quarta-feira, 11 de março de 2026

SENADO APROVA CRIAÇÃO DE CARGOS MINISTÉRIOS COM IMPACTO DE R$ 5,3 BILHÕES EM 2026.


O Senado aprovo, nesta terça-feira (10/3) um projeto de lei que cria 16,3 mil cargos no Ministério da Educação (MEC) e 1,5 mil cargos no Ministério de Gestão e Inovação (MGI). O impacto é de R$ 5,3 bilhões em 2026. O texto vai à sanção presidencial.

domingo, 8 de março de 2026

VIRANDO & REVIRANDO - DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES



8 de março lembra a história de coragem das mulheres e reforça a importância da igualdade, do respeito da valorização feminina na sociedade. 

DIA DE LUTA, CONQUISTAS, IGUALDADE.

Todo ano, quando chega o dia 8 de março, o mundo volta os olhos para esse data especial: O DIA INTERNCIONAL DA MULHER. Para muitos, é um momento de homenagens, flores e mensagens de carinho. Mas o significado dessa data vai muito além das celebrações. Ela nasceu da luta de mulheres que enfrentaram injustiças e levantaram a voz em busca de direitos, respeito e igualdade.

A origem do 8 de março está ligada às manifestações de trabalhadores no início do século 20. Naquela época, mulheres enfrentavam jornadas de trabalho exaustivas, salários menores que os dos homens e poucas garantias de direitos. Foi a partir dessas mobilizações que começou a surgir um movimento mundial em defesa da valorização da mulher.

Ao longo das décadas, muitas conquistas foram alcançadas. Hoje, as mulheres ocupam espaços cada vez mais importante na sociedade. Estão presentes nas universidades, no mercado de trabalho, na política, na ciência, na educação e em diversas áreas que ajudam a transformar o mundo.

Mesmo assim, o Dia Internacional da Mulher não é apenas uma data para comemorar. Também é um momento de reflexão. Ainda existem desafios a serem enfrentados, como a desigualdade de oportunidades, a violência e o preconceito. Por isso, o 8 de março serve como um lembrete de que a luta por respeito e justiça continua.

No dia a dia, a força das mulheres pode ser vista em muitos exemplos: na mãe que dedica a vida à família, na trabalhadora que enfrenta longas jornadas para garantir o sustendo da casa, na professora que forma novas gerações e na jovem que sonha em construir um futuro melhor.

Cada uma delas carrega uma história de coragem, dedicação e esperança. Histórias que mostram que o papel da mulher é fundamental para o desenvolvimento da sociedade.

Mais do que uma data comemorativa, o 8 de março representa reconhecimento e valorização. É um convite para que todos reflitam sobre a importância de construir um mundo mais justo, onde mulheres tenham cada vez mais oportunidades, respeito e voz.

Porque, no fim das contas, quando as mulheres avançam, toda a sociedade avança junto.

FELIZ DIA DAS MULHERES.
Por: Clemildo Galdino 

sexta-feira, 6 de março de 2026

GERALDO ALCKMIN CONFIRMA SAÍDA DO GOVERNO LULA.


GERALDO ALCKMIN confirmou durante coletiva de imprensa, nesta última quinta-feira 5 de março, que deixará o Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O vice-presidente projetou sua saída da pasta para o início de abril.

quarta-feira, 4 de março de 2026

NÁUTICO SOLICITA ARBITRAGEM DE FORA DO ESTADO PARA FINAL DO PERNAMBUCANO CONTRA O SPORT.


Assim como ocorreu no duelo de ida, a partida de volta da final do Campeonato Pernambucano também contará com a arbitragem de fora do estado. O Náutico solicitou a medida e pagará os custos dos árbitros para a partida contra o Sport no próximo domingo (8/3), às 18 horas, no estádio dos Aflitos.

A informação foi confirmada pelo presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, em contato com a reportagem do Diário de Pernambuco.

O Timbu já havia solicitado juízes de fora de Pernambuco para a partida de ida na Ilha do Retiro, disputada no último domingo (1/3), Com o Sport não participando do pedido, o clube alvirrubro também foi o responsável por bancar os custos da arbitragem liderada por Marcelo de Lima Henrique (Master-CE) na ocasião.

Após o pedido do Náutico, a escala dos árbitros de fora do estado passará pela Comissão Nacional de Arbitragem. A expectativa é de que a escolha dos juízes para a decisão seja divulgada ao longo da semana.

terça-feira, 3 de março de 2026

VIRANDO & REVIRANDO.

100 DIAS

Falta 100 dias para a bola rolar maior Copo do Mundo da História, aquela que vai cruzar fronteiras e idiomas, dividida entre Estados Unidos, Canadá e México. Cem dias parecem muito quando olhamos no calendário. Mas, no futebol, é um sopro. Um piscar de olhos entre a dúvida e a glória.

Cem dias para a Seleção Brasileira se reencontrar consigo mesma.

O torcedor brasileiro aprendeu a conviver com o peso da própria camisa. A amarelinha não entra em campo sozinha: ela carrega 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002 nas costas. Carrega Pelé, Romário, Ronaldo. Carrega o trauma recente, as eliminações doloridas as promessas que ficaram pelo caminho.

E agora?

O Futebol da Seleção tem oscilado entre lampejos de genialidade e momentos de incertezas. Há talento - sempre há. O Brasil é celeiro. Surge um ponta driblador aqui, um meia criativo ali, um zagueiro firme acolá. O problema nunca foi matéria-prima. O problema tem sido liga, identidade, convicção.

Cem dias é tempo suficiente para ajustar o sistema defensivo? Para definir quem é o dono do meio-campo? Para transformar posse de bola em agressividade real? Talvez não completamente. Mas é tempo para algo mais importante: criar espírito.

Porque Copa do Mundo não se vence apenas com tática. Vence-se com grupo. Com jogadores que entendem que ali não jogam por contratos europeus, mas por milhões de vozes roucas em frente à televisão. Vence-se quando o talento individual aceita ser parte de algo maior.

Devemos ter esperança?
O torcedor brasileiro não sabe torcer sem esperança. Pode reclamar, pode duvidar, pode criticar escalação, mas quando o hino começa, ele acredita. Acredita porque já viu acontecer. Porque sabe que, quando a bola começa a correr diferente, quando o primeiro drible encaixa, quando o primeiro gol sai, o peso vira combustível.

Há motivos para cautela, sim. A concorrência é feroz. As seleções europeias chegam organizadas, intensas, frias. As sul-americanas vêm cascudas. Ninguém teme apenas o Brasil como antes. E talvez isso seja bom.

Talvez jogar sem o rótulo de favoritos absoluto seja libertador.

Cem dias não são apenas um contagem regressiva. São uma contagem interna. De ajustes, de conversas no vestiário, de decisões difíceis. De escolher quem vai e quem fica. De formar não apenas um time, mas um propósito.

O Brasil entra na Copa com dúvidas. Mas entra, como sempre, com talento e história. E no futebol, história pesa. Às vezes pesa contra. Às vezes empurra para frente.

Faltam 100 dias.

E enquanto o calendário corre, o torcedor faz o que sempre fez: reclama hoje, acredita amanhã.

Porque no fundo, bem no fundo, o Brasil nunca deixa de acreditar que pode ser hexacampeão.

E talvez seja exatamente essa fé que ainda nos mantém no jogo.
Por: Clemildo Galdino