quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

GOVERNO PUBLICA DECRETO QUE ALTERA LEIO DE ACESSO À INFORMAÇÃO.

Entre as principais mudanças, está a que permite que servidores comissionados classifiquem documentos ultra secretos.
O governo do presidente Jair Bolsonaro publicou um decreto, na manhã desta quinta-feira (24/1), que altera a Lei de Acesso à Informação (LAI), que entrou em vigor em 2012. Entre as principais mudanças, está a que permite que servidores comissionados classifiquem documentos ultra secretos. Antes, apenas chefes do Executivo e membros das Forças Armadas podiam impor esse sigilo.

Com o documento, assinado pelo presidente da República em exercício, General Hamilton Mourão, o acesso do cidadão a informações fica dificultado. Isso acontece porque documentos classificados como ultrassecretos somente podem se tornar públicos após 25 anos. Trata-se do grau máximo de sigilo.
Fonte: NE10.

PALOCCI DIZ QUE PROPINA PAGOU PESQUISAS PARA O PT.

O ex-ministro Antonio Palocci afirmou, em acordo de delação premiada, que um acerto de propinas com a empreiteira Andrade Gutierrez bancou pesquisas eleitorais para o PT em 2010, quando a sigla já havia definido a ex-ministra Dilma Rousseff como candidata à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva.

Palocci, que cumpre prisão domiciliar após fechar colaboração com a Polícia Federal, foi coordenador da campanha de Dilma. Segundo ele, o esquema, que teria se estendido até 2012, nas eleições municipais, não tinha por objetivo fraudar as pesquisas, produzidas pelo instituto Voz Populi, e sim ocultar recursos de corrupção em serviços que eram de interesse da campanha do PT.

Segundo ele "as pesquisas que não eram favoráveis ao PT era mantidas sigilosas, aos passo que pesquisas favoráveis eram amplamente divulgadas ao público". Os contratos entre a empreiteira e o instituto chegaram a um valor de R$ 11 milhões.

O ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Azevedo, que chegou a ser preso e depois virou delator na Lava Jato, confirmou, em colaboração, os pagamentos ao Vox Populi.

A assessoria da presidente cassada Dilma Rousseff disse que Palocci "mente" em seu acordo de delação premiada. Para a defesa de Lula, o ex-ministro trocou parte de seu patrimônio por "mentiras sem provas". O Vox Populi ainda não se pronunciou.
Fonte: NE10. 

RADIALISTA PAULO SOFRE ACIDENTE EM CARUARU-PE:

O acidente aconteceu na madrugada desta quinta-feira (24/1) em um cruzamento da Avenida Dom Bosco no bairro Maurício de Nassau em Caruaru-PE.

O radialista PAULO SOBRAL de 57 anos conduzia um automóvel Fiat Uno, ele seguia para a Rádio Cultura do Nordeste, para apresentar seu programa. Ao chegar no cruzamento (já citado) um veículo não identificado avançou o sinal vermelho e colidiu com o carro do radialista que acabou capotando.

Paulo Sobral sofreu ferimentos na cabeça e foi socorrido pelo SAMU para o hospital da UNIMED, aonde recebeu atendimento médico e passa bem.

Além da Rádio Cultura de Caruaru, Paulo Sobral apresenta programas radiofônicos nas cidade de Toritama e Taquaritinga do Norte.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

BOLSONARO MUDA O TOM E DIZ QUE PRESSÃO SOBRE FLÁVIO É PARA ATINGI-LO.

Presidente concedeu entrevista mais cedo afirmando que se culpado o filho deveria pagar pelos erros.

O presidente Jair Bolsonaro disse, em entrevista à Record TV nesta quarta-feira (23/1), que a pressão que seu filho mais velho, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), está sofrendo em função de movimentação suspeitas em sua conta tem o objetivo de atingir seu governo. "Eu acredito nele, a pressão enorme em cima dele é para tentar me atingir", disse em entrevista concedida em Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial.

Mais cedo, em entrevista à Bloomberg TV, o presidente disse que, se ficar provado que Flávio cometeu algum crime, ele terá que pagar o preço. 
Fonte: NE10.

MOURÃO DESCARTA CHANCE DE INTERVENÇÃO ARMADA DO BRASIL NA VENEZUELA.

Segundo o general, não é tradição da política externa brasileira intervir em assuntos internos de outros países.
O presidente interino Hamilton Mourão descartou nesta quarta-feira (23/1) a possibilidade do Brasil participar de uma intervenção armada na Venezuela para retirar o ditador Nicolás Maduro do poder. 

Segundo o general, não é tradição da política externa brasileira intervir em assuntos internos de outros países. Ele disse que é possível que, caso seja necessário, o Brasil ofereça no futuro ajuda financeira para reconstruir o país vizinho.

"O Brasil não participa de intervenção. Não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos dos outros países", ressaltou. 

governo brasileiro reconheceu nesta quarta-feira (23/1) o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, como o novo presidente interino do país. Os Estados Unidos e outros nove países também tomaram medida semelhante. 

A declaração do general foi feita após ele ser lembrado que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que todas as opções estão na mesa, o que não exclui uma intervenção armada no país latino-americano

Perguntado, Mourão disse ainda que caso Guaidó seja preso pelo regime de Maduro, só resta ao Brasil protestar, sem fazer interferência alguma. "O Brasil pode protestar, mas não vai fazer mais nada além disso", ressaltou. 

O general ressaltou que os ministros da Defesa do Brasil e da Venezuela têm uma relação institucional, mas negou que o governo brasileiro esteja em contato com militares venezuelanos. 

"O apoio político é exatamente a decisão que foi tomada pelo presidente. O apoio econômico, no futuro, caso seja necessário, para reconstruir o país", disse. 

Mourão salientou também que o país está preparado caso aumente a entrada de refugiados venezuelanos pela fronteira entre os dois países em Roraima. 

E disse que, caso o regime ditatorial retalie o Brasil cortando o fornecimento de energia elétrica, o plano de contingência seria acionar as termoelétricas da Região Norte. 

Em Davos, na Suíça, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a decisão do Brasil de reconhecer Guaidó como presidente da Venezuela ao lado de representantes do Canadá, Colômbia e Peru. 

Logo depois, usou as redes sociais para enviar uma mensagem aos venezuelanos. 

"Todo apoio ao nossos irmãos venezuelanos! Brasil está con ustedes", escreveu Bolsonaro em uma mensagem que mescla as línguas portuguesa e espanhola.
Fonte: Notícias ao Minuto.