Carregando...

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

GUERRERO SOFRE LESÃO NO JOELHO DIREITO E NÃO ATUA MAIS PELO INTER EM 2020

O Atacante sofreu problema no ligamento cruzado do joelho direito e passará por cirurgia.
Paolo Guerrero não atua mais pelo Inter em 2020. O centroavante sogre uma lesão no ligamento cruzado do joelho direito no segundo tempo da derrota por 2 a 1 para o Fluminense, no último domingo, no Maracanã, e passará por cirurgia.

O clube gaúcho não informou o prazo para a recuperação do peruano, nem a data do procedimento. Segundo as informações, ele ficará fora por seis meses devido ao rompimento do ligamento.

Guerrero sofreu a lesão em uma disputa de bola com Luccas Claro, já no segundo tempo. Ele trombou com o defensor adversário e levou a pior.

Ele deixou o campo imediatamente na maca, com expressão de dor. No banco de reserva, ele aplicou gelo no local.

Guerrero é o artilheiro do Inter no ano com 10 gols em 15 jogos, além de duas assistências. Ele também é o goleador do Brasileirão,. com três gols. E participou de todos os gols da equipe na competição.
Fonte: GE

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

CUCA NEGA CULPA DA ARBITRAGEM: 'ME QUEIXO POR NÃO TERMOS MATADO O JOGO'

O treinador não culpou a arbitragem e preferiu lamentar as oportunidades perdida pela própria equipe.
gol sofrido pelo Santos já durante os acréscimos no empate por 1 a 1 com o Red Bull Bragantino, neste domingo, provocou mais autocrítica do que revolta no técnico Cuca. Ao contrário dos jogadores, o treinador não culpou a arbitragem e preferiu lamentar as oportunidades perdidas pela própria equipe. 

"Criamos chances muito claras, bolas para matar o jogo. Nesse tipo de jogo, com 1 a 0 até o final, você corre o risco. Eu me queixo mais por não termos feito dois ou três gols do que por termos tomado um. O empate tomado em cima da hora é horrível para quem toma, mas faz parte do jogo", disse o treinador após a reestreia dele pelo clube, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. 

O lance do empate aconteceu aos 47 minutos do segundo tempo, após uma cobrança de escanteio. Cuca havia determinado duas substituições, justamente pensando em aumentar a altura do time na bola parada. O árbitro Ricardo Marques, porém, não autorizou as entradas de Madson e Jobson. 

"Eu ia fazer a troca e instruí os dois jogadores para ir na primeira trave fazer essa bola defensiva. Houve um desentendimento gestual na comunicação, o árbitro entendeu que eu ia deixar (a mudança) para a jogada seguinte. Infelizmente, acontece. A gente não vai colocar a culpa nele", amenizou o treinador. "Dói, e como dói... Se fosse há 20 anos eu ia estar falando besteira aqui. Mas é um lance fatídico. Não tem como jogar a responsabilidade em cima da arbitragem", completou. 

Sobre a atuação do Santos, Cuca viu um time aguerrido, mas prejudicado pela falta de confiança para matar o jogo. Ele fez questão de elogiar nominalmente o meia Sánchez, que desperdiçou um pênalti, e os atacantes Kaio Jorge e Uribe, envolvidos em outras oportunidades perdidas. 

"A gente lamenta o empate, porque o pessoal jogou com muita determinação, força de vontade e aplicação. E taticamente fizemos um jogo bom em grande parte do tempo. Infelizmente, você não está com moral elevado a ponto de as coisas darem certo. Se é um momento de moral elevado, você faz o resultado antes. Vamos recuperar a confiança", finalizou. 

Cuca chegou para substituir o demitido Jesualdo Ferreira e assumiu o comando do Santos apenas dois dias antes da estreia no Brasileirão. O próximo compromisso da equipe será fora de casa, contra o Internacional, às 19h30 de quinta-feira.
Fonte: Notícias ao minuto.

APÓS MARCA DE 100 MIL MORTOS POR CORONAVÍRUS, PRESIDENTE BOLSONARO CRITICA ISOLAMENTO SOCIAL RADICAL.

O presidente ainda acusou a Rede Globo de ter "festejado" a marca.
Um dia depois de o Brasil ter superado 100 mil mortos pelo novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro voltou neste domingo (9/8) a defender ações do governo federal tomadas durante a pandemia, criticou o isolamento social radical ('lockdown') e acusou falsamente a rede Globo de ter "festejado" a marca simbólica de vítimas da Covid-19. 

O Brasil se consolidou como um dos epicentros da transmissão do vírus no mundo, superando os 3 milhões de casos registrados, segundo dados coletados com as secretarias estaduais da saúde pelo consórcio formado por Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, o Globo e G1

Em mensagem em uma rede social, Bolsonaro republicou uma reportagem do jornal britânico Daily Mail que cita números oficiais para argumentar que o "lockdown" – confinamento radical – matou duas pessoas para cada três que morreram de Covid-19, de 23 de março a 1º de maio naquele pais. 

Segundo a publicação, 16 mil britânicos morreram no período por não terem tido acesso a serviços de saúde, enquanto a Covid matou 25 mil pessoas no mesmo intervalo. 

"Conclui-se que o 'lockdown' matou duas pessoas para cada três de Covid no Reino Unido. No Brasil, mesmo ainda sem dados oficiais, os números não seriam muito diferentes", escreveu Bolsonaro, que desde o início da crise criticou medidas restritivas adotadas por governadores para tentar conter a curva de contaminação. 

O presidente também se destacou de outros líderes internacionais por ter minimizado os impactos da pandemia e provocado aglomerações –muitas vezes sem máscara de proteção facial– mesmo quando alertado por especialistas que o isolamento era fundamental para reduzir o número de novos casos. 

Criticado por não ter manifestado pesar pelos 100 mil mortos, como fizeram os presidentes da Câmara, do Senado e do STF (Supremo Tribunal Federal), Bolsonaro disse neste domingo que lamenta "cada morte, seja qual for a sua causa, como a dos três bravos policiais militares executados em São Paulo". Os policiais citados foram mortos após abordagem por um homem que se apresentou falsamente como policial civil. 

"Quanto à pandemia, não faltaram recursos, equipamentos e medicamentos para estados e municípios. Não se tem notícias, ou seriam raras, de filas em hospitais por falta de leitos UTIs [Unidades de Terapia Intensiva] ou respiradores", continuou. 

Sem citar a TV Globo nominalmente, Bolsonaro referiu-se a ela como "aquela grande rede de TV que só espalhou o pânico na população e a discórdia entre os Poderes". Bolsonaro trata a Globo como adversária do governo e já ameaçou não renovar a concessão da emissora. 

"No mais, essa mesma rede de TV desdenhou, debochou e desestimulou o uso da hidroxicloroquina que, mesmo não tendo ainda comprovação científica, salvou a minha vida e, como relatos, a de milhares de brasileiros", escreveu Bolsonaro, que anunciou no dia 7 de julho ter sido contaminado pelo coronavírus. 

O presidente se recuperou e diz ter sido medicado com a hidroxicloroquina, remédio sem eficácia científica comprovada para combater o coronavírus. Estudos apontaram ainda para o risco de efeitos colaterais relacionados ao uso da droga. 

Bolsonaro escreveu ainda que a "desinformação mata mais até que o próprio vírus" e acusou a Globo de fazer uso político da pandemia, sugerindo que a TV seria responsável por mortes que poderiam ter sido evitadas. 

A Globo tem dado grande destaque para a crise da Covid-19 em sua cobertura jornalística, ressaltando as recomendações de distanciamento social emitidas por diversos especialistas e pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e dando espaço em seu noticiário para contar as histórias de vítimas da pandemia. 

Por último, também sem citá-la nominalmente, Bolsonaro afirmou que a TV festejou o marco dos 100 mil mortos na sua edição do Jornal Nacional de sábado (8/8), o que é falso. 

"De forma covarde e desrespeitosa aos 100 mil brasileiros mortos, essa TV festejou essa data no dia de ontem, como uma verdadeira final da Copa do Mundo, culpando o presidente da República por todos os óbitos", afirmou. 

Um editorial lido pelos apresentadores do JN destacou que o direito à saúde é previsto na Constituição, mas que mesmo em meio à pandemia o país permanece sem um ministro da Saúde titular. 

O telejornal lembrou diversas declarações de Bolsonaro minimizando a doença –como quando ele reagiu com um 'E daí?' ao ser questionado sobre a avanço das mortes no país– e concluiu o editorial questionando os telespectadores se o presidente e outras autoridades cumpriram com o dever de garantir acesso à saúde para a população.
Fonte: Notícias ao Minuto.