quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

VACA LOUCA: BRASIL SUSPENDE EXPORTAÇÃO DE CARNE BOVINA PARA A CHINA.

As exportações de carne bovina brasileira para a China estão suspensas a partir desta quinta-feira (23/2). Isso porque foi confirmado um caso de mal de vaca louca no Pará. A doença apareceu numa pequena propriedade em Marabá num animal macho de nove anos, idade considerada avançada para bovinos. Ele era criado em pasto, sem ração. A fazendo foi isolada, inspecionada e interditada preventivamente pelo governo estadual e a carcaça do anima foi incinerada.

O Ministério da Agricultura esclareceu que não há riscos para o consumidor. A Organização Mundial de Saúde Animal já foi comunicada. Inclusive, amostras foram enviadas para o laboratório referência em Alberta, no Canadá, para saber o tipo da doença, mas a Adepará, que é a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará, informou que trabalha com a hipótese de ser um caso atípico, quando ocorre em animais idosos, espontaneamente pela natureza, em vez de ser transmitida de forma clássica, pela ingestão de ração contaminada. Isso, em tese, reduz as chances de imposições de barreiras comerciais.

Os últimos casos de vaca louca registrados no Brasil ocorreram em 2021, em Minas Gerais e no Mato Grosso. Esses casos também foram atípicos, mas a China, maior comprador de carne do Brasil, chegou a suspender a compra de carne bovina brasileira por três meses, de setembro a dezembro daquele ano.

Importante destacar que, até hoje, o Brasil não registrou casos clássicos de vaca louca, provocados pela ingestão de carnes e pedaços de ossos contaminados.

Só detalhando o que é o mal da vaca louca: também chamada de encefalite espongiforme bovina, é uma doença degenerativa, causada por um príon, uma molécula de proteína sem código genético. Essa proteína modificada consome o cérebro do animal, que fica parecido com uma esponja. Além de bois e vacas, ela acomete búfalos, ovelhas e cabras.

Para os humanos, ela ocorre quando há o consumo de carne e subprodutos dos animais contaminados. Aí ocorre a encefalopatia espongiforme transmissível.
fonte: Agência Brasil

terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

AVESSO
Em plena noite de segunda-feira de carnaval, quando me preparava para fazer a Crônica do meu sentimento, surge na rua 26 de Março no Mutirão, um senhor alto, magro, aparentando ter seus 60 par 65 anos de idade, jogando 2 ou 3 palavras fora, o identifiquei pela voz. Voz que muito lembrava o locutor Walter Lima, da rádio Nacional de Brasília. Perguntei-lhe o nome, disse se chamar Jota Gomes, e sabe a sua profissão? Locutor do circo Progresso, que passou aqui em Ibirajuba nos anos 80. Rapidamente liguei para meu primo Garibaldi, que ligou para o Papa, que ligou para o sacristão, que ligou para Clemildo Galdino. Clemildo Galdino acionou os céus, e os anjos convidaram o senhor do algodão doce, o vendedor de pirulitos e o rapaz do caldo de cana com pão doce e devido a presença do locutor do Circo Progresso, todos se juntaram, e deram honrarias de glórias eternas a rua 26 de Março no Mutirão. Áh! E a segunda feira de carnaval, daqui a 3, 4 encarnações sempre lembrará, do dia em que o frevo e o samba, em pleno carnaval, deram um glamour nunca igual, ao locutor do Circo Progresso.
Se é que vocês me entendem.



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

A crônica do meu sentimento

HÁ 40 ANOS ATRÁS
Saí de Ibirajuba a pé, até chegar ao sítio Gavião.
Logo na saidinha da cidade, passei na casa dos Galdinos (João e Dedé Galdino), mais a frente conversei com seu Sigismunde Leite. Lá em seu Otávio, chupei mangas e laranjas tiradas na hora do pé. Em Mané de Mirocha, um programa de rádio saudava papai Noel, já era natal. Bom dia seu Antônio Domingos, feliz natal Zé Pereira.
Com destino ao Sítio Gavião fio pelo Sítio Boa Vista. Na bodega de Romão Rosa, pirulitos e pipocas. Na casa de Lélo Basílio, meninos brincavam no alpendre. Que cachaça tão boa na bodega de Zé Borges. Em João Onofre, bebemos água da quartinha, que água fria e doce.
Ai meu Deus, já tô no sítio gavião, que estrada tão grande, que saudade tão linda no meu coração.
Que estrada tão saudosa.
Se é que vocês me entendem  



A ALEGORIA GIGANTE DO GALO DA MADRUGADA JÁ ESTÁ EM PÉ NO RECIFE.

Imagem: Divulgação Jornal do Commercio

A alegoria do Galo da Madrugada, maior bloco carnavalesco do mundo, foi erguida por volta das 22 horas desta quinta-feira (16/2) na Ponte Duarte Coelho, Centro da cidade do Recife.

Sua majestade, o Galo Ancestral, assinado pelo artista plástico Leopoldo Nóbrega, homenageia preto e pardos, pilares da cultura carnavalesca.

O levante do Galo Gigante foi animado pelo bloco Afro Daruê Malungo, baluarte e pioneiro na preservação e transmissão de saberes culturais de matrizes africanas.

Mais de sete toneladas de insumos foram utilizados na confecção da escultura, que tem 28 metros de altura, sustentada por um guindaste. O trabalho para colocar o Galo gigante de pé durou cerca de 20 horas.

"Em reconhecimento à história e toda riqueza do legado afrodescendente para a formação multiétnica nacional, evocamos a nossa ancestralidade africana e brindamos um novo tempo colorido, de paz, igualdade, inclusão e valorização das diferenças como potência cultural", explicou Leopoldo Nóbrega sobre o tema da bora de arte.

Assim como nas duas edições anteriores, também assinadas por Nóbrega, com a ajuda da designer e arquiteta Germana Xavier, a sustentabilidade e upcycling foram fundamentais no processo de confecção do gigante. A indumentária vem de descarte de tecidos como malhas e jeans coletados em cidades como Caruaru, e Toritama e Santa Cruz do Capibaribe e de revestimentos de pisos em eventos.

"A gente vem com um galo pós-moderno, inclusivo e que dialoga com a redução de impactos ambientais", ressaltou Nóbrega, que manteve o co-criação da escultura gigantes em parceria com mulheres artesãs de comunidades periféricas, como Bomba do Hemetério, Morro da Conceição, Santo Amaro e Ponto de Parada. 

A roupa do Galo Gigante traz tons quentes, como as tonalidades presentes na bandeira de Pernambuco. A exuberância de cores e texturas também faz referência a elementos do frevo e maracatu, como coroas, escudos e sombrinhas.

As pontas das asas são douradas, em referência a Oxum, orixá das águas, e no pescoço, um colar no estilo gargantilha africana. A cauda, por sua vez, traz todas as cores do arco-íris para destacar que o Carnaval é de todos. Mosaicos de espelhos confeccionados com descartes de DVDs iluminam a importância do consumo consciente.

Pinturas africanas em cor branca adornam o rosto do gigante, cuja crista passa a adotar dreadlocks, embelezados com fitas de múltiplas cores.
fonte: Jornal do Commercio.

CRÔNICA ESPORTIVA


ÀS CHUTEIRAS DO ARTILHEIRO
Vejam como foi engraçado: 
Faltando menos de meia hora, para o início do mundo, Deus fez a bola. E tudo absolutamente tudo, vive ou morre para a bola. 
Agora sim, iremos entrar no mérito do assunto que dá o título a nossa crônica. "Às chuteiras do Artilheiro"
Se ao criar o mundo (Planeta terra), fez ele também o homem, e deu-lhe umas chuteiras para que sua imagem e semelhança dominar-se o mundo. O Papa, Maomé, Buda e o próprio Cristo abençoaram os pés do artilheiro. Não só o pés, mas principalmente as CHUTEIRAS. 
Raciocinemos: logo após um gol, de qual tamanho será a alegria das CHUTEIRAS DO ARTILHEIRO? E nos títulos, ou até mesmo nas desgraças, como será a reação de tais chuteiras? No outro dia de um grande jogo, às páginas dos jornais deveriam estampar em suas capas, às chuteiras do melhor jogador em campo, ou as CHUTEIRAS DO ARTILHEIRO com a seguinte frase: "Graças te damos oh glorioso instrumento, e bendito seja o teu portador".