Carregando...

sexta-feira, 24 de abril de 2020

CGU EXPLICA MOTIVOS PARA O CANCELAMENTO DA ANTECIPAÇÃO DA SEGUNDA PARCELA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL.

O Governo Federal está impedido legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do auxílio Emergencial de R$ 600,00 que estava previsto para quinta-feira (22/4)
Reportagem: Janary Bastos Damacena

Áudio

O Governo Federal está impedido legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do Auxílio Emergencial de R$ 600, que estava previsto para quinta-feira (22/4). A previsão era de que os trabalhadores informais e pessoas inscritas no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidas em janeiro e fevereiro recebessem a ajuda. Tudo ocorreu porque o Ministério da Cidadania recebeu uma recomendação da Controladoria Geral da União (CGU) e cancelou essa antecipação. Segundo o ministro da CGU, Wagner Rosário, esse impedimento foi uma cautela para que todos possam receber o auxílio. 

“Como era uma estimativa de valor com base no Cadastro Único, a quantidade de pessoas que estão solicitando aparenta ser maior do que a expectativa inicialmente feita ou o planejamento inicialmente feito, o que nós alertamos era que não se realizasse o pagamento de uma segunda parcela antes de se verificar que o pagamento da primeira foi praticamente encerrado. Ou pelo menos se tem uma estimativa do total de pessoas e o quanto que se necessitaria de incremento na quantidade de recursos orçamentários para cobrir esses valores”. 

O ministro Wagner Rosário ainda afirmou, em coletiva no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (23/4), que essa medida não é um descumprimento do Auxílio Emergencial 

Então a nossa medida não é em relação a corrupção. É uma medida em relação a preocupação orçamentária. Então a gente preferiu ter essa cautela. O Governo está correndo para tentar equacionar isso. Mas vamos lembrar bem que não era um  descumprimento. A gente ia adiantar o pagamento. O que tivemos foi um cuidado adicional, que a CGU fez ao Ministério da Cidadania”. 

Em função dessa medida da CGU, o Ministério da Cidadania elaborou uma nota técnica e solicitou ao Ministério da Economia a previsão para uma suplementação orçamentária o mais rápido possível.  
Fonte: Notícias ao Minuto.

Essas e outras notícias leia na 
Baixe o aplicativo.
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.shoutcast.stm.conexaoweb

quinta-feira, 23 de abril de 2020

IBIRAJUBA-PE: CASO SUSPEITO DE CORONAVÍRUS.

A secretaria Municipal de Saúde de Ibirajuba realizou nesta quinta-feira (23/4) a primeira coleta de exame (swab) para Covid-19).

O paciente, um profissional de saúde que mora em Ibirajuba, mais trabalha em outro município (não informado), ele foi notificado e encontra-se em isolamento domiciliar. 

A secretaria de saúde, informa ainda que todos os cuidados foram tomados, e que está aguardando o resultado dos exames, e assim que os tiver irá informar a população. 

SITUAÇÃO DO MUNICÍPIO DE IBIRAJUBA
CASOS NOTIFICADOS - 01
SUSPEITOS - 01
CONFIRMADOS - 00
DESCARTADOS - 00
SÍNDROME GRIPAL (Monitoramento domiciliar) - 03
SÍNDROME GRIPAL (Monitoramento Concluído) - 08
Fonte: Secretária Municipal de Saúde.

A Secretaria de Saúde de Ibirajuba salienta que está tomando e realizando todas as ações necessárias no enfrentamento do Covid-10, e pede as pessoas que se protejam tomando todos os cuidados necessários.  

terça-feira, 21 de abril de 2020

FIOCRUZ DIVULGA NOTA EM DEFESA DE PESQUISADORES QUE FORAM ALVO DE ATAQUES VIRTUAIS.

Áudio


Após ataques virtuais, a Fiocruz divulgou nota em defesa dos mais de 70 pesquisadores à frente de um estudo que investiga a eficácia de altas doses de cloroquina em pacientes graves com o novo coronavírus. Segundo a instituição; “estudos como esse são parte do esforço da ciência na busca por medicamentos que possam contribuir para superar as incertezas da pandemia da Covid-19”. 

A entidade considera inaceitáveis os ataques que alguns de seus pesquisadores vêm sofrendo nas redes sociais, após a divulgação de resultados preliminares com o uso do remédio. 

Vinculada ao Ministério da Saúde, a Fiocruz, abreviação de Fundação Oswaldo Cruz, foi fundada em 1900. Em entrevista concedida no final de março, a presidente da entidade, Nísia Trindade Lima, afirma que a fundação sempre atuou em defesa da saúde pública do Brasil. 

“Nós temos uma história de trabalho em emergências sanitárias, uma história em infectologia, uma história de 120 anos lidando com emergências sanitárias e combinando vigilância, pesquisa e atenção básica e especializada”. 

O estudo alvo que motivou ataques aos pesquisadores continua em andamento e é destaque até mesmo no jornal americano The New York Times. Os resultados iniciais da pesquisa mostraram que pacientes graves com a Covid-19 não devem usar altas doses de cloroquina. A análise foi feita em 81 pacientes internados no Hospital Delphina Azis, em Manaus, com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e suspeita do coronavírus. 

Além de pesquisadores da Fiocruz, o estudo também é feito por cientistas da Fundação de Medicina Tropical, Dr. Heitor Vieira Dourado, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e da Universidade de São Paulo (USP). 

A presidente da Fiocruz diz que a trajetória e o reconhecimento da entidade é o que permite que pesquisadores busquem respostas à sociedade sobre a melhor saída da pandemia. 

“Essa história é que nos permite, hoje, estar comprometidos com o que somos, como o Sistema Único de Saúde (SUS). E inteiramente voltados para minorar ao máximo os efeitos dessa pandemia”. 

A Fiocruz afirma que a pesquisa continua em andamento e segue os principais protocolos científicos internacionais. Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, todos os participantes do estudo foram comunicados sobre o seu objetivo e assinaram um termo de consentimento. 
Fonte: Agência do Rádio.


Escute essas e outras notícias na: 
Baixe o aplicativo.
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.shoutcast.stm.conexaoweb