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sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

MINISTÉRIO DA SAÚDE FORMALIZA COMPRA DE 46 MILHÕES DE DOSES DA CORONAVAC JUNTO AO INSITUTO BUTANTAN.

Há previsão de aquisições de mais de 54 milhões de doses até o fim de 2021. Previsão mais otimista para início da vacinação é 20 de janeiro, projeto ministro da saúde.
Reportagem Felipe Moura


O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a pasta fechou contrato com o Instituto Butantan, nesta quinta-feira (7/1), para compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, a vacina contra a Covid-19 produzida pelo laboratório chinês Sinovac. Segundo o ministro, o acordo prevê a entrega das doses até abril e a aquisição de mais 54 milhões até o fim do ano, totalizando 100 milhões de doses. 

Nunca abandonamos as negociações com o Butantan. Se não é o maior, é o segundo maior produtor de vacinas para o ministério. Estamos, hoje, fechando um contrato para a aquisição de 100 milhões de doses, que é o máximo que ele consegue produzir.  A partir deste momento, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização”, disse o ministro em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. 

De acordo com o Diário Oficial da União, as 46 milhões de doses iniciais vão ter um custo de R$ 2,67 bilhões. Ainda durante a entrevista, o secretário executivo, Elcio Franco, esclareceu que a compra de mais 54 milhões de doses é uma opção do contrato assinado hoje, que o Ministério da Saúde poderá exercer futuramente, uma vez que não há orçamento para esse quantitativo. 

Atualmente, o Instituto Butantan já possui 11 milhões de doses da vacina CoronaVac em solo brasileiro, das quais 6 milhões foram importadas da China e 5 milhões produzidas pelo laboratório no Brasil. Com as 100 milhões de doses do Butantan, o ministro reafirmou que o Brasil vai contar com 354 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 até o fim do ano. O restante virá, segundo ele, do imunizante produzido pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. 

Pazuello disse, também, que há negociações em andamento com outros três laboratórios para aquisição da vacina, que são da Johnson & Johnson, Moderna e Pfizer. Em relação às tratativas para aquisição do imunizante da Pfizer, cuja aplicação para uso emergencial já ocorre em alguns países, o ministro revelou que a empresa teria imposto algumas exigências para assinatura de um contrato com o órgão, “que não são autorizadas pela legislação brasileira". 

Entre as imposições estariam isenção total e permanente de responsabilização civil por efeitos colaterais advindos da vacinação, transferência do foro de julgamento de possíveis ações judiciais para fora do Brasil e disponibilização permanente de ativos brasileiros no exterior para criação de um fundo caução para custear possíveis ações judiciais. 

“Não podemos assinar dessa forma”, cravou Pazuello. 

O ministro da Saúde também traçou cenários para o início da imunização da população brasileira. O mais otimista deles seria a partir de 20 de janeiro. Na segunda hipótese, entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. Por fim, entre 10 de fevereiro e meados de março. “A nossa proteção é a Anvisa. A agência reguladora é quem vai atestar a eficácia e a segurança das vacinas. Ela está empenhada em ser célere, rápida e efetiva. Na melhor hipótese, a vacinação começa em 20 de janeiro, caso a Anvisa dê a autorização. Na hipótese mais alongada, até meados de março, que seria caso o registro ou produção tivessem percalços”, destacou. 

Segundo Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde, caso tudo dê certo e a vacinação comece no dia 20 deste mês, o PNI já teria cerca de 8 milhões de doses da vacina disponíveis para distribuição para estados e municípios. “Na perspectiva de que teremos dois milhões da AstraZeneca e com 6 milhões após o contrato assinado com o Butantan, se essas autorizações forem obtidas, seriam oito milhões de doses para iniciarmos a vacinação da nossa sociedade”, detalhou. 
Fonte: Brasil 61.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

NÚMERO DE OCUPADOS NO AGRONEGÓCIO CRESCE EM 1,3% NO TERCEIRO SEMESTRE DE 2020.

Segundo pesquisadores do Cepea, esse comportamento é um indicativo de recuperação no mercado de trabalho do setor após o período considerado, até então, o mais crítico em termos dos efeitos da pandemia de Covid-19.
Reportagem Rafaela Gonçalves
Ouça a Reportagem


A população ocupada no agronegócio cresceu 1,3% no terceiro trimestre de 2020, frente ao trimestre anterior. Com a alta o número chega a 16,94 milhões de pessoas, de acordo com pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. 

A recuperação foi influenciada pelas ocupações na agropecuária. Segundo pesquisadores do Cepea, esse comportamento é um indicativo de recuperação no mercado de trabalho do setor após o período considerado, até então, o mais crítico em termos dos efeitos da pandemia da Covid-19. 

Diante desses movimentos, a participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro alcançou 20,55% no terceiro trimestre de 2020. Em relação aos rendimentos efetivos mensais, entre os terceiros trimestres de 2019 e de 2020, houve aumento real na média para os empregados (4,8%) e para os empregadores (5,7%); mas queda para trabalhadores por conta própria (4,2%).
Fonte: Brasil 61.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

PREFEITA DE IBIRAJUBA TESTA POSITIVO PARA COVID-19.

A prefeita do Município de Ibirajuba MARIA IZALTA comunicou nesta quarta-feira (6/1) que testou positivo para o Covid-19).

O teste foi realizado na manhã desta quarta-feira, ela informou ainda que está assintomática e que está seguindo todos os protocolos médicos e que devido a esse fato todo o agendamento público da prefeita ficam suspensos e retomará após o período de isolamento.

Além da prefeita outros membros de sua equipe de governo também foram diagnosticados com a vírus: O esposo da prefeita Severino Lopes (Secretário de Finanças), a Secretária de Governo Ellen Karla encontra-se internada; e o Secretario de Agricultura Celso Justino.

Outros funcionários encontra-se em monitoramento domiciliar aguardando resultados de exames