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sábado, 20 de dezembro de 2025

IBIRAJUBA, MINHA TERRA MEU LUGAR.


Ibirajuba, terra querida
Berço de histórias, encanto e vida.
No teu solo fértil, em cada olhar.
Vejo um povo a sonhar e a lutar.

Teus campos verdes ao sol reluzem,
Teus rios cantam, teus ventos conduzem.
A fé resplandece em cada altar
Com santo Isidro a nos abençoar.

No brilho das festas, na praça sorrir,
O tempo parece jamais desistir.
O cheiro da terra, da chuva no chão 
Traz esperança para o meu sertão.

Ó minha terra, meu grande torrão,
te levo comigo, no meu coração.
Ibirajuba, cidade sem par
meu lar eterno, meu doce lugar.

Poema de: CLEMILDO GALDINO

"IBIRAJUBA 62 ANOS DE HISTÓRIA"


Há cidades que crescem em mapas, Ibirajuba cresceu em silêncio, aprendendo a resistir ao sol, à seca insistente, como quem sabe que tudo chega na hora certa.

Antes de ser Ibirajuba, foi Gameleira, nome simples, nascido da sombra generosa da frondosa árvore que acolhiam quem passava por ali. Depois, ganhou nome indígena, raiz antiga, "ÁRVORE AMARELA" como se a própria terra anunciasse que ali havia vida, cor e permanência.

Em 20 de dezembro de 1963, deixou de ser um distrito para firma-se como cidade. Nascia oficialmente o município, mas o sentimento já era antigo.

São 62 anos de emancipação política, mas muito mais de história. História feita por mãos calejadas, por famílias que aprenderam a tirar o sustento da terras dura, por vozes que ecoam nas feiras, nas missas, nas festas e nas conversas de calçada ao entardecer. Ibirajuba nunca precisou ser grande para ser inteira.

Quem nasce em Ibirajuba carrega esse lugar no jeito de falar, no modo de viver e até na forma de olhar o mundo. Há um orgulho simples e verdadeiro em dizer: "SOU IBIRAJUBENSE". orgulho de ter nascido e crescido aqui, de conhecer cada rua, cada canto, cada história, cada luta e cada conquista dessa terra.

A cidade cresce olhando para frente sem esquecer o passado. As ruas guardam memórias, as casas contam histórias, e cada geração acrescenta um capítulo novo a esse livro escrito.

Celebrar 62 anos de Ibirajuba é celebrar o TRABALHO, a HONRA  e a UNIÃO, palavras que não ficaram penas no lema, mas se espalharam pela vida cotidiana. É reconhecer que a força de um município está no amor de quem fica, de quem vai, de quem volta e de quem carregar Ibirajuba no coração.

A cidade não pede luxo nem holofotes. Pede apenas cuidado, respeito a sua história, a seu povo e compromisso com o futuro, porque Ibirajuba é assim: simples, firme, verdadeira. Uma cidade que não se impõe pelo seu tamanho, mas se firma pela identidade.

PARABÉNS IBIRAJUBA, pelos 62 anos de emancipação política. Que venham muitos outros, com respeito, dignidade, memória e esperança, esperança que foi plantada a 62 anos nesse chão. 

Por: Clemildo Galdino

domingo, 30 de novembro de 2025


O sábado começou como um dia comum, mas todo torcedor do Flamengo já sentia que podia esperar. À medida que a hora do jogo se aproximava, crescia a expectativa. E não era para menos: o time tinha a chance de fazer história. Quando a boça rolou, o Flamengo mosgrou força, vontade e confiança. E, ao fim do jogo, veio a grande alegria: o clube conquistou sua quarta Copa Libertadores da América, tornando-se o primeiro time brasileiro a alcançar esse feito.


A torcida Rubro Negra, que acompanha o time em todos os momentos, sabia que não seria fácil. Final nunca é. Mas também sabia que o Flamengo costuma crescer quando mais precisa. E assim foi. Cada ataque, cada defesa, cada minuto parecia carregar a esperança de milhões de torcedores espalhados pelo Brasil e pelo mundo.

Quando o gol saiu, o sentimento foi único. Não importava se o torcedor estava no esta´dio, em casa ou assistindo com a família e os amigos. Em todos os lugares, o grito foi o mesmo: um grito de alegria, de alívio e de orgulho. Era o Flamengo mostrando, mais uma vez, porque é um dos maiores clubes da América.

Com essa conquista, o time não apenas venceu um campeonato. Marcou seu nome na história, Tornou-se o primeiro clube brasileiro a conquistar a Libertadores quatro vezes. E um feito que mostra trabalho, dedicação e a força de um grupo que acredita no que faz.

O torcedor flamenguista sabe que não existe vitória sem luta. E por isso essa conquista é tão especial. Porque representa a união entre jogadores, comisão técnica, diretoria e principalmente, a torcida, que nunca deixou de acreditar.

PARABÉNS ao Flamengo por mais esse título. Que a alegria desta conquista dure por muito tempo e inspire novas gerações de torcedores. A américa se pinta de vermelho e preto mais uma vez, com todo mérito e com toda a justiça. 
Clemildo Galdino

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

VIRANDO & REVIRANDO

 #005

TEMOS MOTIVO PARA COMEMORAR O DIA DA BANDEIRA?

Hoje dia 19 de novembro, se comemora o dia da bandeira do Brasil.
Era para ser um data especial, de orgulho para nós brasileiros, comemorar o dia da Bandeiro do nosso país...

A bandeira é de fato muito bonita. Suas cores fortes chamam atenção e lembram um ideal de país que muita gente ainda sonha em ver de verdade. Ela passa uma sensação de ordem, esperança e orgulho, quase como se contasse a história de um Brasil que poderia ser.

Mas, na vida real, tudo isso fica distante do que o povo enfrenta no dia a dia.

O VERDE fala de nossas terra e matas... mas todo o dia vemos notícias de queimadas e desmatamentos, rios secando e gente sofrendo com falta d'água e outras coisas mais.

O AMARELO lembra a riqueza do país, mas o brasileiro comum continua contando moedas para pagar a feira, o gás, conta de luz de água, remédios, enfim para mante o orçamento domestico.

O AZUL fala de serenidade, mas basta sair na rua para sentir o peso da insegurança e da incerteza sobre o futuro.

O BRANCO... esse da paz... parece ter ficado apenas no tecido mesmo.

Não quero nem falar sobre a frase estanpada "ORDEM E PROGRESSO"... vou deixar por conta da imaginação de cada um de vocês.

Enquanto isso, os políticos aparecem na televisão, nas redes sociais dizendo que tudo vai melhorar, que estão trabalhando pelo bem de todos. Mas muito deles só se lembram do povo em época de eleição. Passam o ano discuntindo, viajando, fazendo discursos longos, enquanto quem acorda cedo, pega ônibus lotado e luta para manter a família de pé vê pouca mudança real. Cada um defende seus interesses, seus grupos, suas prioridades, e o brasileiro segue esperando ser prioridade também.

E, além de tudo, existe a ferida mais dolorosa: a corrupção que a cada dia mancha a bandeira. Não é uma mancha vísivel no pano, mas no que ela deveria representar. A cada escândalo, a cada, desvio, a cada projeto abandonado, dinheiro em malas em cuecas, o símbolo nacional perde um pouco do brilho, e o povo mais um pouco de confiança.

Outro problema: hoje em dia, a bandeira já não serve mais para representar o país inteiro. Ela foi sequestrada por uma facção política, como se fosse sua propriedade e não de todos os brasileiros. Em vez de unir a bandeira virou motivo de brigas, disputas e desconfiança. E isso entristece, porque o símbolo nacional deveria abraçar o povo, não dividir.

No dia da bandeira, fazem cerimônia, tocam hino, colocam a mão no peito. É bonito de ver, mas não resolve o preço do arroz, a fila no hospital, o desemprego, a violência, a escola que falta professor, nem limpa as manchas de currupção que insistem em cair sobre nós.

Quem sabe um dia a BANDEIRA volte a representar toda a nação, limpa, respeitada e verdadeira. Até lá, a bandeira continua como testemunha silenciosa, esperando que o país que ela simboliza finalmente encontre o país que o povo vive todos os dias.  
Clemildo Galdino

sábado, 15 de novembro de 2025

VIRANDO & REVIRANDO

CRÔNICA DE SÁBADO

A vida esta semana, nos apresentou um cenário bem turbulento, como em outros dias. Os noticiários nos atingiu com histórias pesadas: decisões políticas que nos fazem questionar o futuro, crises e conflitos que parecem intermináveis e, infelizmente, trajédias que ferem sem avisos. É natural que o desânimo tente se instalar.

Mas é justamente nessa hora que entra em cena  nosso maior aliado: a Esperanaça Ativa.

Não se trata de um otimismo ingênio, daquele que fecha os olhos para o que está errado. Não. Ser um otimista ativo é ter coragem de encarar os problemas de frente e, ainda assim, escolher direcionar a própria energia para construir soluções, por menores que sejam.

É a mãe que, apesar das contas apertadas, inventa novas maneiras de ensinar o filho. É o pequeno empresário que, diante de crise, encontra um jeito criativo de atender melhor seu cliente. É o cidadão que decide se informar de verdade antes de espalhar raiva ou boatos.

O otimismo ativo entende que não controla o mundo, o clima ou os grandes líderes. Mas controla suas atitudes dentro do próprio quintal. Sabe que a soma de pequenos gestos positivos, uma gentileza no trânsito, um abraço sincero, um voto consciente, tem um poder gigantesco, capaz de mudar a temperatura do ambiente.

Se a grande notícia da semana foi de desalento, que a nossa crônica pessoal seja de ação.

Porque a verdade é simples: o mundo só melhora quando aqueles que acreditam na mudança ser levantam e agem. O otimismo, portanto, não é apenas um sentimento, é uma ferramenta de trabalho para construir um dia a dia mais justo e mais leve. É ele que nos dá força para fechar a porta de uma semana difícil e abrir a próxima com a cabeça erguida.
Por: Clemildo Galdino

terça-feira, 19 de agosto de 2025

VIRANDO & REVIRANDO

#003

De repente, um vídeo estoura na internet. O influenciador famoso denuncia algo grave: crianças sendo exploradas. A notícia corre como fogo em palha seca. Em minutos, todo o país está falando disso. Redes sociais em polvorosa, programas de Tv discutindo, autoridade preocupadas dando entrevistas, políticos correndo para votar leis "urgentes". Prisões, investigações, promessas de mudança. Tudo a toque de caixa, como se agora, enfim, o problema tivesse encontrado solução.

Mais aí vem a grande pergunta: Até quando?

Porque esse problema não nasceu ontem. A exploração de menores acontece há muito tempo, muitas vezes debaixo do nosso nariz, nas ruas, nas casas, nas telas. O que assusta é que muitos casos os próprios pais, aqueles que deveriam proteger, acabam sendo coniventes - alguns por ignorância, outros por descaso, e ainda há aqueles que enxergam nos próprios filhos uma fonte de lucro fácil. É doloroso admitir, mas é verdade.

E a situação piora quando olhamos para as leis. Hoje, parece que a autoridade da família está sendo arrancada aos poucos. Pais que tentam impor disciplina, dar limites, ensinar respeito, muitas vezes acabam tratados como criminosos. Qualquer ato de correção é visto como agressão, como constrangimento a criança... Os pais não podem corrigir, a escola não pode corrigir, então quem corrige? Ninguém. E quando ninguém corrige quem vence é a rua, é a internet, é o crime em todas as suas formas.

Enquanto isso, seguimos nesse ciclo vicioso: um escândalo explode, todos se indignam, leis são propostas às pressas, manchetes se multiplicam. Mas, quando o barulho diminui, a vida volta ao "normal". O crime continua, os inocentes continua sofrendo e os culpados continuam agindo sem medo. 

Será que só vamos acordar quando a tragédia bater dentro de casa? Até quando vamos viver de comoção em comoção, sem atacar o problema de frente?

A verdade é dura: se nada mudar na essência - na família, na educação, na aplicação da lei - seguiremos no mesmo caminho. De esquecimento em esquecimento, de omissão e omissão. E, enquanto isso, as crianças que deveriam ser o futuro do país, os inocentes, os mais frágeis, continuam pagando o preço.

ATÉ QUANDO?

Por: Clemildo Galdino

sábado, 21 de junho de 2025

VIRANDO & REVIRANDO

#002

CRÔNICA DE SÁBADO
E aí, como foi sua semana?....
Pra mim, parece que ela voou! Mais um vez, a gente viu os dias escorrerem pelos dedos, e a vida de modo acelerado nos deixou meio abestalhados. Então chega o sábado e vamos tentar dar aquela respirada ter um pouco de paz, só não sei se isso é possivel.

No Brasil, o assunto que toma conta das redes sociais, dos noticiários é a econômia apertada, se vê discussões sobre juros, sobre inflação corta gosto daqui, corta gasto dali,  e nossos bolsos ficando cada vez mais apertado. Os preços sobem quase que diariamente e o nosso dinheiro parece que vale cada vez menos. E a política, essa é um show a parte. É briga em Brasília, é promessa que não sai do papel, e um escândalo atrás do outro, é como se a gente ligasse a TV, tem show de humor, tem drama, tem policia, uma verdadeira novela... Só que na vida real, no fim das contas, quem paga o preá de Félix somos nós, vítimas de toda essa politicagem sem vergonha que acontece, de decisões que só afetam os pequenos.

As notícias internacionais não melhora em nada, só se fala em guerras, conflitos, ameaças, morte e destruição. E gente com medo, medo das consequências que esses conflitos possam causar.

No meio de tudo isso, estamos nós, gente que acorda cedo pra trabalha, que se esforça pra pagar suas contas, que busca um pouco de paz no dia a dia...

Um fim de semana com a família, um bate papo com os amigos, são essas pequenas coisas que nos reabastece e nos dá energia para enfrentar-mos o cotidiano.

Então é isso. Não nos resta muito coisa coisa pra fazer, além de nos prepararmos para o que vem pela frente. Nos restas nos agarrar a essas pequenas vitórias diária e tentar não perder a esperança. Porque no final, a luta de todos os dias é nossa, é o que nos mantém de pé é justamente o esforço de fazer a vida seguir, um passo de cada vez.
Valeu... Inté mais vê.

terça-feira, 17 de junho de 2025

VIRANDO & REVIRANDO



#001

CHEGAMOS
E ai pessoal beleza.
Preparados para virar e cabeça e revirar as ideias?
Não se preocupem, prometo que vou me comportar, o que vamos fazer é dar umas boas voltas nas opiniões e talvez até encontrar umas respostas no meio do caminho.

Quando me sugeriram para criar e editar uma coluna de opinião no Ibirajuba Notícias (este blog), a primeira reação foi um misto de empolgação com aquele frio na barriga, tipo quando a gente vê o prato favorito e ao mesmo tempo lembra que tem que cozinhar. Lógico que aceitei o desafio, mas claro sem saber direito se tinha a receita pronto. Confesso não tinha.

Então veio o desafio, escolher o nome da coluna. Pensei em "Textos Geniais que Ninguém Vai concordar" - mas achei meio longo. Fiquei horas matutando, virando e revirando as ideias, escrevendo, apagando, até que percebi que o próprio processo era a resposta. Daí nasceu no nome: VIRANDO & REVIRANDO.

Não vamos ter opiniões engessada não. O negócio é olhar os fatos de todos os lados - às vezes de cabeça para baixo - até achar algo que faça sentido, ou pelo menos, que gere uma boa discurssão. Afinal, opinião é coisa séria, mas não precisa ser sisuda.

E sabe o que é melhor? Sua opinião importa de verdade! Porque é na conversa, no bate-papo, que a gente aprende, muda de ideia, ou pelo menos dá umas boas risadas discordando. Aqui, o importante é não deixar as ideias paradinhas, quietinhas no canto.

Espero que essa coluna seja um convinte para pensar junto, ri junto e, quem sabe, mudar um pouco o jeito de ver o mundo - ou pelo menos entender melhor as doidiças que ele traz.

Então sejam bem vindos a essa primeira revirada. Que seja a primeira de muitas
Valeu... Inté mais vê.
Por: Clemildo Galdino

segunda-feira, 16 de junho de 2025

EDITORIAL


Caros Amigos e leitores....
Temos a alegria de apresentar mais um parceiro que irá contribuir com suas opiniões no nosso blog...

A coluna VIRANDO & REVIRANDO
Esta coluna nasce com uma proposta de olhar par os fatos do dia a dia com atenção, senso crítico e, acima de tudo, com um linguagem simples e próxima de quem vive a notícia/fatos/acontecimentos na pele. Aqui, nada de palavras difíceis ou discursos complicados a idea é conversar com você, leitor, como quem fala na calçada, no banco da para ou no balcãol da padaria.

VIRANDO & REVIRANDO que dar voz ao que muitas vezes passa despercebido. Vamos viras os assuntos de ponta-cabeça, revirar as versõe oficiais e apresentar pontos de vida que dialoguem com a vida real, com as ruas e com o sentimento de povo.

Com leveza, opinião e uma boa dose se sinceridade, esta coluna convida você a refletir, concordar, discordar - e, principalmente, pedar.

Porque entender o que nos cerca não precisa ser complicado. Basta virar e revirar com os olhos e o coração atentos.

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