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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

GOVERNO E CONGRESSO FECHAM ACORDO PARA FUNDIR PROPOSTAS DE AJUSTE FISCAL E LIBERAR AUXIÍLIO.

 
O governo e lideranças partidárias fecharam um acordo nesta quinta-feira (18/2) que prevê a edição de uma MP (medida provisória) para liberar o auxílio emergencial, além da aprovação - já na próxima semana - de uma proposta unificada que trará medidas de ajuste fiscal. 

O plano foi construído em reunião de líderes partidários e em um encontro entre os ministros Paulo Guedes (Economia) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). 

Pelo acordo, serão fundidas as PECs (Propostas de Emenda à Constituição) Emergencial e do Pacto Federativo. Os dois textos tramitam no Senado desde o fim de 2019 e preveem, entre outros pontos, o acionamento de gatilhos de ajuste fiscal. 

A ideia do governo e da cúpula do Congresso é aprovar a emenda à Constituição até a próxima quinta-feira (25/2). Em seguida, seria editada a MP, que tem validade imediata e traria as regras para liberação do auxílio. 

Em breve pronunciamento na tarde desta quinta, o presidente do Senado disse que a aprovação da PEC não será uma contrapartida ao gasto com a assistência, mas sim um sinal de que o governo e o Congresso entendem ser necessário ter responsabilidade fiscal. 

"A aprovação permitirá criar uma cláusula de calamidade para que se tenha a brecha necessária para termos o auxílio emergencial no Brasil", disse. 

Pacheco não deu detalhes sobre o formato, valor ou número de parcelas do auxílio. A equipe econômica defende o pagamento de três (ou, no máximo, quatro) parcelas entre R$ 200 e R$ 250. 

Segundo o senador, o relatório da PEC será apresentado até a próxima segunda-feira (22/2). Lira, por sua vez, elogiou a harmonia entre Câmara, Senado e governo e afirmou que a reunião foi simbólica para tratar "dos assuntos que são importantes para o Brasil". 

"As PECs que tramitam no Senado, as que tramitam na Câmara e o auxílio emergencial, além das vacinas e da pandemia", disse. 

Sem citar a controvérsia envolvendo a prisão do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), Lira falou que todos os outros assuntos "são laterais." 

"A nossa democracia é forjada em firmeza de instituições e nós, com isso, demos aqui uma demonstração clara para toda a população de que enfrentaremos os problemas", ressaltou. 

"Eles se acomodam gradativamente com o tempo, mas as pautas que foram traçadas pelo governo federal, pela Câmara e pelo Senado continuarão firmes, sem obstáculos para que as suas discussões e aprovações aconteçam o mais rápido possível nas duas Casas."
Fonte: Folha de Pernambuco.

MAIS UM AUMENTO NOS COMBUSTÍVEIS.

Litro da gasolina nas refinarias acumula alta de 34,78% desde o início do ano. Já o diesel subiu 27,72% no mesmo período.
A Petrobrás anunciou nesta quinta-feira (18/2) mais um aumento dos preços médios de venda às distribuidores da gasolina e do diesel, que irão vigorar a partir de sexta-feira (19/2), segundo comunicado da estatal.

O preço médio de venda de gasolina nas refinarias da Petrobrás passará a se de R$ 2,48 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,34 por litro. Já o preço médio de venda de diesel passará a ser de R$ 2,58 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,34 por litro.

É a quarta alta do ano nos preços da gasolina, e a terceira no valor do litro do diesel. Em dezembro, o litro da gasolina custava em média R$ 1,84. Já o do diesel saía a R$ 2,02.

Nos postos, a gasolina está 5,8% mais cara desde a primeira semana do ano, vendida a R$ 8,833 na média, segundo pesquisa semanal da Agência Nacional de Petróleo. Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Já o diesel era vendido a um preço médio de R$ 3,875 o litro nas bombas. 
Fonte: G1.

PERNAMBUCO REGISTRA TERCEIRA MARCA MAIS ALTA DE CASOS DE COVID-19 EM UM ÚNICO DIA.

Prestes a chegar a 300 mil casos confirmados de Covid-19, Pernambuco registrou, nesta quinta-feira (18), a terceira marca mais alta de 
notificações de casos da doença em um único dia, com 2.226 infectados. Esse é ainda o maior total para 24 horas do ano de 2021 no Estado. 

O número desta quinta-feira (18/2) é mais baixo apenas do que o de outros dois dias durante a pandemia no Estado: 30 de dezembro de 2020, quando foram notificados 2.512 casos em 24 horas e 16 de maio de 2020, com 2.279 registros. 

Em 26 de janeiro de 2021, Pernambuco teve a segunda marca mais alta do ano: 2.124 casos, a quarta no total. E o dia 28 de novembro de 2020 completa o ranking dos cinco primeiros dias com mais casos, com 2.084 casos. Em resumo, das cinco marcas mais altas até aqui, quatro ocorreram nos últimos três meses e todas foram acima dos 2 mil casos diários.

Até esta quinta-feira (18/2), dia em que a campanha de vacinação completa um mês, Pernambuco acumula 287.066 casos confirmados da doença causada pelo coronavírus Sars-CoV-2.
Fonte: Folha de Pernambuco.