Carregando...

quarta-feira, 15 de junho de 2022

RIO DE JANEIRO REGISTRA O PRIMEIRO CASO DE VARÍOLA DOS MACACOS.

A secretária Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) confirmou hoje (15/6) o primeiro caso da varíola dos macacos (monkeypox) na cidade. A vítima é um brasileiro, de 38 anos, mas que mora em Londres, na Inglaterra. Ele chegou ao Brasil no Sábado (11/6) e, no dia seguinte, procurou atendimento médico no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz).

As amostras clínicas foram encaminhadas ao Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF), na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que é referência nacional. O resultado positivo para a doença foi liberado ontem (14/6).

"Ele está com sintomas leves, em isolamento domiciliar e sob monitoramento da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS-Rio). Todos os seus cinco contactantes estão em investigação para orientações e monitoramento", informou a secretaria. 

Acrescentou, ainda, que a SVS-Rio mantém vigilância ativa para detecção oportuna de casos de doença no Rio. Superintendência de Vigilância "também está monitorando o cenário epidemiológico nacional e internacional mantendo as unidades de saúde informadas e orientadas para vigilância, alerta e resposta a eventos de saúde pública", finalizou.
fonte: Agência Brasil.

CALENDÁRIO ELEITORAL


QUARTA-FEIRA - 15 DE JUNHO

Último dia para os tribunais regionais eleitorais indicarem no Sistema ELO os novos municípios que terão eleições com identificação híbrida.

terça-feira, 14 de junho de 2022

SENADO APROVA PROJETO QUE LIMITA ICMS SOBRE COMBUSTIVEIS.

Com 65 votos a favor e 12 contra, o Senado aprovou o projeto que fixa teto de 17% do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica a serviços de telecomunicações e de transporte público. (PLP 18/2022). A proposta prevê uma compensação aos estados com o abatimento de dívidas com a União, quando a perda de arrecadação passar de 5%. Os governos não endividados terão prioridade para fazer empréstimos com o aval da União, e podem ter recursos adicionais em 2023. Os senadores ainda analisam emendas destacadas para votação em separado. 

O governo argumenta que a mudança vai diminuir os preços dos combustíveis para o consumidor final e ajudará no controle da inflação, ajudando a economia como um todo. Já os críticos do projeto afirmam que não haverá redução significativa de preços nas bombas, mas áreas como saúde e educação podem ser afetadas.

O relator Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) complementou seu relatório analisando todas as 77 emendas apresentadas por senadores. Ele acolheu quatro emendas de maneira integral e outras nove emendas parcialmente.

Como o projeto considera que combustíveis - assim como energia, transporte coletivos, gás natural e comunicações - são bens essenciais e indispensáveis, os governos não poderão cobrar ICMS acima do teto se o projeto vira lei.

Os governadores têm demonstrado resistência à proposta, visto que o ICMS é a principal fonte de arrecadação dos estados. Já os parlamentares de oposição consideram a medida eleitoreira, que pode prejudicar os governos locais sem surtir o efeito desejado, que é baixar os valores na bomba. A questão também é objeto de processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

O texto aprovado reduz a zero as alíquotas de Cide-Combustíveis e PIS/Confins incidentes sobre a gasolina até 31 de dezembro de 2022. Atualmente, tais tributos federais já estão zerados para diesel e gás de cozinha. O relator optou também por derrubar a zero o PIS/Confins incidente sobre álcool hidratado e sobre álcool anidro adicionado à gasolina.
fonte: NE10