Carregando...

sábado, 2 de outubro de 2021

02 DE OUTUBRO

HOJE NA HISTÓRIA

1910
- Em Milão-Itália. Ocorreu o primeiro acidente entre dois aviões na história - Há 111 anos.

1914- Fundação do município de Porto Velho (capital do Estado de Rondônia).- Há 107 anos.

1924-
Acontece o primeiro gol olímpico (gol marcado diretamente de uma cobrança de escanteio) registrado na história do futebol. O gol aconteceu em um jogo amistoso entre as seleções de Argentina e Uruguai. O autor do gol foi o atacante argentino Cesáreo Onzari. Chama-se gol olímpico, porque foi marcado contra o Uruguai, que era o atual campeão olímpico. 
O jogo foi vencido pela argentina pelo placar de 2x1. Há 87 anos. 

1960- Inauguração do Estádio do Morumbi e São Paulo. Há 61 anos. 

1961- O Congresso nacional aprova emenda constitucional que institui o regime parlamentarista no Brasil, evitando que o vice-presidente João Goulart assuma a presidência da República após a renúncia de Jânio Quadros. Há 60 anos.

1974-
Última partida de Pelé com a camisa do Santos. A partida aconteceu na Vila Belmiro contra a Ponte Preta, em um jogo válido pelo campeonato paulista naquele ano. Ao ser substituído, Pelé se ajoelhou e ergueu os braços em direção ao céu. A imagem ficou marcada na história do futebol mundial. Após o gesto, o "Rei" deu a famosa volta olímpica diante de sua torcida. Há 47 anos. 

1992- Chacina do presídio do Carandiru, em São Paulo, com 111 detentos mortos pela Polícia Militar após uma rebelião.  
Fernando Collor é afastado da Presidência até o Senado concluir o processo de impeachment. O vice-presidente Itamar Franco Assume. Há 29 anos. 

1997-
Terceira e última  visita do Papa João Paulo II ao Brasil. A visita aconteceu na cidade do Rio de Janeiro-RJ. A visita do Papa reuniu dois milhões de pessoas no aterro do Flamengo. Ao se despedir o João Paulo II prometeu uma próxima visita, que não veio acontecer, por motivos da saúde do Papa que se agravou nos anos seguintes. Há 24 anos.

2 DE OUTUBRO

 DIA INTERNACIONAL DA NÃO-VIOLÊNCIA
"A violência está presente em todas as camadas sociais, destruindo as comunidades, provocando mortes e inúmeros prejuízos para a humanidade.
A ideia desse dia é conscientizar a população sobre a possibilidade da resolução de questões e embates com a não-violência, seguindo um caminhos de paz e respeito entre as pessoas, mesmo que estas tenham ideia diferentes. 

ORIGEM DO DIA INTERNACIONAL DA NÃO-VIOLÊNCIA
Esta data foi criada pela ONU (Organização das Nações Unidas), em homenagem à figura de Mahatma Gandhi, um dos principais representantes na luta pelo pacifismo e nos respeito dos direitos humanos e da justiça. 

Gandhi foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, por consequência da sua tentativa de unificar pacificamente os povos hindus com os muçulmanos. 

A luta de Gandhi tinha como base quatro principais pensamentos: o amor, a verdade, a não-violência e a não-cooperação. 

As reivindicações propostas pelo movimento de pacificação tinham como filosofia o combate da violência com amor, seja por meio de diálogos, petições, manifestações públicas, marchas e etc. 

Gandhi nasceu em 2 de outubro de 1869, sendo a escolha desta data como o Dia Internacional da Não-Violência.

sexta-feira, 1 de outubro de 2021

21 PARTIDOS JÁ CONFIRMAM PRESENÇA EM ATO CONTRA BOLSONARO.

 Movimentos sociais e entidades também estarão nos protestos.
O ato nacional pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro, marcado para o próximo sábado (2/10), reunirá na cidade São Paulo lideranças de ao menos 21 partidos.

Indo da esquerda à direita do espectro político, já confirmaram presença nomes do CIDADANIA, DEM, MDB, PC do B, PDT, PL, PODEMOS, SOLIDARIEDADE, PSD, PSB, PSDB, PSL, PSOL, PT, PV, REDE, UP, PCB, PSTU, PCO e NOVO. 

Além deles, estarão presentes na avenida Paulista representantes de movimentos sociais e entidades como Direitos Já, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo, Acredito, UNE, Coalização Negra por Direitos e de centrais sindicais. 

Segundo a Campanha Nacional Fora Bolsonaro, que organiza a manifestação, a abertura contará com um ato ecumênico - e o encerramento, com a reprodução do Hino Nacional. 

"A programação deixa evidente como a mobilização deste sábado cresceu muito e ganhou uma proporção nacional. Ou tiramos o presidente do cargo ou continuaremos vendo aumentarem o desemprego, a fome e a miséria. A crise social e econômica, que é bastante grave, só piora com os desmandos de Bolsonaro e sua família", afirma o coordenador nacional da CMP (Central de Movimentos Populares), Raimundo Bonfim, um dos líderes do ato em São Paulo. 

Esta será a quinta manifestação contra o presidente convocada pela Campanha Nacional Fora Bolsonaro desde maio. Na última delas, em 24 de julho, os manifestantes estimaram 70 mil pessoas presentes na avenida Paulista. 

Nos atos anteriores, em 3 de julho e 19 de junho, a estimativa foi de 100 mil. Já na primeira manifestação da série, em 29 de maio, os organizadores afirmaram que 80 mil protestaram em São Paulo. 

Um processo contra Bolsonaro, se fosse levado a plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), não teria votos suficientes para ser aprovado só com as legendas à esquerda. 

Mesmo com o apoio da centro-direita, ainda seria necessária a adesão de pelo menos um dos grandes partidos do centrão para reunir, formalmente, os 342 votos necessários para que a Câmara autorize a abertura da ação. Com isso, o cenário hoje é favorável à continuidade do presidente no cargo. 

Partidos que chegaram a ensaiar um descolamento do Planalto após as manifestações de raiz golpista no 7 de Setembro acabaram tirando o pé do acelerador após a carta retórica de Bolsonaro escrita em parceria com o ex-presidente Michel Temer (MDB) e que garantiu sobrevida ao governo.
fonte: Notícias ao minuto.