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quinta-feira, 28 de março de 2019

BARRAGENS DA VALE EM MACACOS E OURO PRETO ENTRAM EM ALERTA MÁXIMO PARA RISCO DE ROMPIMENTO.

Segundo ANM, nível para o risco de rompimento nas barragens B3/B4, em Macacos, e Forquilha 1 e 3, em Ouro Preto, mudaram de 2 para 3 na noite desta quarta-feira (27/3). Vale afirma que não haverá novas retiradas de moradores e que não houve rompimento.
Três barragens da Vale em Minas Gerais, a B3/B4, em Macacos, e as Forquilhas 1 e 3, em Ouro Preto, entraram em alerta máximo para o risco de rompimento na noite desta quarta-feira (27/3). Elas foram alteradas de nível 2 para o nível 3 de segurança. 

A barragem B3/B4, da Mina Mar Azul, da Vale, em Macacos, distrito de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, entrou em alerta máximo para o risco de rompimento na noite desta quarta-feira (27/3). As sirenes na região foram acionadas. Esta é segunda vez que as sirenes são disparadas em pouco mais de um mês, e moradores da área de autossalvamento já haviam sido retirados de suas casas no dia 16 de fevereiro. 

O nível de segurança da barragem que estava em 2 foi alterado para 3. A orientação para a mudança do nível de alerta partiu da Agência Nacional de Mineração (ANM). De acordo com a agência, o nível 3 significa "rompimento ou risco eminente de romper". O fator de segurança não drenado não teria sido atingido, conforme a agência. 

Não houve rompimento e não haverá novas retiradas de moradores. Segundo a Defesa Civil, cerca de cinco mil moradores de regiões secundárias devem ser treinados nos próximos dias. São cerca de 2.900 moradores do distrito de Honório Bicalho, em Nova Lima; e 2.300 da cidade de Raposos, também na Região Metropolitana. 

Cerca de 250 pessoas já estão foram de suas casas desde o dia 16 de fevereiro. A Barragem B3/B4 tem aproximadamente 3 milhões de m³ de rejeito. A estrutura é a montante, mesmo modelo das de Brumadinho e de Mariana. 

A Vale afirmou que as sirenes serão tocadas de forma preventiva, pois auditores independentes disseram que não atestariam a segurança da estrutura. A empresa disse também que continua adotando medidas preventivas para aumentar a segurança da barragem.
Fonte: G1.

quarta-feira, 27 de março de 2019

BOLSONARO E MAIA VOLTAM A BATER BOCA.

Presidente voltou a fazer uma provocação ao deputado, que rebateu e disse que ele estava "brincando de presidir o país".
Em novo capítulo da crise política, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, protagonizaram mais um embate público, agravando o mal-estar entre o Executivo e o Legislativo. 

Num contraponto à equipe ministerial e às lideranças do governo, que passaram a quarta-feira (27/3) tentando arrefecer o clima de incômodo e restaurar canais de diálogo, Bolsonaro voltou a fazer uma provocação a Maia, o que irritou novamente o deputado federal. 

Em entrevista à TV Bandeirantes, o presidente disse que Maia foi infeliz ao ter atacado o ministro da Justiça, Sergio Moro, e disse que o deputado está "um pouco abalado com questões pessoais que vêm acontecendo" em sua vida. 

Bolsonaro fazia referência ao incômodo de Maia com os pedidos de Moro para pautar o pacote anticrime e à prisão na semana passada do ex-ministro da Secretaria-Geral Moreira Franco, sogro do deputado. 

"Não tenho problema algum com o Rodrigo Maia. Nada, zero problema com ele. Ele está um pouco abalado por questões pessoais que vêm acontecendo na vida dele", disse. "Ele foi infeliz. Pelo que vi, já se acertou, quando fez uma crítica a Sergio Moro, dizendo que é meu funcionário. Aquilo ele levou pancada da mídia."  

Os comentários de Bolsonaro tiveram reação imediata de Maia, que, pela manhã, havia tentado colocar panos quentes na relação com o Planalto após a aprovação de emenda constitucional que diminui o poder do Executivo sobre as emendas de bancada. 

O presidente da Câmara disse que Bolsonaro está "brincando de presidir o país" e que está na hora de ele "parar de brincadeira". Segundo ele, "abalados" estão os brasileiros que aguardam que o governo federal "comece a funcionar". 

"São 12 milhões de desempregados, 15 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza e o presidente brincando de presidir o Brasil", afirmou. "Agora, está na hora de a gente parar de brincadeira e está na hora de ele sentar na cadeira dele, de o Parlamento sentar aqui e a gente resolver em conjunto os problemas do Brasil", disse. 

"Se foi isso mesmo [que Maia falou] eu lamento, porque não é uma palavra de alguém que conduz uma Casa. É uma irresponsabilidade. A nossa forma de governar é respeitando todo mundo e o povo brasileiro. Não existe brincadeira da minha parte, muito pelo contrário. Até quero acreditar que ele não tenha falado isso", disse o presidente. 

Ele disse ainda que há uma "tentativa de envenenar" sua relação com o Congresso.
Fonte: Notícias ao Minuto.

TORITAMA-PE: MULHER FOI ASSASSINADA A TIROS.

VÍTIMA
Foto: Divulgação Blog do Adielson Galvão.
O crime aconteceu na manhã desta quarta-feira (27/3) no bairro Valentim na cidade de Toritama.

A vítima uma mulher identificada como "Fafá". Populares informaram que ouviram os tiros.

A Polícia Militar informou que em 18 de fevereiro deste ano, também na cidade de Toritama, um homem conhecido como "Pizza" foi assassinado. Ele era companheiro da mulher que foi assassinada hoje. A polícia investiga se tem algo em comum nos dois assassinatos.

O corpo da mulher foi encaminhado para o IML de Caruaru.

BOLSONARO DIZ QUE NÃO VAI JOGAR DOMINÓ COM LULA E TEMER NA CADEIA.

Presidente afirma que não fazer articulação da mesma forma que antecessores.
O presidente Jair Bolsonaro se encontrou com empresários na última terça-feira (26), em Brasília, e declarou que não tem intenção de mudar o comportamento que tem no que diz respeito à articulação política com o Congresso. 

O presidente disse mais uma vez que não pretende usar o que chamou de moldes tradicionais para negociar com deputados e senadores. "Não vou jogar dominó com o Lula e o Temer no xadrez", afirmou. 

Para Bolsonaro, parte do motivo pelo qual os dois ex-presidentes estão enfrentando dificuldades com a justiça é a forma como conduziram negociações enquanto estavam no governo. 

Quando esteve no Chile, na última semana, Bolsonaro já havia comentado a prisão de Michel Temer usando argumentos parecidos: "O que é articulação? O que está faltando eu fazer? O que foi feito no passado? Eu não seguirei o mesmo destino de ex-presidentes, pode ter certeza disso".  
Fonte: Notícias ao Minuto.

CELULAR COM QUEIXA DE ROUBO FOI APREENDIDO EM IBIRAJUBA-PE.

A ação policial aconteceu na tarde desta terça-feira (26/3).

Segundo informação o policiamento da 11ª CIPM, realizava rondas pela cidade, quando abordaram um homem de 33 anos. Ao verificar os dados do aparelho de celular utilizado pelo mesmo, foi constato que havia queixa de roubo no Sistema da Secretaria de Segurança do Estado.

Ainda segundo a polícia, o homem disse ter adquirido o aparelho em um estabelecimento comercial. Ele foi levado a delegacia e autuado em flagrante.


segunda-feira, 25 de março de 2019

O EX-PRESIDENTE MICHEL TEMER E MAIS CINCO FORAM SOLTOS NESSA SEGUNDA-FEIRA.

Para Antonio Ivan Athié, do TRF-2, prisão do ex-presidente pela Lava Jato não observou "garantias constitucionais".
A Justiça mandou soltar nesta segunda-feira (25/3) o ex-presidente Michel Temer (MDB) e o ex-ministro Moreira Franco, presos na última quinta-feira (21/3) a pedido do juiz Marcelo Bretas, da Operação Lava Jato no Rio. 

A prisão preventiva dos emedebistas foi revogada pelo desembargador Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. 

A decisão de Athié também revoga a prisão preventiva do coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer, e outros cinco detidos na operação de quinta-feira. 

O desembargador do TRF-2 havia convocado para esta quarta-feira (27/3) o julgamento do pedido de habeas corpus do ex-presidente. 

"Ao examinar o caso, verifiquei que não se justifica aguardar mais dois dias para decisão, ora proferida e ainda que provisória, eis que em questão a liberdade. Assim, os habeas corpus que foram incluídos na pauta da próxima sessão, ficam dela retirados", escreve Athié em sua decisão. 

Ele afirma não ser contra a Operação Lava Jato, mas fala em "observância das garantias constitucionais". 
"Ressalto que não sou contra a chamada Lava Jato, ao contrário, também quero ver nosso país livre da corrupção que o assola. Todavia, sem observância das garantias constitucionais, asseguradas a todos, inclusive aos que a renegam aos outros, com violação de regras não há legitimidade no combate a essa praga."  

No pedido de prisão preventiva, Bretas usa por 19 vezes o verbo "parecer", no sentido de dúvida ou incerteza. O juiz menciona outras justificativas para a prisão preventiva que aparecem no Código de Processo Penal, mas não diz como esses fatos teriam ocorrido com Temer. 

Para o desembargador Athié, o que se tem até o momento "são suposições de fatos antigos". 
"Entretanto, os fatos que, de início na decisão se lhe "pareciam", viraram grande probabilidade. Todavia, mesmo que se admita existirem indícios que podem incriminar os envolvidos, não servem para justificar prisão preventiva." 

A prisão de Temer está relacionada com a delação de José Antunes Sobrinho, sócio da empreiteira Engevix. De acordo com ele, Moreira Franco ajudou a viabilizar repasses ilícitos para o MDB na campanha de 2014. Segundo o Ministério Público Federal, a Engevix pagou R$ 1 milhão em propina no fim daquele ano a uma empresa controlada pelo coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer. 

O Ministério Público Federal afirmou que chega a R$ 1,8 bilhão o montante de propinas solicitadas, pagas ou desviadas pelo grupo de Temer, que age há 40 anos, segundo a Procuradoria. 

A posição hierárquica de vice-presidente e depois presidente permite concluir "que Michel Temer é o líder da organização criminosa a que me referi", escreveu o juiz Bretas no pedido de prisão. 

A prisão ocorreu 79 dias depois de o emedebista deixar a Presidência. Temer, 78, é o segundo presidente a ser preso após investigação na esfera penal -o primeiro foi Luiz Inácio Lula da Silva. 

Vice de Dilma Rousseff (PT), Temer assumiu a Presidência em 2016 após o impeachment da petista e deixou o governo em dezembro como o presidente mais impopular desde o fim do regime militar. 
Fonte/Notícias ao Minuto.