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sábado, 20 de outubro de 2018

ELEIÇÕES 2018: PDT PEDE ANULAÇÃO DAS ELEIÇÕES E CASSAÇÃO DA CANDIDATURA DE BOLSONARO.

Partido entro com ação nesta sexta-feira (19/10) no TSE.

O PDT entrou nesta sexta-feira (19/10) com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral pedindo a anulação da votação do primeiro turno, realizada no dia 7 deste mês, e de cassação da candidatura de Jair Bolsonaro, do PSL, à presidência da República. A base do pedido é a denúncia feita pelo jornal Folha de São Paulo em reportagem publicana nessa quinta-feira (18/10), segundo a qual empresários apoiadores de Bolsonaro custearam serviços de envio de mensagens em massa pela plataforma WhatsApp.

Segundo o PDT, o episódio corresponde à conduta de abuso de poder econômico, vedada pelo Código Eleitoral. Para os advogados do partido, o emprego de sistemas de disparo em massa ocasionou desequilíbrio na disputa, com gastos e estrutura maiores beneficiando a candidatura de Jair Bolsonaro, violando o princípio da "paridade de armas".

O partido também pede que se apure se houve recurso não contabilizado (caixa 2) para a campanha do PSL. "O financiamento da propaganda eleitoral foi constituído de forma ilícita, na medida em que a doação empresarial é vedada de forma direta ou indireta, logo, seja por disponibilização de dinheiro ou por realização de gastos de campanha, como a mencionada contratação. O uso de recursos empresariais é terminantemente vedado", afirma a ação. 

De acordo com o PDT, o abuso de poder econômico e a ilegalidade dos repasses justificam a anulação das eleições. Diz o Artigo 222 do Código Eleitoral: "É também anulável a votação, quando viciada de falsidade, fraude, coação ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei". "As fake news (notícias falsas) foram responsáveis, sim, pelo resultado das eleições, e isso é crime previsto no Código Eleitoral. Não há outra via senão o pedido de cancelamento das eleições", afirmou presidente do PDT, Carlos Lupi. 

A ação pede, além da anulação, a inelegibilidade do candidato Jair Bolsonaro e seu vice, General Mourão, bem como a investigação da participação deste e das empresas supostamente contratadas para o disparo em massa e de empresários que financiaram o serviço. Entre os atos solicitados estão a quebra de registro bancário e telefônico e disponibilização de relatórios contábeis e fiscais das empresas apontadas.
Fonte/NE10.

ALTINHO-PE: JOVEM COM FERIMENTO PROVOCADO POR ARMA DE FOGO, DEU ENTRADA NO HOSPITAL LOCAL.

No inicio da noite desta sexta-feira (19/10), um jovem de 17 anos deu entrada no hospital de Altinho ferido por disparos de arma de fogo. Ele informou que mora no Sitio Morcego, e que o fato aconteceu no Sítio Serrote, e que o motivo do ferimento foi uma confusão, mais não deu mais detalhes do ocorrido.

Ele foi ferido na perna direita, recebeu os primeiros socorros no hospital de Altinho e em seguida foi transferido para o HRA em Caruaru. 

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

ELEIÇÕES 2018: MENDONÇA FILHO AJUDA EQUIPE DE BOLSONARO E É COGITADO PARA O MEC.

O Ex-ministro da Educação no governo de Michel Temer, Mendonça filho (DEM-PE), tem colaborado com a equipe do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). O nome de Mendonça estaria, inclusive, sendo cogitado para voltar ao mesmo ministério que deixou em abril para se candidatar a senador por Pernambuco. Além dele, o nome do empresário Eduardo Mufarej, do grupo RevonaBR, também está sendo considerado para o cargo.

Mendonça Filho, que não foi eleito, teve reuniões com o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) em que apresentou o que foi feito na pastar durante a sua gestão e deu sugestões. Apesar do DEM ter se declarado neutro na eleições presidenciais. Onyz já foi anunciado como futuro ministro da Casa Civil se Bolsonaro for eleito.

De acordo com interlocutores, Mendonça teria enfatizado a importância do ensino em tempo integral e a reforma do ensino médio, que Temer aprovou por meio de medida provisória e tem sido a grande bandeira do governo em educação. Em seu programa, Bolsonaro não menciona a reforma.
Fonte/Uol Notícias.

ELEIÇÕES 2018: TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL DEFINE RELATOR DO PROCESSO CONTRA BOLSONARO.

Pedido de investigação de Haddado quer que adversário seja considerado inelegível por abuso de pode econômico e uso indevido dos meios de comunicação.
A ação movida pela coligação de Fernando Haddad (PT) para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) foi distribuída na corte e terá como relator o ministro Jorge Mussi, corregedor-geral eleitoral. O processo está baseado em uma reportagem da Folha de São Paulo segundo a qual empresas pagaram, em contratos que chegariam a 12 milhões de reais, pelo envio em massa de conteúdos contra o petista no WhatsApp.

A campanha petista pede que, ao final das investigações, a ação seja julgada procedente para que Bolsonaro seja considerado inelegível por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação. A ação do PT aponta haver no caso práticas vedadas pela Lei Eleitoral, como doação de pessoa jurídica e compra de cadastro de usuários. O partido ainda pede que o WhatsApp apresente em 24 horas, sobe pena de suspensão, medidas para conter o envio das mensagens.

Os advogados do PT também afirmam que a campanha de Bolsonaro é beneficiada pela proliferação de fake news (Notícias Falsas) nas redes sociais. "A sistematização das fake news, ao que se aponta, parece estar claramente voltada ao favorecimento dos noticiados, o que faz surgir a preocupação acerca da autoria e responsabilidade de quem está produzindo tais materiais. Eis que, não é crível atribuir apenas à militância orgânica de Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão a capacidade de produzir e disseminar com tamanha eficácia todas as notícias falsas editadas em detrimento da Coligação noticiante". 

Por meio de uma transmissão em sua página no Facebook, o presidenciável Jair Bolsonaro negou que sua campanha tenha relação com notícias falsas disseminadas no WhatsApp e redes sociais contra seu adversário. Não tem prova de nada, é a Folha jogando nesse time de Haddad. Nós não precisamos de fake news para combater o Haddad, as verdades são mais que suficientes afirmou Bolsonaro. 
Fonte/Veja.

CHINA VAI LANÇAR LUA ARTIFICIAL PARA ILUMINAR A TERRA.

A China vai lançar no espaço até 2020 uma lua artificial, que refletirá na Terra a luz do sol durante a noite e permitirá economizar iluminação.

Este satélite, equipado com uma película refletora terá como missão iluminar a grande cidade de Chengdu (sudoeste) e deverá ser oito vez mais luminoso do que o astro lunar, noticiou o jornal China Daily. 

Um primeiro exemplar deverá ser enviado para o espaço, seguido, em caso de sucesso, de três outros em 2022, explicou ao diário Wu Chunfeng, chefe da Tian Fu New Area Science Society, organismo responsável pelo projeto. 

"A primeira lua será sobretudo experimental, mas as três a enviar em 2022 constituirão o produto final. Terão um grande potencial em termos de serviços à população e do ponto de vista comercial", acrescentou. 

Ao reenviar para a Terra a luz do sol, o satélite, que subirá a 500 quilómetros de altitude, deverá substituir parcialmente as lâmpadas. Poderá também fazer poupar cerca de 1,2 mil milhões de yuan (150 milhões de euros) em eletricidade na cidade de Chengdu se conseguir iluminar uma superfície de 50 quilômetros quadrados. 

A fonte de iluminação artificial poderá igualmente ser usada após catástrofes naturais, enviando os raios solares para as zonas terrestres onde a iluminação elétrica tenha sido cortada, sublinhou Chunfeng.
Fonte/Notícias ao Minuto.

POLÍCIA FEDERAL DEFLAGRA OPERAÇÃO CONTRA FRAUDES NO INSTITUTO DA PREVIDÊNCIA EM PE.

A Polícia Federal desencadeou uma operação, denominada 'Abismo', na manhã desta sexta-feira (19/10), com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes no Instituto de Previdência dos Servidores nos municípios do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, Salgueiro, no Sertão e Vitória no agreste. Ao total, estão sendo cumprido 24 ordens judiciais contra empresários, lobistas, advogados, políticos e religiosos.

De acordo com as informações, as investigações da Operação Abismo, que ainda estão sob sigilo, forma iniciadas no mês de março deste ano após a descoberta da transferência de R$ 90 milhões do Instituto para fundos de investimento sem lastro e com grande probabilidade da inadimplência futura. Essa transferência colocou em risco o pagamento da aposentadoria dos servidores.

Durante as investigações, a Polícia Federal coletou indícios de que a alteração na carteira de investimentos do Instituto de Previdência foi efetuado a mando do prefeito de um dos municípios, motivado pelo oferecimento da vantagem indevida.

Estão sendo cumpridos 18 mandatos de busca, dois mandatos de prisão temporária e quatro de prisão preventiva. O Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região autorizou o sequestro e o bloqueio de bens e valores depositados em contas bancárias no nome dos investigados.

Os suspeitos estão sendo indiciados por lavagem de dinheiro, associação criminosa, crimes financeiros, corrupção ativa e passiva. A pena desses crimes ultrapassa 30 anos de reclusão. Os presos serão levados para a sede da Polícia Federal, na área central do Recife, onde deverão prestas depoimento e serão encaminhados para o sistema prisional.

A operação também está sendo realizada nos estados de São Paulo, com 16 mandados; Rio de Janeiro, 17 mandados; Santa Catarina, 3 mandados; Goiás, dois mandados; Distrito Federal e Paraíba, cada um com um mandato. Ao todo, estão sendo utilizados 220 policiais federais para executar 64 ordens judiciais. 
Fonte/NE10.