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quinta-feira, 29 de julho de 2021

ROTATIVAS.

U
ma grande notícia, sem dúvida nenhuma, é a volta do MINISTÉRIO DO TRABALHO, agora com nome novo MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA, mais com o mesmo objetivo, até mesmo de governos anteriores. Um ato nobre do Senhor Jair Messias Bolsonaro. É a correção de um pecado social, que não deveria ter acontecido. Mas, é um corretivo louvável, de uma importância extraordinária, para a classe trabalhadora desse país, que com certeza, terá mais facilidades para conseguir seus direitos, adquiridos com tantos esforços. Portanto, com a recriação/criação do ministério do Trabalho e Previdência, esperamos que haja um aumento robusto na criação de novas vagas de empregos e melhorias nos atendimentos nas agências da Previdência (INSS), como também na concessão dos benefícios requeridos pelos trabalhadores brasileiros.
"ATÉ BREVE."

BOLSONARO RECRIA MINISTÉRIO QUE TEM GRANDE HISTÓRICO DE CORRUPÇÃO.

B
atizado agora como Trabalho e Previdência, o antigo Ministério do Trabalho sempre foi marcado por rumorosos e casos de corrupção em governos anteriores. No fim de agosto de 2018, cerca de três meses antes de o presidente Jair Bolsonaro tomar posse e extinguir a pasta, ela foi alvo de uma denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR), no âmbito da Operação Registro Espúrio, para apurar corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro na venda de registros sindicais falsos. O presidente era Michel Temer (MDB) e o ministério estava sob o controle do PTB, partido que hoje também integra a base aliada de Bolsonaro. 

Contrariando discurso de campanha e o próprio programa de governo enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no qual associou um número elevado de ministérios com "corrupção" e "toma lá, dá cá", Bolsonaro promoveu uma dança das cadeiras para ceder espaço ao Centrão e acomodar o aliado Onyx Lorenzoni. Foi nessa manobra que resolveu recriar o Ministério do Trabalho. 

"É um defunto que não deveria ser exumado. Não tem três anos de sepultura, cheira a decomposição", comparou o presidente do PTB, Roberto Jefferson. O ex-deputado fala com a experiência de quem dirige um partido que, tradicionalmente, sempre controlou o Ministério do Trabalho. 

Na recente reforma do primeiro escalão, Bolsonaro escolheu o presidente do Progressistas, Ciro Nogueira (PI), para substituir Luiz Eduardo Ramos na Casa Civil. O general foi deslocado para a Secretaria-Geral da Presidência e Onyx, que antes ocupava o cargo, acabou contemplado com Trabalho e Previdência. A pasta ressurge com o desmembramento de funções que hoje estão sob o guarda-chuva do Ministério da Economia. A operação foi consumada por uma medida provisória que precisa ser confirmada pelo Congresso em até quatro meses. 

Feita sob medida para agradar ao Progressistas, principal partido do Centrão, a reforma ministerial provocou ciúme no PTB. Jefferson afirmou que "uma maçã podre" pode entrar no governo e o deputado Paulo Bengtson (PA), corregedor-geral da Câmara, disse ser "lamentável" o PTB não participar do primeiro escalão. 

Aliado de Bolsonaro desde a campanha de 2018, Onyx ocupará o quarto ministério no governo. O PTB não aprovou o nome. "Infelizmente, o PTB ficou de fora. Lamentável", disse Bengtson. "Entendo que não somos uma grande bancada, mas não temos absolutamente nada no governo".

Jefferson também reclamou da reforma na equipe bolsonarista e compartilhou no Twitter um vídeo no qual o novo ministro Ciro Nogueira dá declarações de apoio ao PT. Ao comentar a saída de Ramos da Casa Civil, o presidente do PTB disse: "As mudanças nos preocupam. Uma maçã podre estraga um cesto". 

Delator do mensalão no governo Lula, Jefferson disse, ainda, que a recriação do Ministério do Trabalho é "um equívoco" e que "o passado deve ficar no passado". Além disso, classificou a decisão de Bolsonaro como uma "burocracia ultrapassada, aparelhada para perseguir quem produz e gera renda".

PTB, PDT e SOLIDARIEDADE estão envolvidos em irregularidades na pasta. 
No âmbito da Operação Registro Espúrio, a PGR denunciou Jefferson, o ex-ministro do Trabalho Helton Yomura, os ex-deputados Jovair Arantes (PTB-GO) e Cristiane Brasil (PTB-RJ) e os deputados Paulinho da Força (Solidariedade-SP), Wilson Santiago (PTB-PB) e Nelson Marquezelli (PTB-SP). O grupo é acusado de fazer negociações ilícitas de registros sindicais. Os citados negam que tenham agido para obter vantagens pessoais. 

Filha do presidente do PTB, Cristiane Brasil foi escolhida em 2018 por Michel Temer para comandar o Ministério do Trabalho, mas teve o nome barrado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por dever R$ 60 mil a um motorista numa dívida trabalhista. 

Na gestão de Dilma Rousseff (PT), em 2013 e 2014, o Ministério do Trabalho também foi alvo de apuração de irregularidades. Na época, a pasta era controlada pelo PDT e teve Manoel Dias, um dos fundadores da legenda, como ministro. Um inquérito aberto pela Polícia Federal indicou Dias como suspeito de participar de esquema de funcionários fantasmas, com o objetivo de remunerar militantes do PDT. O então ministro deixou o cargo após ser pressionado pela repercussão do caso e negou que tenha cometido qualquer ilícito. 

O presidente do PDT, Carlos Lupi, também foi ministro do Trabalho e saiu, em 2011, após denúncias de que teria usado o cargo para obter vantagens com uma empresa contratada pela pasta. Em abril deste ano, o Ministério Público Federal (MPF) pediu que Lupi fosse condenado. 

A Procuradoria acusa o presidente do PDT de improbidade no episódio do aluguel de um avião privado que o transportou até o Maranhão. Os custos estimados em R$ 30 mil teriam sido quitados pelo empresário Adair Meira. Ele gerenciava duas entidades que mantinham ao menos nove convênios com a pasta. Para o MPF, o aluguel da aeronave pago por empresário interessado em contratos com o ministério configuraria improbidade administrativa. Em nota divulgada na ocasião, Lupi negou as acusações.
fonte: Notícias ao Minuto.

VEJA O QUE MUDOU COM AS NOVAS FLEXIBILIZAÇÕES EM PERNAMBUCO.

P
ela primeira vez este ano, a taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva (UTI), dedicados a pacientes com sintomas de covid-19, fica abaixo de 50% em Pernambuco.
O dado corresponde às vagas públicas de UTI reguladas pelo Estado. Atualmente Pernambuco possui 1.489 leitos de UTI voltados à assistência aos pacientes infectados pelo coronavírus, com 48% deles ocupados. A informação foi  dada em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (28/7), quando o governo anunciou novas flexibilizações no Plano de Convivência com a Covid-19 em todo o estado.

Na ocasião, o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo,. destacou que a central de leitos de UTI recebeu menos de 500 solicitações por vagas desse tipo numa única semana (de 18 a 23 de julho). "Foram 442 pedidos de leitos de UTI, o que representa uma queda de 20% em comparação com a semana epidemiológica de número 28 (de 11 a 17 de julho)." Ainda durante a coletiva, Longo informou que houve redução importante no número de casos de síndrome respiratória aguda grave (srag), que são os pacientes com sintomas sugestivos de covid-19 que geralmente precisam de assistência hospitalar "Voltamos a patamares de fim de novembro. Foram 606 casos de srag na última semana, o que representa uma queda de 14% na comparação com sete dias anteriores. Além disso, a redução foi de 34%, em comparação com 15 dias anteriores", disse o secretário.

BARES, RESTAURANTES E DEMAIS SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO.
Para o governo, a queda nesses indicadores epidemiológicos e assistenciais permitem alcançar um novo patamar de flexibilização. A partir da próxima segunda-feira (2/8), bares, restaurantes e demais serviços de alimentação vão poder funcionar das 5h até meia-noite, todos os dias da semana.

ATIVIDADES ESPORTIVAS COLETIVAS E INDIVIDUAIS E OS CLUBES SOCIAIS.
As atividades esportivas coletivas e individuais e os clubes sociais também seguirão esse novo limite de horário. 
Já os eventos corporativos, que continuam com permissão de funcionamento até às 23 horas, poderão ser realizados para um público de até 200 pessoas ou 50% da capacidade do local, o que for menor.

EVENTOS, CINEMAS E TEATROS
A secretária-executiva de Desenvolvimento Econômico, Ana Paula Vilaça, explicou que as colações de grau, aulas da saudade, cultos ecumênicos, cinemas, teatros e circos também poderão ampliar a capacidade para 300 pessoas, ou 50% do local, o que for menor. Ela esclareceu ainda que cinemas e teatros, especificamente, poderão funcionar até a meia-noite, durante todos os dias, a partir da próxima semana.

COMPORTAMENTO PREVENTIVO
Durante a coletiva, Ana Paula aproveitou para pedir mais conscientização da sociedade, neste momento de flexibilização das atividades econômicas, e respeito dos frequentadores aos protocolos de saúde. "Por conta de relatos sobre casos de desrespeito aos protocolos nos bares e restaurantes, principalmente após a liberação da música ao vivo, faço um pedido para que todos se conscientizem, pois ainda não vencemos a guerra e os números da pandemia podem voltar a piorar", afirmou a secretária-executiva, reforçando que, apesar das medidas de flexibilização, os cuidados devem ser mantidos.
fonte: JC