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sábado, 2 de dezembro de 2017

CAMPANHA


ANP ANUNCIA NOVO REAJUSTE NA GASOLINA; LITRO ULTRAPASSA R$ 4,00.

O aumento foi de 0,7%. Na média nacional, o preço por litro é de R$ 4,051, sendo considerada a quinta alta seguida.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou novos valores dos combustíveis, nessa sexta-feira (1º). O consumidor pagará mais para colocar gasolina. O aumento foi de 0,7%. Na média nacional, o preço por litro é de R$ 4,051, sendo considerado a quinta alta semana seguida.

O reajuste é por causa da nova política adotada neste ano que altera o preço dos combustíveis quase que todos os dias. Se vai aumentar ou não, a decisão fica por conta dos postos.

No balanço divulgado ontem, o diesel também sofreu alterações. Passou de R$ 3,303 por litro para R$ 3,337, em média – elevação de 1%. Já o aumento do etanol para o consumidor foi de 0,5%, de R$ 2,812 para R$ 2,827.
Fonte/Notícias ao Minuto.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

EM AFRÂNIO BANDIDOS CORTAM ENERGIA DA CIDADE E EXPLODEM O BANCO

Imagem Ilustrativa
Uma agência do Bradesco foi estourada na madrugada desta sexta-feira (1/12), em Afrânio no Sertão de Pernambuco. O crime aconteceu por volta da 1 hora, na Avenida Francisco Rodrigues, no centro da cidade. De acordo com as informações da Polícia Militar, homens em dois veículos, um do modelo Palio e outro do modelo Hilux, realizaram a ação criminosa. Cinco pessoas teria sido feitas reféns durante a ação.

Os bandidos cortaram a energia da cidade para realizar o assalto. Eles usaram muitos explosivos para ter acesso à agência, que ficou completamente destruída. Os policiais que foram ao local e o batalhão não conseguirão se comunicar por conta da internet, que também foi cortada pelos bandidos.

Ainda não há informações sobre quantos homens participaram do crime nem quanto dinheiro foi roubado. Os criminosos conseguiram fugir se embate com a Polícia Militar. Na fuga, os criminosos deixaram grampos na rodovia BR-407 na entrada da cidade para impedir uma possível perseguição policial.
Fonte/NE10.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

MENINO DE SETE ANOS MORRE ATROPELADO EM ARCOVERDE.

Um menino de sete anos morreu após se atropelado na tarde de quarta-feira (29/11) no município de Arcoverde. O acidente aconteceu na estrada que dá acesso ao Sítio Malhadas, na zona rural. A criança voltava da escola e desceu de um ônibus com outros estudantes.

De acordo com a PRF, ao tentar atravessar a pista, o menino foi atropelado por um carro. Ele foi levado para o Hospital Regional de Arcoverde, mas não resistiu aos ferimento e faleceu. O pai do menino estava próximo ao local, onde sempre ia encontrar o filho para acompanhá-lo até a casa.

O motorista do carro sofreu uma pancada na cabeça e também foi levado para o hospital. A esposa dele, que estava no banco do passageiro, sofreu escoriações leves. O teste do bafômetro foi realizado, onde ficou constatado que o condutor não havia consumido bebidas alcoólicas.

O condutor do veículo disse à PRF que não conseguiu desviar da criança, perdeu o controle do veículo e capotou. Ele deve prestar depoimento à Polícia Civil.
Fonte/NE10. 

EX-PRESIDIÁRIO É ASSASSINADO NA ZONA RURAL DE CARUARU.

O crime aconteceu no final da noite desta quarta-feira (29/11) no Sítio Cipó Zona Rural de Caruaru.

A vítima o ex-presidiário José Cícero da Silva de 31 anos, ele era natural de Cupira. 

Ele foi assassinado por dois elementos não identificados, um deles encapuzados.

Segundo as informações a vitima tinha chegado de São Paulo faziam três meses.

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA DO SENADO APROVA MEDIDA QUE AUTORIZA A POSSE DE ARMA DE FOGO PARA MORADORES DE ZONA RURAL.

Moradores da zona rural poderão ser autorizados a adquirir uma arma de fogo para utilizar na segurança de sua família e propriedade. Essa permissão está no PLS 224/2017, do senador Wilder Morais (PP-GO), aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), nesta quarta-feira (29/11).

A proposta modifica o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003), e o relatório é do senador Sergio Petecão (PSD-AC), que recebeu 11 votos a favor e cinco contrários. Houve uma abstenção. Se não for apresentado recursos para votação pleo Plenário do Senado, o PLS 224/2017 será enviado, diretamente à Câmara dos Deputados.

A proposição impõe algumas condições para os residentes na zona rural conquistarem o direito. Além de serem maiores de 21 anos, os interessados precisarão apresentar documento de identificação pessoal, comprovante de moradia e atestado de bons antecedentes. 

Essas três exigências já são feitas para quem mora na zona rural e atua como caçador para prover a subsistência de sua família. Mas, nesse caso, o Estatuto do Desarmamento estipula a idade mínima de 25 anos para o caçador de subsistência ter o porte de arma concedido pela Polícia Federal. 

“Propomos este projeto visando a assegurar aos residentes em áreas rurais o direito de adquirir uma arma de fogo de uso permitido para utilização em suas propriedades, as quais, não raro, encontram-se a centenas de quilômetros de um posto policial, o que coloca inúmeras famílias à mercê do ataque de criminosos ou, até mesmo, de animais silvestres, não assistindo a elas quaisquer meios de defesa de sua vida e de sua propriedade”, explicou Wilder na justificação do projeto.

 Apesar de o PLS 224/2017 fixar uma idade menor que a exigida do caçador de subsistência para o morador da zona rural obter a posse da arma, Petecão avaliou que essa distinção deve ser mantida. 

“Como não se trata do porte da arma de fogo, mas de mera possibilidade de aquisição, entendemos que o requisito de idade mínima pode ser reduzido para as pessoas com mais de 21 anos”, argumentou o relator. 

Por meio de sua emenda, Petecão tratou apenas de ajustar o texto do Estatuto do Desarmamento para permitir que os residentes em áreas rurais possam conseguir o direito à posse de arma de fogo com menos idade. 

O parecer foi aprovado após longo debate. Os defensores da iniciativa alegaram que moradores rurais não dispõem de qualquer meio de defesa diante de ataques de criminosos. Além disso, o projeto autoriza apenas a posse e não o porte da arma. 

— Sou contra a arma e trabalhei pelo Estatuto do Desarmamento, mas o Brasil chegou a nível de violência que não dá para calcular. É algo surreal — alegou Magno Malta (PR-ES). 

Os parlamentares contrários à iniciativa temem pelo aumento da violência no campo. Além disso, alegam que colocar mais armas nas mãos do povo não vai reduzir a criminalidade.

 — Vocês não estão pensando nos efeitos colaterais dessa medida e estão desestruturando uma política correta, prevista no Estatuto do Desarmamento — protestou Lindbergh Farias (PT-RJ).