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sexta-feira, 1 de outubro de 2021

21 PARTIDOS JÁ CONFIRMAM PRESENÇA EM ATO CONTRA BOLSONARO.

 Movimentos sociais e entidades também estarão nos protestos.
O ato nacional pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro, marcado para o próximo sábado (2/10), reunirá na cidade São Paulo lideranças de ao menos 21 partidos.

Indo da esquerda à direita do espectro político, já confirmaram presença nomes do CIDADANIA, DEM, MDB, PC do B, PDT, PL, PODEMOS, SOLIDARIEDADE, PSD, PSB, PSDB, PSL, PSOL, PT, PV, REDE, UP, PCB, PSTU, PCO e NOVO. 

Além deles, estarão presentes na avenida Paulista representantes de movimentos sociais e entidades como Direitos Já, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, Acredito, UNE, Coalização Negra por Direitos e de centrais sindicais. 

Segundo a Campanha Nacional Fora Bolsonaro, que organiza a manifestação, a abertura contará com um ato ecumênico - e o encerramento, com a reprodução do Hino Nacional. 

"A programação deixa evidente como a mobilização deste sábado cresceu muito e ganhou uma proporção nacional. Ou tiramos o presidente do cargo ou continuaremos vendo aumentarem o desemprego, a fome e a miséria. A crise social e econômica, que é bastante grave, só piora com os desmandos de Bolsonaro e sua família", afirma o coordenador nacional da CMP (Central de Movimentos Populares), Raimundo Bonfim, um dos líderes do ato em São Paulo. 

Esta será a quinta manifestação contra o presidente convocada pela Campanha Nacional Fora Bolsonaro desde maio. Na última delas, em 24 de julho, os manifestantes estimaram 70 mil pessoas presentes na avenida Paulista. 

Nos atos anteriores, em 3 de julho e 19 de junho, a estimativa foi de 100 mil. Já na primeira manifestação da série, em 29 de maio, os organizadores afirmaram que 80 mil protestaram em São Paulo. 

Um processo contra Bolsonaro, se fosse levado a plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), não teria votos suficientes para ser aprovado só com as legendas à esquerda. 

Mesmo com o apoio da centro-direita, ainda seria necessária a adesão de pelo menos um dos grandes partidos do centrão para reunir, formalmente, os 342 votos necessários para que a Câmara autorize a abertura da ação. Com isso, o cenário hoje é favorável à continuidade do presidente no cargo. 

Partidos que chegaram a ensaiar um descolamento do Planalto após as manifestações de raiz golpista no 7 de Setembro acabaram tirando o pé do acelerador após a carta retórica de Bolsonaro escrita em parceria com o ex-presidente Michel Temer (MDB) e que garantiu sobrevida ao governo.
fonte: Notícias ao minuto.

OUTUBRO ROSA

COMO SURGIU
O OUTUBRO ROSA só começou na década de 90, nos Estados Unidos, com apenas alguns estados americanos fazendo campanhas isoladas sobre o tema. 
Só depois que a campanha foi aprovada pelo Congresso Americano que o mês de outubro foi reconhecido nacionalmente como o mês da prevenção contra o câncer de mama. Foi depois disso, inclusive, que os laços cor de rosa, símbolo do Outubro Rosa, começaram a aparecer.

O LAÇO
O símbolo foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure, durante a primeira corrida pela Cura, realizada em 1990, na cidade de Nova York. Na época, os corredores receberam o laço rosa para usarem durante a corrida e, depois disso, ele passou a ser distribuído em locais públicos, desfiles de moda e em outro eventos. 

OUTUBRO ROSA NO BRASIL
No Brasil, o Outubro Rosa demorou um pouco mais a chegar. O primeiro sinal do envolvimento com a campanha por aqui se deu em outubro de 2002, quando o Obelisco do Ibirapuera em São Paulo, foi Iluminado com luzes cor de rosa.

Depois disso, o evento seguiu morno ano após ano. Somente em 2008 que a movimentação ganhou força em várias cidades brasileiras que abraçaram o Outubro Rosa, fazendo campanhas, promovendo corridas e, assim como no resto do mundo, iluminando os principais monumentos com a cor rosa durante a noite. 

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

ALEPE APROVA PROJETO QUE PREVÊ VACINAÇÃO OBRIGATÓRIA PARA SERVIDORES PÚBLICOS DE PERNAMBUCO.

A proposta recebeu, em primeira discussão, 35 votos a favor e 6 contra.
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Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou em primeira discussão, nesta quinta-feira (30/9), o projeto de lei que torna obrigatória a vacinação contra a covid-19 para todos os servidores vinculados direta ou indiretamente ao Poder Público estadual. A proposta recebeu 35 votos a favor e 6 contra.

Para entrar em vigor, o texto ainda precisa passar por uma segunda votação e ser sancionada pelo governador Paulo Câmara.

Segundo o Governo de Pernambuco, pelo menos 12 mil servidores estaduais não se vacinaram até o momento. Hoje, o Estado tem 124.659 servidores ativos, sendo 101.713 civis e 22.946 militares.

Entre os parlamentares que se posicionaram contra a medida, couve ao deputado Alberto Feitosa (PSC) um duro ataque ao relator do projeto, João Paulo (PCdoB). Em sua fala, o social-cristão comparou o comunista, que  já acertou ser retorno ao PT, a Rudolf Hess, que foi vice-führer de Adolf Hittler.

"Eu vejo, deputado João Paulo, que o senhor está sendo braço direito do governador Paulo Câmara, braço direto do nazifascismo. Um personagem da história, Rudolf Hess cabe muito bem ao senhor", disse Feitosa, afirmando não ser contra a imunização mas sua abrigatoriedade.

João Paulo, por sua vez, afirmou que "Quem confunde essa postura com um tipo de autoritarismo ou mau-caráter ou é covarde, com medo de admitir as atrocidades que sua ideologia o faz cometer em meio à pandemia".

Na visão da deputada Teresa Leitão (PT), o gesto de parlamentares de oposição de se colocar contra o projeto de lei seria "hipocrisia", pois de acordo com a petista, ao longo do último anos esses mesmos deputados propuseram ou foram favoráveis a projetos pela vacinação de várias categorias.

"Acho de uma hipocrisia tão grande a pessoa, só porque é oposição, criticar o governo por isso (projeto). Porque se a gente for olhar para trás, do ano passado para cá, foram dezenas de requerimentos, projetos de lei, indicações, apelos de parlamentares de todas as cores políticas para que o governador efetivasse, com urgência, a vacinação dos funcionários públicos. Aí agora vem dizer que isso é fascismo. Como é que pode? É impressionante o desleixo com a vida", pontuou Teresa. 

Em resposta à parlamentar, o deputado Joel da Harpa (PP), justificou que, de fato, defendeu a imunização dos profissionais de segurança, mas que não apoia a obrigatoriedade da vacina. "Eu, particularmente, fui um dos deputados que mais brigaram pela vacinação dos profissionais de segurança pública. Todo o esforço do governo na orientação, no incentivo à população em geral a se vacinar é bem-vindo. Eu, por exemplo, já me vacinei com as duas doses. Agora obrigar passa do limite constitucional". observou.

TJPE EXIGE VACINAÇÃO
Na última segunda-feira (27/9), o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) aprovou resolução que determina a obrigatoriedade de vacinação contra a covid-19 para magistrados, servidores da corte e prestadores de serviços contratados pela instituição. 

"A recusa, sem justa causa, em submeter-se à vacinação contra a convid-19, caracteriza falta disciplinar, passível das senções dispostas nas leis que regem a Magistratura Nacional, os Servidores Públicos Civis do Estado de Pernambuco e os Prestadores de Serviços Terceirizados", diz a resolução.

"É válido salientar que a justa causa que isenta a vacinação contra a covid-19 é de natureza de saúde, e que a comprovação da justa causa dar-se-á mediante a apresentação de declaração médica atual, sem rasuras, que expressamente contraindique a referida vacinação, contendo assinatura médica e carimbo com nome e CRM legíveis ou com certificação digital", afirma o órgão. 

VEJA COMO VOTOU CADA DEPUTADO
A Favor
Aglaison Victor 
Aluísio Lessa 
Antonio Coelho 
Antônio Fernando
Antônio Moraes
Clóvis Paiva
Delegada Gleide Ângelo
Delegado Erick Lessa
Diogo Moraes
Doriel Barros
Dulci Amorim
Eriberto Medeiros
Fabíola Cabral
Fabrizio Ferraz
Francismar Pontes
Henrique Queiroz Filho
Isaltino Nascimento
João Paulo Costa
Joaquim Lira
Juntas
José Queiroz
Laura Gomes
Manoel Ferreira 
Marcantonio Dourado Filho
Marco Aurélio Meu Amigo
Priscila Krause
Professor Paulo Dutra
Roberta Arraes
Romero Albuquerque
Simone Santana
Teresa Leitão
Tony Gel
Waldemar Borges
Wanderson Florêncio.

Contra
Adalto Santos
Alberto Feitosa
Clarissa Tércio
Joel da Harpa
Pastor Cleiton Collins
William Brígido

Não votaram
Alessandra Vieira
Álvaro Porto
Clodoaldo Magalhães
Gustavo Gouveia
João Paulo
Romário Dias
fonte: JC.