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terça-feira, 2 de novembro de 2021

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS

 
PONTO, VÍRGULAS E RETICÊNCIAS
Quando eu morrer
Quando eu morrer, deixarei esse mundo tão efêmero, e de coisas tão banais. Serei jogado em uma cova fria, onde não lembrarei de nada mais. 
Os amigos terão uma tristeza irresistível, me levarão até a região do silêncio e saberão que morri definitivamente.
Naquela cova fria ficará junto comigo, os amores e os afagos, às crianças, às mulheres, às amizades. 
A saudade do meu pobre pai, a essência de suas palavras, seus conselhos, sempre estarão ali comigo. 
Quando a aurora irradiante, cortar o véu dos montes, saberás que não estou mais aqui.
Quando o vento dos bosques entoar sua canção entre os eucaliptos, saberás que morri. Aqueles que me amaram, farão um pranto profundo, mas com o passar do tempo, saberão que encontrei um outro mundo.

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

CRÔNICA DE MÁRIO SANTOS.


Vale a pena voltar a 2011 a 2014. 
Onde às multidões aos sábados e domingos, invadiam o Estádio Severiano Gomes. E o mais óbvio acontecia, a torcida eufórica, com gestos e palavras ovacionando os seus atletas. A cidade inteira era envolvida, num sentimento mútuo de alegria, afinal, tínhamos futebol, tínhamos laser mais democrático, para um público apaixonado. Hoje o Severiano Gomes é só silêncio, Ou melhor dizendo, o nosso estádio tá vivendo o oposto daqueles dias, onde assistíamos jogos memoráveis. Mas, o tempo que também é placar, sedento pela emoção de um gol, pode um dia nos dá o privilégio de termos outra vez a bola rolando.  

CRÔNICAS DE MÁRIO SANTOS.

QUADRADO DIÁRIO

O domingo foi uma ejaculação precoce. 
A segunda-feira, será  o dia dos encontros recheados do olá, bom dia e 2 pra 500, 1.000... 
O padeiro pode não ser o mesmo, mas, o pão será.
Banho, café, trabalho, contas pra pagar e o resultado da rodada do campeonato brasileiro de futebol. 
Segunda-feira, senhora preguiça, dia normal para os abastados no dinheiro, um verdadeiro Deus nos acuda para os que correm atrás do quase nada.