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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

EDITORIAL.

 7 DE SETEMBRO

O
ntem terça-feira (sete de setembro), a data que se comemora a independência do Brasil, a história dessa data todos nós já sabemos, é o dia do Patriotismo, do orgulho de ser uma nação soberana, outrora uma data lembrada e comemorada com desfiles cívicos, militares as pessoas aproveitavam o feriado para irem a praia, shows, viagens etc.

Mais ontem vimos um sete de setembro diferente, o sentimento patriótico foi deixado pra trás, no lugar ficou o sentimento político partidário, quem foi para as ruas ontem não foi defender a soberania do pais, foram para defender os políticos do país.

Nas faixas exibidas pelas pessoas nas ruas não cobravam mais educação, mais saúde, mais moradia, mais emprego, mais assistência social, de um lado (a direita) o que se pedia era o fechamento de instituições, ataques a ministros da justiça, enfim rasgar a constituição federal para manter um governo que a cada dia tem a sua aprovação cada vez mais baixa. Do outro lado (a esquerda) pedidos de impeachment do presidente da república, frases desrespeitando as autoridades constituídas, também defendo os políticos e a volta deles ao poder...

No meio desse fogo cruzada ficao povo que passa necessidades, que não tem moradia, moram onde o esgoto corre a céu aberto, não tem um trabalho digno, não podem comprar um remédio nem seque um pão. Para esses não existe sete de setembro, ainda não foram libertados vivem na escravidão da miséria e escravizados pelo sistema corrupto desse país. 

O Brasil está passando por momentos muitos difíceis, o preço dos combustíveis nas alturas, alta de preço nas mercadorias, inflação em escalada, desemprego cada vez mais aumentando, mais para os manifestantes do sete de setembro nada disso importa, e dai se tem gente enfrentando fila para pegar ossos, o importante é defender seus políticos de estimação. .
Por: Clemildo Galdino

terça-feira, 7 de setembro de 2021

7 DE SETEMBRO (INDEPENDÊNCIA!?)


Amigos e amigas !!!
Nós estamos atravessando um momento trágico em nosso país. ) 7 de setembro, já foi uma data festiva, um dia emotivo da maior expressão. Mas, infelizmente, a tornaram em uma data partidária. Deixando a população desconfiada. E com isso se vem causando um certo temor, devido a tantas possibilidades desconhecidas. Os governistas, falam em sair às ruas para defender o presidente Bolsonaro. Já os oposicionistas, dizem que irão fazer protestos contra a atual situação que estamos atravessando. Não generalizando, mas tudo isso não passa de uma insignificância intelectual. Uma estupidez escandalosa. E com tudo isso, só mostramos ao mundo que somos um povo ignorante, dividido, sem união. Mas, que for defensor da democracia, do estado democrático de direito, dever agir com patriotismos. Não podemos de maneira nenhuma, deixar que firam a nossa constituição. Acima de tudo somos brasileiros, e amamos a nossa nação.
Por isso acreditamos que às autoridades instituídas do nosso país, estarão atentas para garantir a segurança e a ordem nessa data importantíssima. O 7 DE SETEMBRO. 
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PRESIDENTE BOLSONARO VETOU LEI QUE PERMITIRIA 'FEDERAÇÃO DE PARTIDOS' EM ELEIÇÕES.

O projeto de lei foi pensado como uma forma de permitir a partidos menores sobreviver à chamada "cláusula de barreira".
O
Presidente Jair Bolsonaro vetou nesta segunda-feira (6/9) um projeto de lei que criava a "federação de partidos" para disputar eleições. O projeto de lei chegou ao Palácio do Planalto em meados de agosto, e foi pensado como uma forma de permitir a partidos menores sobreviver à chamada "cláusula de barreira". Agora, o veto presidencial será analisado por deputados e senadores, que podem mantê-lo ou rejeita-lo. 

Pelo projeto, os partidos podem se juntar e atuar como uma só legenda durante as eleições e também no Congresso, nos quatro anos seguintes. Na prática, a proposta permitiria a legendas pouco expressivas a manter alguns direitos no Parlamento mesmo sem atingir resultados mínimos nas eleições para cumprir a chamada "cláusula de barreira", um mecanismo criado por emenda constitucional em 2017 com o objeto de diminuir o número de legendas. Os partidos que não atingirem o desempenho eleitoral mínimo da cláusula continuariam existindo, mas perderiam acesso a uma série de mecanismos, principalmente o Fundo Partidário e o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV. 

Na mensagem de veto, Bolsonaro destacou que o projeto das federações partidárias vai na contramão da emenda de 2017 e contribui para manter a elevada fragmentação do sistema partidário brasileiro -- hoje, o País tem 33 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), embora nem todos tenham representantes no Congresso. 

"A possibilidade de se instituir uma federação partidária vai na contramão deste processo (de redução do número de partidos), visto que inauguraria um novo formato com características análogas à das coligações", disse a Presidência da República, em nota. "O veto presidencial objetiva salvaguardar o eleitor comum, vez que, como apresentada a proposição, poderia afetar, inclusive, a própria legitimidade da representação", diz ainda o texto.
fonte: Notícias ao minuto.