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domingo, 12 de setembro de 2021

SEGUNDA FEIRA...

A SEGUNDA-FEIRA é um dia que faz um papel ingênuo, quando se define como o dia da preguiça. Porque ela, a segunda-feira, sucede o Domingo (Oficialmente o dia da faz nada), e nos leve ao embate com os compromissos diários. A segunda-feira, deveria ser adjetivada com o nobre título de "marco regulatório do enfrentamento dos desafios da vida. 
A segunda-feira, nunca vai ser uma primeira. Sempre será segunda mesmo. 
Primeira é: os feriados, o sábado e todos aqueles dias em que se ler um livro, se toma um bom sorvete, e se visita um bom amigo. 
Se for pra sorrir, que seja em qualquer dia. Mas, se for pra se afogar na monotonia, que o desembarque seja na entediante segunda-feira.

"UM GRANDE ABRAÇO A TODOS(AS)" 

A DÁDIVA DIVINA


E
m uma busca incessante pelo o sucesso, correndo atrás das coisas físicas, que um dia irão acabar, deixamos de lado a fraternidade. Ontem presenciei uma das piores cenas, um homem ainda muito jovem, acompanhado de dois garotinhos, um deles segurava um cartaz com a seguinte frase: "ESTAMOS PASSANDO FOME". Aquela cena me deixou arrasado. A minha alma perdeu a paz. 
Meu DEUS!!!. Olhando para aquelas pessoas, percebi que nós deste século, perdemos o interesse pelo o ser humano em si, como somos pequenos. E em nosso íntimo, em nosso coração, muitas das vezes enraizamos uma humildade hipócrita, que não se têm nenhum respeito pelas às pessoas. Pedimos a Deus, que haja em nós um sentimento mais fraterno, e que tenhamos mais compaixão pelo o nosso próximo. Afinal de contas estamos aqui no planeta terra, para fazermos o bem. E que nunca percamos a força da boa vontade, dádiva Divina. 

sábado, 11 de setembro de 2021

OPOSIÇÃO ESTÁ ORGANIZANDO UM GRANDE ATO NACIONAL PELO IMPEACHMET DE BOLSONARO.

Presidentes de legendas favoráveis ao impeachment de Jair Bolsonaro devem se reunir na próxima quarta-feira (15/9) no Congresso para das sequência à discussão sobre a realização de um grande ato em defesa da democracia e do afastamento do chefe do Executivo. 

A ideia começou a ser discutida na quarta (8), após as declarações golpistas de Bolsonaro no 7 de Setembro -e em paralelo ao chamamento do MBL (Movimento Brasil Livre), que realizará uma manifestação pelo impeachment no domingo (12).
Participaram do primeiro encontro PT, PDT, PSB, PSOL, PC do B, PV, Rede, Solidariedade e Cidadania. 

Segundo parlamentares envolvidos nas tratativas, não há pressa para realizar o ato logo após o que está sendo convocado pelo MBL. O objetivo é reunir forças e mobilizar o maior número de pessoas possível, inclusive internacionalmente, para elevar a pressão pelo impeachment. 

Na noite desta sexta (10/9), a Campanha Nacional Fora Bolsonaro, que organizou os atos anteriores da oposição, indicou o dia 2 de outubro para a realização da próxima mobilização. 

"A Campanha Fora Bolsonaro conclama os movimentos, organizações, partidos, ativistas e a população brasileira a continuar a pressão pelo fim deste governo genocida e criminoso, responsável pelo desemprego, fome, inflação miséria e a morte de quase 600 mil pessoas", diz a articulação

"Não acreditamos no Bolsonaro, ele é um mentiroso contumaz, bate e recua. É o modus operandi dele. Seguiremos nas ruas até derrubá-lo", complementa Raimundo Bonfim, coordenador nacional da Central de Movimentos Populares (CMP) e um dos dirigentes da campanha. 

Bolsonaro passou os últimos dois meses com seguidos ataques ao STF e xingamentos a alguns de seus ministros como estratégia para convocar seus apoiadores para os atos do 7 de Setembro, quando repetiu as agressões e fez uma série de ameaças à corte e a seus integrantes. 

Na quinta (9), o presidente divulgou uma nota afirmando que não teve "nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes" e atribuindo palavras "contudentes" anteriores ao "calor do momento". 

A "Declaração à Nação" deixou o mandatário em saia-justa com apoiadores que respaldaram as ameaças golpistas no 7 de Setembro.
O texto, bem diferente do tom usual de Bolsonaro, foi redigido com ajuda do ex-presidente Michel Temer (MDB). O emedebista desembarcou em Brasília na quinta com a missão de fazer uma ponte entre o presidente e o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. 

Bolsonaro também conversou por telefone com Moraes, em ligação mediada por Temer. 
fonte: Notícias ao Minuto.