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quarta-feira, 24 de março de 2021

CANTOR BATISTA LIMA DEMITE TODOS OS SEUS FUNCIONÁRIOS.

*Imagem: Divulgação Internet.
O cantor Batista Lima, anunciou a demissão de todos os seus funcionários. Por meio de vídeo publicado na terça-feira (23/3), o artista explicou suas decisões. 

“Desabafo em um dia triste”, legendou Batista Lima na publicação. “Infelizmente, depois de tanta luta, tanta batalha (…) eu tive que demitir os meus funcionários com muita dor no coração”; inicia. 

O artista ainda agradece a compreensão dos membros da equipe e diz que espera encontrá-los futuramente. “É mais uma banda que tem que demitir seus funcionários. Não pela minha vontade, foi totalmente contra a minha vontade. Mas infelizmente tivemos que fazer isso”, lamenta.

Batista Lima pediu orações para profissionais do ramo do entretenimento, que foram afetados pela pandemia de Covid-19. Ele conta que abriu mão de sua empresa, dos seus funcionários e questiona os governantes. 

“Nós estamos abrindo mão de tudo o que a gente construiu durante anos. (…) E vocês, políticos, estão abrindo mão de que?”, perguntou Batista Lima.
Fonte: NE10/Blog Social 1.

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL PEDE A ARAS QUE PROCESSE CRIMINALMENTE BOLSONARO POR MÁ GESTÃO DA PANDEMIA.

A OAB imputa ao presidente os crimes de perigo para a vida ou saúde de outrem, infração de medida sanitária preventiva, emprego irregular de verbas ou rendas públicas e prevaricação.
Conselho Federal da Ordem dos Advogados (OAB) do Brasil enviou representação ao procurador-geral da República, Augusto Aras, pedindo que o presidente Jair Bolsonaro seja denunciado ao Supremo Tribunal Federal e responda criminalmente pela "péssima gestão" da pandemia da covid-19. A OAB imputa ao presidente os crimes de perigo para a vida ou saúde de outrem, infração de medida sanitária preventiva, emprego irregular de verbas ou rendas públicas e prevaricação. 

Em documento datado desta terça-feira, 23, a entidade de advogados lista atitudes e posturas do presidente diante da pandemia, como o incentivo ao uso de medicamentos que não tem eficácia cientificamente comprovada contra a covid-19 e a posição contrária ao isolamento social. 

O crime de prevaricação atribuído a Bolsonaro se dá em razão da "evidente a gestão criminosa da crise sanitária" causada pelo novo coronavírus. A OAB ressalta a ineficiência e o despreparo da gestão federal da pandemia, lembrando ainda que pesquisas indicam que é "possível se falar em intencional omissão estatal". 

A representação diz ainda que elementos que caracterizam a prevaricação - "retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal" - podem ser. 

Observados na "péssima gestão" do governo na compra das vacinas "em virtude de atritos e divergências político-ideológicas, em prejuízo da saúde e da vida de todos os brasileiros".
Fonte: Notícias ao Minuto.

PARA ESVAZIAR CRÍTICAS, BOLSONARO INCLUI 1° ESCALÃO EM REUNIÃO DOS TRÊS PODERES.

*Imagem Ilustrativa.
A mudança de última hora no formato da reunião do Palácio da Alvorada com os presidentes dos três poderes causou contrariedade entre autoridades do Legislativo e do Executivo.

O presidente Jair Bolsonaro se reúne na manhã desta quarta-feira (24/3) com chefes de poderes, ministros e governadores para discutir medidas de combate à pandemia. Inicialmente, só os presidentes dos três poderes, o procurador-geral da República, Augusto Aras, e o vice-presidente do TCU, Bruno Dantas, participariam do encontro.

A avaliação é que o presidente Jair Bolsonaro colocou na mesa todo o seu primeiro escalão para criar um ambiente de dispersão e, assim, diluir críticas e sair do foco das cobranças na reação a pandemia da Covid-19 por parte dos presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, Senado Federal, Rodrigo Pacheco, e Câmara dos Deputados, Arthur Lira

Nesta terça-feira (23/3), o presidente aumentou a lista dos participantes da reunião e inclui ministros, governadores e até o ex-ministro da Saúde general Eduardo Pazuello.

"O presidente viu que seria emparedado numa reunião mais restrita e decidiu colocar uma tropa de choque para diluir a reunião" disse uma autoridade do Legislativo que participou das tratativas do encontro.

Para esvaziar a reunião, o presidente Bolsonaro também mudou na véspera o comando do Ministério da Saúde e deu uma posse escondida para Marcelo Queiroga. Bolsonaro seria cobrado pela transição demorada na pasta no momento mais grave da pandemia.

Ao mesmo tempo, numa resposta antecipada, Bolsonaro fez na noite desta terça-feira (23/3) um pronunciamento para falar do cronograma de vacinação no país, com distorções e omissões, e não citou os movimentos do governo para recusar e dificultar a aquisição de vacinas em 2020.

Autoridades do legislativo e do Judiciário receberam com preocupação o gesto explícito do presidente Jair Bolsonaro de estimular aglomerações no domingo (21/3).

A ação foi considerada um movimento claro do presidente para inviabilizar a articulação entre os poderes, a qual visa estabelecer uma espécie de pacto nacional de enfrentamento à pandemia da Covid-19 no Brasil.
Fonte: G1/Blog do Camarotti.