundial sugere que os governos devem considerar a opção de apoiar as instituições do setor financeiro e as principais fontes de emprego nos países da América Latina e do Caribe.
Fonte: Agência Rádio Mais.

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