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sexta-feira, 3 de setembro de 2021

O RÁDIO

CRÔNICA DOS MEUS SENTIMENTOS

Nos anos 80 e 90, não tínhamos tanta influência da televisão, a Internet nem se ouvia falar. O nosso principal veículo de comunicação era o Rádio. 
Às pessoas eram ouvintes assíduos de alguns programas. Eu recordo até hoje de vários locutores. Quem não lembra de Ivan Bulhões, no Correio Nordestino (Na Rádio Liberdade de Caruaru); Agenor Farias no programa A Feira de Caruaru (Rádio Cultura do Nordeste); O alegre Despertar, com Pajeú (Na Rádio Meridional de Garanhuns); A Super Manhã, Geraldo Freire (Rádio Jornal do Recife); O Clube do Rei com Giovane Rosendo (Na Rádio Liberdade de Caruaru). 
E tivemos outros grandes nomes no Rádio Pernambucano, entre eles: Roberto Queiroz, Ednaldo Santos, Welington Lacerda, Tony Gel, Zé Queiroz (Ex-prefeito de Caruaru), Macdovel Holanda e Sebastião do Rojão. 
O rádio além de entreter, também nos ajudava na formação de opinião. Ainda hoje, nesse mundo dinâmico, onde tudo é feito às pressas, o Rádio é sem dúvida nenhuma o maior meio de comunicação do mundo. E fez a faz parte do nosso cotidiano, um companheiro de uma utilidade indispensável, afinal de contas sempre temos uma ligação afetiva com o velho rádio.  

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

EDITORIAL

O DISSE ME DISSE. 

Essa semana Ibirajuba foi alvo da mídia (redes sociais) da região, o principal assunto foi o rompimento do vice-prefeito Adálio com a situação em apenas 8 meses de administração.
Várias versões dos motivos desse rompimento foram criadas e divulgadas, cada um que contasse a sua versão.

Em entrevista concedida para a Rádio Agreste FM, durante o programa "Visão Política" do locutor Willamar Alves, a prefeita do município de Ibirajuba Maria Izalta confirmou o rompimento com o vice-prefeito, e falou dos verdadeiros motivos desse rompimento.

Na entrevista  Izalta também falou da situação do município, e das dívidas deixadas pela gestão anterior.

Essa foi a primeira entrevista concedida por Izalta como prefeita para rádio Agreste FM; escute:
   

A PRAÇA E O VOTO.


E
m uma praça arborizada, às luzes são testemunhas que eu aplaudi o discurso dos sábios, que disseram com suas palavras que mudariam o mundo (País). Na minha, mais alta ingenuidade, eu acreditei...
Em silêncio do meu quarto fiz até uma oração para aqueles homens, afinal, eles me deram uma esperança, confiei em dias melhores, meu filho indo para escola sem nenhum medo da violência, às pessoas conversando tranquilas nas calçadas, todos os pais empregados. Foi o discurso que eu aplaudi e acreditei.
Mas, aqueles homens foram para Brasília e chegando lá esqueceram o discurso, meus aplausos; o discurso foi recheado por hipocrisia e a pauta tão aplaudida foi substituída por mesquinhos interesses enfim... Vetaram meus sonhos, cassaram e deportaram a minha esperança. 
Não sabe eles que a praça e as mesmas luzes se encontram no mesmo lugar, mas eu e os outros que comigo e também aplaudiram e acreditam, talvez não estejam ou não voltem mais aquela praça...

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