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quinta-feira, 14 de maio de 2020

ESTADOS UNIDOS: INSTITUTO DOS ESTADOS UNIDOS PROJETA 88 MIL MORTE NO BRASIL ATÉ AGOSTO.

As projeções mostram que o pico de mortes diárias no Brasil deve acontecer em 1 de julho, com 1024 em 24 horas.
Um dos principais modelos utilizados pela Casa Branca para monitorar os números sobre o coronavírus projetou um cenário bastante sombrio para os brasileiros nos próximos meses. 

Segundo dados divulgados esta semana pelo IHME, instituto de métrica da Universidade de Washington, 88.305 pessoas podem morrer por Covid-19 no Brasil até 4 de agosto. O modelo usa uma janela de intervalo ampla, que no caso brasileiro varia de 30.302 a 193.786 mortes no período, mas indica que a curva de óbitos só aumenta até lá. 

As projeções mostram que o pico de mortes diárias no Brasil deve acontecer em 1 de julho, com 1.024 óbitos em 24 horas. Assim como a projeção total, a previsão de mortes diárias também obedece uma variação que aqui fica entre 182 e 2.613.Somente nesta terça-feira (12/5), o Brasil registrou 881 mortes em decorrência do coronavírus, novo recorde diário. Ao todo, são mais de 12,4 mil mortes e 176 mil infectados no país, que ultrapassou a França e se tornou o sexto com mais casos confirmados no mundo. 

Em junho, mostra o instituto usado como diretriz na Casa Branca, o número de mortes no Brasil estará na casa dos 27 mil e, quando o pico diário chegar, um mês depois, o patamar total de mortos deve saltar para 57 mil. 

A partir de então, a curva de mortes diárias começaria a cair, mas chegaria a agosto ainda na ordem de quase 780 vítimas por dia

O modelo utilizado pela Casa Branca ganhou notoriedade em 31 de março, quando o presidente Donald Trump fez seu primeiro discurso sombrio e visto como realista durante a pandemia que, inicialmente, ele minimizava. Na ocasião, Trump disse que estavam previstas de 100 mil a 240 mil mortes nos EUA até agosto, mesmo com a adoção das medidas de distanciamento social. 

O instituto também faz previsão sobre a quantidade de recursos médicos, como leitos de UTI e respiradores, que os países vão precisar durante os períodos de pico. 

No caso brasileiro, em 1 de julho deve faltar pelo menos 7 mil leitos de UTI, já que serão necessários 11.168 e estarão disponíveis apenas 4.060. Os respiradores necessários no mês de pico, julho, serão 9.800, mas o índice do IHME não mostra quanto estarão disponíveis. 

O presidente Jair Bolsonaro tem sido foco de preocupação entre líderes políticos e especialistas em todo mundo por insistir em minimizar a pandemia e ser contrário às regras de distanciamento social. 

Aliado do brasileiro, Trump já sinalizou que pode tomar medidas como a suspensão de voos do Brasil para os EUA caso a situação no país sul-americano continue a piorar.
Fonte: Notícias ao Minuto.

quarta-feira, 13 de maio de 2020

BRASIL ULTRAPASSA ALEMANHA E SE TORNA SÉTIMO PÁIS MAIS AFETADO PELO COVID-19.

Com mais 9.258 infecções pelo novo coronavírus identificadas nas últimas 24 horas, segundo o Ministério da Saúde, o Brasil deixou para trás a Alemanha no ranking dos países com mais casos da Covid-19. Agora, o país é a sétima nação mais afetada pela pandemia. 

No total, 177.589 pessoas já testaram positivo para o vírus no Brasil, número que é de 170.508 na Alemanha, de acordo com o Instituto Robert Koch. Entre ontem e hoje, a Alemanha registrou mais 933 infecções, quase dez vezes menos do que o Brasil. 

TESTAGEM
O Brasil é um dos países que menos realiza testes para Covid-19, segundo comparação internacional feita pela BBC News Brasil a partir de dados oficiais mapeados pela Universidade de Oxford, no Reino Unido. 

Atualmente, a proporção de testes por cada 1 mil habitantes no país, considerando uma população de 210 milhões de pessoas, é de 0,63 (ou 63 por cada 100 mil habitantes). A taxa é inferior à de muitos países do mundo, inclusive latino-americanos, como Argentina (0,76), Paraguai (0,83), Equador (1,15), Cuba (2,65), Peru (4,44) e Chile (6,43). Também, é muito mais baixa do que a de nações desenvolvidas, como Alemanha (25,11) e Itália (23,64), e dos Estados Unidos (12,08), o novo epicentro da pandemia. 

De acordo com o Ministério da Saúde, foram realizados 132.467 testes específicos para Covid-19 até o dia 20 de abril. Os números não incluem testes realizados em hospitais e clínicas particulares, apenas na rede pública de saúde. 

Por não realizar uma atualização regular sobre os testes, o Brasil ainda não está listado no ranking de testagem (até o dia 20 de abril). Porém, se incluído fosse, o país estaria na 60ª posição, em uma amostragem de 75 países. 
Fonte: Diário de Pernambuco.

MUNDO: APROVAÇÃO DE TRUMP CAI COM ESCALADA DE MORTOS PELO CORONAVÍRUS.

O presidente por vezes contradisse especialistas em doenças de seu governo, promoveu tratamentos potenciais que não foram considerados eficientes.
Mais norte-americanos se tornaram críticos ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em abril, conforme aumenta o número de mortos na pandemia de coronavírus. Assim, o desafiante democrata Joe Biden lidera com vantagem de 8 pontos entre eleitores registrados, de acordo com uma pesquisa Reuters/Ipsos publicada nesta terça-feira (12/5). 

A pesquisa - conduzida entre segunda e terça-feira - mostrou que 41% dos adultos norte-americanos aprovam o desempenho de Trump no cargo, queda de 4 pontos em relação a um levantamento semelhante feito em meados de abril. A reprovação ao presidente cresceu 5 pontos para 56% no mesmo período. 

O levantamento mostrou, também, que 46% dos eleitores  disseram que apoiariam Biden nas eleições do próximo dia 3 de novembro, enquanto 38% votariam em Trump. A vantagem de Biden era de 2 pontos em uma pesquisa Reuters/Ipsos da semana passada.

EFEITO CORONAVÍRUS
Os norte-americanos também parecem estar cada vez mais críticos à maneira pela qual Trump conduz a crise da saúde. De acordo com o levantamento, aqueles que desaprovam Trump no comando da resposta à pandemia superam os que aprovam por 13 pontos percentuais - o maior saldo de desaprovação desde que a pesquisa passou a incluir essa questão no início de março.

Inicialmente, Trump minimizou a ameaça do vírus que já matou mais de 80 mil pessoas nos Estados Unidos, o maior número de mortos de qualquer país. 

O presidente por vezes contradisse especialistas em doenças de seu governo, promoveu tratamentos potenciais que não foram considerados eficientes e já acusou governadores democratas de reabrirem seus estados vagarosamente para prejudicar suas chances de reeleição. 

O presidente republicano já defendeu a condução de seu governo na crise e acusou a China de fracassar em alertar o mundo sobre a gravidade e o alcance da pandemia, que atingiu em cheio a economia. 
Fonte: Diário de Pernambuco.