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sábado, 28 de novembro de 2020

LAJEDO-PE: UM ESTUDANTE FOI ASSASSINADO DENTRO DE CASA.

VÍTIMA
Foto: Divulgação Blog Agreste Violento.
O crime aconteceu na noite desta sexta-feira (27/11) no bairro do poço, na cidade de Lajedo agreste de Pernambuco.

A vítima Ryan Roberty Alves da Silva, estudante de 16 anos  que residia no bairro citado anteriormente.

Segundo as informações, o estudante estava próximo a sua residência, quando dois elementos ainda não identificados se aproximaram em uma moto, anunciaram que era um assalto e tentaram subtrair o aparelho celular da vítima que correu para dentro de casa, um dos assaltantes atirou nele. A vítima caiu dentro de casa foi socorrido, mais devido a gravidade dos ferimentos o jovem morreu a caminho do hospital.

O corpo foi encaminhado para o IML de Caruaru.

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

"QUEIJO FAKE (FALSO)" PREJUDICA ECONOMIA DE LATICÍNIOS E FAZ MAL À SAÚDE.

O Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Goiás (Sindileite-GO) deu início a uma campanha para alertar a população sobre o consumo do produto. 
Reportagem: Agatha Gonzaga
O Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Goiás (Sindileite-GO) deu início a uma campanha para alertar a população sobre o consumo de “queijo fake”. O produto feito à base de gordura vegetal hidrogenada, amido modificado e água, com aroma sabor muçarela e outros queijos, está disponível nas prateleiras dos supermercados com preços menores que o produto original e, por essa razão, tem causado prejuízos a cadeia produtiva de laticínios. O produto faz mal à saúde e pode auxiliar do desenvolvimento da obesidade, conforme explica a nutricionista Camila Pedroza. 

“Esse ‘queijo fake’ é um alimento ultraprocessado. Passa por um nível de processamento tão grande que se torna um produto alimentício e não um alimento propriamente dito. Ele tem um poder inflamatório muito grande e é justamente um corpo inflamado que facilita o desenvolvimento da obesidade e o favorecimento de doenças crônicas não transmissíveis”, alerta. 

O Sindileite recomenda ao consumidor atenção às tabelas nutricionais na hora de escolher os produtos. A legislação brasileira define que os fabricantes deixem no local visível da embalagem a descrição dos ingredientes do alimento. O problema, segundo o vice-presidente do sindicato, Ananias Jayme, é quando o consumidor é enganado nos estabelecimentos. 

“Muitas pizzarias de má índole, por exemplo, estão substituindo até 50% da muçarela por um produto análogo. Ou então, substituem aquela borda recheada de requeijão por uma cobertura a base de gordura vegetal hidrogenada, amido e margarina, o que é péssimo para a saúde do consumidor. Então, como se proteger? Primeiro pelos órgãos de fiscalização em defesa do consumidor que vão passar a fiscalizar esses estabelecimentos, e depois, o próprio consumidor deve estar atendo aos locais que frequenta”, recomenda. 

Em Goiás, a Assembleia Legislativa aprovou uma lei que obriga os estabelecimentos a informarem nos cardápios os produtos análogos ao queijo utilizados nos pratos vendidos. A pauta também foi pedida pela categoria de produtores de laticínios ao deputado federal, José Mário Schneider (DEM), para ser levada a Brasília na Câmara dos Deputados. 
Fonte: Brasil 61.

terça-feira, 24 de novembro de 2020

ESTUDO CLÍNICO CORONAVAC

Instituto Butantan prevê liberação da vacina contra o coronavírus no início do próximo ano.
Reportagem: Paulo Oliveira
O governo de São Paulo e o Instituto Butantan anunciaram nesta segunda-feira (23/11) que o estudo clínico da vacina CoronaVac chegou à fase final. Os resultados do estudo devem sair na primeira semana de dezembro e 46 milhões de doses da vacina estão previstas para serem liberadas em janeiro do próximo ano. 

O estudo clínico já chegou ao estágio necessário para a análise de eficiência do produto. Até o momento, segundo o Butantan, 74 voluntários nos testes foram infectados pela Covid-19, número acima do mínimo esperado para esse estágio, que previa o contágio de, ao menos, 61 participantes. 

No Brasil, os testes ocorrem desde julho sob supervisão do Instituto Butantan em 16 centros de pesquisa científica localizados em sete estados brasileiros e no Distrito Federal. Metade dos voluntários recebeu duas doses da vacina e o restante recebeu um placebo, uma substância sem nenhum tipo de efeito. 
Fonte: Brasil 61