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domingo, 15 de agosto de 2021

PORQUE AS PESSOAS MORREM, MESMO DEPOIS DE TEREM TOMADO A VACINA?

Que a vacina contra a Covid-19 é eficaz isso não há como discordar. Um dos aspectos que mudam de vacina para vacina é a porcentagem da eficácia, sendo todas eficientes. No entanto, há pessoas que, mesmo tendo tomado as duas doses da vacina, contraem o vírus e morrem por complicações da doença.

Esse foi o caso do ator Tarcísio Meira, que faleceu nesta quinta-feira (12/8), aos 85 anos, vítima da Covid-19. O ator havia tomado as duas doses da vacina contra o coranavírus. Mas por que isso acontece, mesmo com pessoas vacinadas?

Após uma certa idade, o corpo não consegue mais produzir imunidade, o que é chamado pelos médicos de imunossenescência. "Em idades avançadas, o corpo não consegue criar defesa suficiente e compromete a eficácia da vacina", explica o médico infectologista Filipe Prohaska.

Para o médico, alguns outros fatores podem contribuir para reduzir a eficácia da vacina. "Existem grupos populacionais específicos que não têm tanta maturidade para produção de imunidade, como pessoas com desnutrição, obesidade, pessoas sedentárias, quem toma medicação com imunossupressores, quem fez transplante de órgãos sólidos ou medula óssea e a idade", explica. 

Ainda de acordo com Prohaska, para gerar imunidade, o sistema imunológico tem que estar funcionando bem. “Parece um disco riscado falar sobre isso, mas tem que se alimentar bem, fazer exercícios para que não fique desnutrido ou obeso, por exemplo, e isso interfira na imunidade e reduza a eficácia da vacina”, detalha. 

O infectologista ainda lembra que quando o indivíduo toma a vacina, o corpo aprende a criar defesa contra doenças. “É aí que algumas pessoas sofrem, pois quando o sistema imunológico não está trabalhando corretamente, não é gerada uma imunidade completa que a vacina pode oferecer”, acrescenta e ainda ressalta que as mortes de pessoas vacinadas são uma exceção. “É bom ressaltar isso, pois é exceção. Não há dúvidas de que a vacinação é o melhor caminho para combater a Covid-19”, conclui.
fonte: Folha de Pernambuco.  

sábado, 14 de agosto de 2021

ÍCONES DE NOSSA CIDADE.

Hoje iniciaremos uma série de homenagens às pessoas que fazem parte da nossa cultura.

ZÉ FELIX
"Cavalo Bom de Gado"
E nosso primeiro homenageado, é o grande artista musical, JOSÉ LAURENTINO DA SILVA, ou simplesmente ZÉ FELIX (O Cavalo bom de gado). 
Nascido no de 1957, no Sítio Pau Arrancado zona rural de Ibirajuba no agreste de Pernambuco, filho de agricultor e por isso desde cedo teve que trabalhar no roçado e em outros serviços para ganhar o sustento, mesmo assim teve um tempinho para a musica, e durante esse tempo aprendeu a tocar sanfona, mesmo que uns poucos acordes. Foi somente aos 30 anos de idade que se deu de fato sua trajetória na musica, foi quando lançou o seu primeiro CD, intitulado "Cavalo bom de Gado". Zé Felix é autor de mais de 25 composições, 13 delas gravadas em seus três CDs, todos gravados com recursos próprios. 
Seus principais sucessos são, "Festa do Carreiro"; Cavalo bom de Gado"; "Capacete Rosa" entre outras. Zé Feliz também é um exímio tocador de sanfona e zabumba. Em conversa comigo, veja só o que Zé Feliz falou: "O nosso município nunca valorizou o artista da terra, mas com Izalta no poder a gente já se sente um pouco valorizado, o que nos traz grandes esperanças, porque Izalta é amiga dos artistas de Ibirajuba"
Nosso Zé Feliz, é um artista nato, que nunca frequentou uma boa escola, mas tem uma genialidade impressionante. É um legítimo representante de nossa cultura, de nossas tradições.

Escute um dos grandes sucessos de Zé Felix.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

ESPAÇO LIVRE 

Não sei se por ter já vivido um bom tempo, mas às superstições ficaram meio que no esquecimento. Tornaram-se acontecimentos normais do dia a dia. O gato preto cruzado o caminho, passar debaixo da escada, quebrar o espelho, tudo isso hoje em dia não representa mais nada, são fatos corriqueiros. 
O que nos assusta é uma inflação sem controle, a violência desenfreada, o desemprego que assola a sociedade. A Covid-19, que matou milhares de brasileiros. E lá em Brasília, os nossos políticos, quase todos eles omissos a situação que estamos atravessando. Mas, nós, povo trabalhador, não temos mais tempo para ficar brincando de galho de arruda atrás da orelha. Evoluímos, temo inteligência suficiente para exigir oportunidades. Todo dia é um novo dia, independente de data de calendário. Sorte e azar sempre irão existir, são apenas os alicerces da famigerada superstição. Mas, como bons otimistas que somos, venceremos os percalços da imaginação, com fé em Deus e muito trabalho.
"ATÉ BREVE"

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