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quinta-feira, 5 de agosto de 2021

BLOG DO MÁRIO SANTOS:

ATOS COVARDES
O
s meios de comunicação (redes sociais) em nosso município, continuam sendo usados por pessoas de má fé e covardes. São atos criminosos, praticados por despreparados que se escondem por trás de alcunhas porque não têm coragem, para atacar ao seu bel prazer. 
A democracia existe, para que a liberdade de expressão seja exercida. Os covardes atropelam às leis, e publicam de maneira escancarada e mentirosa as notícias do jeito que querem, propagando na maioria das vezes inverdades, o popular Fake News. Até quando iremos assistir esses canalhas, mentirosos covardes, publicarem suas inverdades, com conteúdos caluniosos e difamadores. Tá na hora de um basta, uma contenção a esses disseminadores de Fake News.  
"QUEM FALA A VERDADE NÃO SE ESCONDE"
ATÉ BREVE.
APOIO


INTELECTUAIS E EMPRESÁRIOS DIVULGAM MANIFESTO DIVULGANDO APOIO AO SISTEMA ELEITORAL BRASILEIRO.

D
iversos empresários, economistas, diplomatas e representantes da sociedade civil se uniram em um manifesto em defesa do sistema eleitoral brasileiro, destacando que o "o princípio-chave de uma democracia saudável é a realização de eleições e a aceitação de seus resultados por todos os envolvidos".

Sem menção ao presidente Jair Bolsonaro, o texto é categórico ao dizer que o País "terá eleições e seus resultados serão respeitados" e que "a sociedade brasileira é garantidora da Constituição e não aceitará aventuras autoritárias". 

Entre os signatários do mundo empresarial estão nomes como Frederico e Luiza Trajano, do Magazine Luiza; Pedro Moreira Salles e Roberto Setubal, do Bando Itaú Unibanco; Carlos Jereissati, do Iguatemi, Pedro Passos e Guilherme Leal, da Natura e Luis Stuhlberger, gestor do Fundo Verde. Também assinam economistas como Armínio Fraga, Pedro Malan, Ilan Goldfajn, Persio Arida, André Lara Resente, Alexandre Schwartsman e Maria Cristina Ponotti.

O manifesto também traz assinatura de políticos, como o presidente do Cidadania, Roberto Freire, e de dirigentes de entidades da sociedade civil, como Priscila Cruz, do Todos pela Educação. Lideranças religiosas também subscrevem o documento. Lá estão o cardeal-arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer, e o rabino Michel Schlesinger.

O manifesto foi divulgado no mesmo dia em que o presidente passou a ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito das fake news. A decisão do ministro Alexandre de Moraes atendeu a um pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

ÍNTEGRA DO MANIFESTO
"O Brasil enfrenta uma crise sanitária, social e econômica de grandes proporções. Milhares de brasileiros perderam suas vidas para a pandemia e milhões perderam seus empregos.

Apesar do momento difícil, acreditamos no Brasil. Nossos mais de 200 milhões de habitantes têm sonhos, aspirações e capacidades para transformar nossa sociedade e construir um futuro mais próspero e justo.

Esse futuro só será possível com base na estabilidade democrática. O princípio chave de uma democracia saudável é a realização de eleições e a aceitação de seus resultados por todos os envolvidos. A Justiça Eleitoral brasileira é uma das mais modernas e respeitadas do mundo. Confiamos nela e no atual sistema de votação eletrônico. A sociedade brasileira é garantidora da Constituição e não aceitará aventuras autoritárias. 

O Brasil terá eleições e seus resultados serão respeitados". 
fonte: JC.

CASOS DE SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ FORAM NOTIFICADOS NO BRASIL APÓS VACINAÇÃO.

Os eventos adversos foram relacionados às vacinas AstraZeneca, Janssen e CoronaVac. De acordo com a Anvisa, episódios pós-vacinação são raros, mas já conhecidos e relacionados a outro imunizantes, como o da Influenza.
A
pós a vacinação contra a Covid-19, casos raros da síndrome de Guillain-Barré (SGB) têm sido relatados no Brasil. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), existem 35 notificações de casos suspeitos no país. Até o dia 27 de julho haviam sido reportados 34 casos suspeitos de SGB, sendo 27 casos após a imunização com a vacina Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, 3 casos com a vacina da Janssen e 4 casos com a Coronavac. 

Não foram recebidos casos de SGB com a vacina Comirnaty (Wyeth/Pfizer). A Anvisa informou ainda que 1 óbito foi notificado, mas sem associação confirmada entre a vacina e a síndrome. 

A síndrome de Guillain-Barré (SGB) é um distúrbio neurológico autoimune raro, no qual o sistema imunológico danifica as células nervosas. Segundo informou a Anvisa a reportagem, os episódios pós-vacinação também são raros, mas já conhecidos e relacionados a outras vacinas, como a da Influenza (gripe). 

A maioria das pessoas se recupera totalmente do distúrbio. O principal risco provocado pela síndrome é quando ocorre o acometimento dos músculos respiratórios. Nesse último caso, a SGB pode levar à morte, caso não sejam adotadas as medidas adequadas.

SINAIS E SINTOMAS DA SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ
A médica coordenadora de UTI neurológica da Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP), Viviane Cordeiro Veiga, explica que a SGB se manifesta entre duas a quatro semanas após quadros de infecção, acometendo as raízes dos nervos de forma aguda. “Inicialmente, o mais frequente é uma sensação de dormência e queimação que começa nas pernas. Então, nos membros inferiores ela tem um caráter progressivo. Dali ela vai para o tronco e para os membros superiores da face, podendo acometer também a parte da deglutição e comprometer a respiração”, explica. 

De acordo com a médica, alguns pacientes precisam de UTI e podem chegar a ser entubados. 

O tratamento para a síndrome de Guillain-Barré varia de acordo com a condição clínica de cada paciente. “Ele [paciente] pode usar a medicação imunoglobulina ou pode usar plasmaférese, que é um processo de filtração do sangue que vai limpar esses anticorpos que estão causando as lesões”, explica Viviane Cordeiro Veiga.

RELAÇÃO DA VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19 E SBG
Como frisado pela Anvisa, a SGB pós-vacinação é um evento adverso conhecido de outras vacinas, como a da Influenza. Mas ainda não se sabe, em números, quais as chances de desenvolver a síndrome de Guillain-Barré após a imunização. 

O indicado por especialistas é que diante de sintomas da SGB, deve-se procurar atendimento médico imediatamente. Entretanto, segundo o infectologista Julival Ribeiro, mesmo com a possibilidade de desenvolver SGB, as complicações de quem contrai a Covid-19 podem ser mais graves que possíveis reações à vacinação.

“Quem tem Covid pode morrer, ficar em terapia intensiva e desenvolver casos muito graves. Vale salientar que as vacinas continuam sendo a melhor arma para prevenir a Covid-19, além do que, as vacinas são seguras e eficazes. Portanto, vacinar continua sendo a melhor arma para combater o vírus. Eventos adversos raros tem em qualquer imunização”, destaca Julival.

ORIENTAÇÕES
A Anvisa solicitou que os detentores de registro das vacinas Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, Janssen e Coronavac incluam nas bulas dos respectivos produtos informação sobre o possível risco de SGB, para que casos da síndrome possam ser identificados, tratados e notificados.

“Os profissionais de saúde devem se atentar para os sinais e sintomas de SGB para garantir o diagnóstico correto, a fim de iniciar os cuidados de suporte e tratamento adequados e descartar outras causas'', alerta a Anvisa.

Cidadãos e profissionais de saúde podem notificar eventos adversos pelo e-SUS Notifica e pelo formulário web do VigiMed. Se o caso for de queixa técnica ou de desvios de qualidade observados em vacinas, seringas, agulhas e outros produtos para saúde utilizados no processo de vacinação, as notificações devem ser feitas pelo Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - Notivisa. 

Empresas detentoras de registro ou de autorização temporária de uso emergencial de vacina também devem usar o VigiMed para notificar eventos adversos e o Notivisa para queixas técnicas e desvios de qualidade.
fonte: Brasil 61.