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sábado, 29 de outubro de 2022

ELEIÇÕES 2022: PESQUISA MOSTRA LULA E BOLSONAROS EMPATADOS.

O pesquisa ouviu 2.400 eleitores presencialmente entre os dias 26 e 28 de outubro.
A pesquisa Paraná Pesquisas divulgada nesse sábado (29/11) - menos de 24 horas para o 2° turno - aponta o candidato Lula com uma pequena diferença a frente do presidente Bolsonaro, mais tecnicamente empatados. confira o resultado da pesquisa:
• Luiz Inácio Lula da Silva (PT) - 50,4 %
• Jair Messias Bolsonaro (PL) - 49,6 %

O instituto não divulgou a porcentagem alcançada pelos candidatos no voto geral (aqueles que contam os brancos e nulos).

A pesquisa tem uma margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com esse número aplicado chegamos ao seguinte resultado.
• Com a margem de erro LULA terá entre 48,4% à 52,4%; BOLSONARO terá entre 47,6% à 51,6%, ou seja, não existe diferença nenhuma entre os candidatos praticamente empatados segundo a pesquisa. 

O levantamento tem um nível de confiabilidade de 95%, e está registrado no TSE sob n° BR-09573/2022.

Sobre a pesquisa, custou 50 mil reais e foi pago com os recursos do próprio instituto.

A Paraná Pesquisa tem contrato com o governo federal e ainda neste mês fez uma sondagem para presidente contratada pelo Progressistas (PP), partido que faz parte da coligação de Bolsonaro. O instituto também recebeu R$ 2,7 milhões do PL, vindos do fundo partidário.
fonte: Notícias ao Minuto

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

MISSA DE FINADOS EM IBIRAJUBA.

A paróquia de Santo Isidro em Ibirajuba, através do pároco Padre José Adeildo, divulgou a programação da celebração do dia de finados no próximo dia 2 de novembro.

Este ano a programação vem com uma novidade, a celebração da missa no cemitério. Veja a programação abaixo.

5:30 da manhã concentração na Matriz, em seguida caminhada para o cemitério local onde será celebrada a missa. 

16:00 (4 horas da tarde) celebração da missa de finados na Matriz de Santo Isidro.   

ELEIÇÕES 2022: ALEXANDRE MORAES CONVIDA O PRESIDENTE DO SENADO E O PRESIDENTE DA CÂMARA PARA ACOMPANHAR A APURAÇÃO DE VOTOS NESTE DOMINGO DIA 30.

O temor reinante em Brasília com a reação que Jair Bolsonaro terá caso Lula ganhe a eleição fez o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre Moraes, convidar o presidente do Senado e o presidente da Câmara dos Deputados para acompanhar o andamento da apuração junto com ele, na sede da Corte.

Pelo plano de Moraes, logo após o final da contagem dos votos, Rodrigo Pacheco e Arthur Lira fariam em seguida uma declaração conjunta atestando a lisura do processo e corroborando o resultado.

No primeiro turno, Pacheco já acompanhou a apuração no gabinete de Moraes, acompanhou a coletiva de imprensa, mas não deu nenhuma declaração.

Além do presidente do Senado, estiveram na sede do TSE no primeiro turno a maioria dos ministros do Supremo, o presidente interino do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, e dezenas de representantes de embaixadas. Todos esses estarão lá novamente no domingo.

A dúvida é sobre a presença de Lira, que não foi ao TSE no primeiro turno e até agora ainda não respondeu se estará no segundo.

O presidente da Câmara já vinha cogitando, durante a semana, promover uma reunião de líderes partidários na residência oficial da presidência da Casa para acompanhar o andamento da apuração e depois fazer uma declaração também defendendo o respeito ao resultado das urnas.

Aliados de Lira, porém, consideram que pode não ser prudente, politicamente, ele aparecer junto com Moraes quando o resultado for anunciado, ainda mais se Lula ganhar.

Defendem que Lira preserve o cacife com Jair Bolsonaro em ambos os cenários, vitória ou derrota do presidente da República, até para poder atuar como fiador da estabilidade democrática caso haja alguma ameaça de golpe.

Conforme informou a coluna, a possibilidade de a disputa pelo Palácio do Planalto terminar com uma margem apertada de votos, de menos de 4 milhões de votos ou até menos, é considerado altamente provável seja quem for o vencedor.

Por isso, preocupa generais e ministros do Supremo, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal de Contas da União (TCU) ouvidos reservadamente pela equipe da coluna.

Um dos temores é o de que um placar apertado dê munição para o presidente Jair Bolsonaro reforçar a artilharia contra as urnas eletrônicas e o processo eleitoral - ou mesmo contra novos alvos, como emissoras de rádio do Nordeste - se recusando a reconhecer uma eventual derrota no voto popular.

No primeiro turno, Lira ficou em Alagoas.

Segundo a equipe da coluna apurou, Lira está preocupado com a possibilidade de um resultado apertado – e de uma eventual contestação da apuração por parte do presidente Jair Bolsonaro, conforme indicam pesquisas mais recentes dos principais institutos do país.

A ideia é que a Câmara se manifeste rapidamente endossando o resultado das urnas, seja ele qual for. 
fonte: O globo